26 de fevereiro de 2010

JUSTIÇA PROÍBE "MARCHA DA MACONHA" EM SÃO PAULO NESTE SÁBADO (27/02)

A desembargadora Maria Tereza do Amaral, do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), concedeu liminar ao Ministério Público para proibir a realização de mais uma “Marcha da Maconha” em São Paulo. A manifestação estava marcada para este sábado (27/2) no vão livre do Masp.

Esse é o segundo ano seguido em que a manifestação é suspensa por decisão judicial. Em abril de 2009, o TJ atendeu à solicitação da Promotoria depois de o pedido ser negado pela juíza de primeira instância.

O promotor Walter Tebet Filho, que integra o Gaerpa (Grupo de Repressão ao Tráfico de entorpecentes), pediu a proibição porque os organizadores da marcha teriam incentivado o uso da droga por meio de um site na Internet. “Em ato simbólico, cada um acenderá seu cigarro de maconha”, dizia o site, segundo o informações do MP.

Na decisão, Maria Tereza Amaral destacou que a liberdade de manifestação pode ser limitada quando defender práticas ilegais. “Não se desconhece o direito constitucional à liberdade de expressão e reunião, que, à evidência não se está afrontando neste acaso, porquanto não se trata de um debate de idéias, mas de uma manifestação de uso público coletivo da maconha”, escreveu a desembargadora na decisão.

A desembargadora determinou que decisão da suspensão fosse comunicada com urgência às Polícias Civil e Militar, à Guarda Civil Metropolitana, à Prefeitura Municipal de São Paulo e à Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

NOTÍCIAS DE UBERABA

Por: Wellington Cardoso Ramos - wellingtoncardoso@terra.com.br

Sujou!. Clima quente no batalhão da PM em Teófilo Otoni. Segundo o blog do vereador cabo Júlio (o ex-deputado federal e líder da rebelião dos PMs em 1997), recém-formados do Curso de Soldados estão achando que pagaram demais pela festinha que tiveram na formatura.

Teriam sido arrecadados ao longo do curso R$ 139,3 mil pela comissão de festa mais R$ 16,2 mil para uma “caixinha”, resultantes de mensalidade total de R$ 80. Dizem que a festa foi muito ruim.

Major Fábio denuncia perseguição contra os defensores da PEC 300

Deputado convocou PM,s e BM,s para 2ª mobilização nacional, cerca de 10 mil são aguardados
O relator da PEC 300, deputado federal paraibano Major Fábio (DEM) utilizou o microfone da Câmara dos Deputados para cobrar a votação da matéria, e convocar para a 2º grande mobilização nacional que acontecerá nos próximos dias 2 e 3 de Março, onde são esperados cerca de 10 mil PM,s e BM,s em Brasília.
O deputado denunciou a existência de movimento orquestrado contra a PEC 300, e lamentou a onda de perseguição que está sofrendo por conta da defesa intransigente por melhores salários para a categoria.
São capazes de tudo! Nesses últimos dias, Eu, o deputado Capitão Assumção e o deputado Paes de Lira, temos sofrido uma verdadeira perseguição orquestrada em todo o Brasil porque, infelizmente, não se quer pagar bem os Policiais e Bombeiros Militares do Brasil.
O deputado Major também alertou para o envio de mensagens falsas via internet. Segundo ele, os Policiais e Bombeiros Militares que estarão em Brasília na próxima semana, não podem voltar para os seus Estados decepcionados, com sentimento de frustração e descrédito no Congresso Nacional.

FONTE: DA ASSESSORIA (61) 3215-5370

NOTÍCIAS POLICIAIS

CABO JULIO PARTICIPA DA POSSE DA DIRETORIA EXECUTIVA DA ASPRA

CABO JÚLIO esteve, ontem, 25/02, na solenidade de posse da Diretoria Executiva, Conselhos Fiscal e Deliberativo e Diretorias Regionais da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de Minas Gerais - ASPRA, eleitas em 24 de janeiro de 2010, para o triênio 2010/2013.


25 de fevereiro de 2010

GATO COMEU O DINHEIRO DOS ALUNOS DO CTSP EM TEÓFILO OTONI

DINHEIRO ARRECADADO PARA A FESTA DE FORMATURA DO CTSP 2009 DESAPARECEU
 ALUNOS DO CTSP 2009 DO 19°BPM QUEREM SABER PARA ONDE FOI O DINHEIRO ARRECADADO DURANTE O CURSO TÉCNICO DE SEGURANÇA PÚBLICA?MAS ESTÃO COM MEDO DE REPRESÁLIA PELO COMANDO.
ARRECADAÇÃO DO CTSP 2009
181 ALUNOS
ARRECADAÇÃO MENSAL
COMISSÃO DE FORMATURA
181 X 70,00 (SETENTA REAIS) = TOTAL: 12.670,00 (DOZE MIL SEISCENTOS E SETENTA REAIS)
CAIXINHA
181 X 10,00 (DEZ REAIS) = TOTAL: 1.810 (HUM MIL E OITOCENTOS E DEZ REAIS)
ARRECADAÇÃO TOTAL
COMISSÃO DE FORMATURA
12.670,00 (MENSAL) X 11 (MESES) = 139.370,00 (CENTO E TRINTA E NOVE MIL TREZENTOS E SETENTA REAIS)
CAIXINHA
1.810,00 (MENSAL) X 9 (MESES) = 16.290,00 (DEZESSEIS MIL DUZENTOS E NOVENTA REAIS)
EMAIL E PALAVRAS DE UM RECEM FORMADO:
*refrigerante com péssima qualidade
*que a vencedora foi o Buffet da CORES E FLORES
*que deram a revista de brinde
*que cada um teve direito a seu convite e mais 6
*ficamos muitos insatisfeitos com a festa
*fomos coibidos de forma velada a pagar esse montante
*E não tiveram prestação de contas de nada
NÃO PODEMOS FALAR NADA POIS ESTAMOS EM PERIDO PROBATÓRIO E DAR EXCLUSÃO E CADEIA
O RPM E O COMANDANTE-GERAL TEM A OBRIGAÇÃO DE PRESTAR CONTAS AOS ALUNOS, AFINAL O DINHEIRO É DELES.

24 de fevereiro de 2010

CABO JÚLIO PARTICIPA DA 2ª ASSEMBLEIA DE REAJUSTE SALARIAL

Cerca de 500 pessoas participaram da segunda mobilização de reajuste salarial com apoio de entidades de classe e representantes legislativos, incluindo CABO JÚLIO. O encontro aconteceu na Assembleia Legislativa. A primeira assembleia, que contou com  o mesmo número de militares, aconteceu no dia 10 de fevereiro no Clube dos Oficiais.

Novamente, os inativos estavam presentes em sua maioria, sobretudo, do interior.

Após os discursos, CABO JÚLIO, representantes das entidades de classe se reuniram com o Presidente da Assembléia Lagislativa Deputado Alberto Pinto Coelho e o lider do governo Dep. Mauri Torres, e entregaram um manifesto, cujo conteúdo mostra a insatisfação de militares da ativa, inativos e pensionistas. Os representantes da classe cobraram dos Deputados o compromisso do Governador Aécio Neves de que deixaria o salário da PM e do CBM entre os três melhores do Brasil.

"Estamos entre os piores salários do Brasil. O Estado de Sergipe que tem a 16ª economia do Brasil, o salário de um soldado está acima dos 3.000,00. Minas Gerais que é a 3ª economia do Brasil, tem um salário de 1.775,00. É um absurdo isso", afirmou CABO JÚLIO.

A isonomia salarial conquistada através de muita luta foi jogada por terra. A política salarial através de abono, é um golpe contra os reformados e as pensionistas. Para piorar a diferença salarial, tramita na Assembléia Legislativa um Projeto que permite que a produtividade seja paga em dobro. Ou seja, é uma forma de dividir a classe e não podemos permitir, uma vez que todos nós um dia iremos para a reserva. 

Opinião
Apolônio Moreira, militar da reserva
“Sempre venho nas manifestações. O abono é provisório e este ano ainda não tivemos. Queremos salário e reajuste para os trabalhadores das ativas, pensionistas e inativos. Para todos sem exceção”.

Wesley Tosta, ativa da cidade de Barbacena.
“Acho interessante a reivindicação da igualdade salarial para todos, não havendo discriminação. É a primeira vez que venho, mas é fundamental a união de todos os militares”.

Coronel Wilalba Ferreira de Souza, União dos Militares do Estado de Minas Gerais, Núcleo Barbacena.
“Reunir é importante. É juntar para reivindicar o que conseguimos ao longo desses anos. Não podemos entregar de bandeja. A família militar é rica em tradições e serviços prestados. A PM não pode ser dividida em segmentos que vão prejudicar a categoria”.

23 de fevereiro de 2010

Policiais são baleados em confronto entre civis e militares no IML (PIAUÍ)

Dois policiais civis foram baleados durante confronto em frente ao Instituto Médico Legal (IML), no centro de Teresina, no final da manhã desta terça-feira (23). O protesto dos Civis começou no Palácio de Karnak, depois seguiu em passeata até o IML, onde imediatamente deu início uma verdadeira guerra entre as duas polícias.
O confronto começou quando a PM barrou a passagem da manifestação dos grevistas rumo ao Instituto de Medicina Legal. Ao chegarem ao IML, os grevistas quebraram a porta de entrada do Instituto.
A confusão ganhou maior gravidade quando um civil pegou um escudo de um policial do Grupo de Ações Táticas Espaciais - GATE. O grevista foi perseguido, atingido com spray de pimenta e em seguida baleado com uma escopeta calibre 12.

Leia Mais
 
Blog da Renata

PEC 300 apensada à PEC 446

Nesta terça-feira (23) o presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP), deferiu o pedido do deputado, João Campos (PSDB-GO), de apensação da PEC 446/09 à PEC 300/08. No despacho, as propostas tramitarão nos termos do art. 142 c/c o art.143, II, alínea “a”, no qual a proposição do Senado tem precedência sobre a da Câmara. Ou seja, a PEC 446/09 passa a ser a matéria principal, devido a origem no Senado (PEC 41/08) e aprovação em dois turnos pelo Plenário. Com a medida, os deputados votarão as matérias em conjunto proporcionando melhores salários para as categorias civis e militares.

E apensada a PEC 446/09 está a PEC 340/09 que também visa melhores salários para os policiais. Com a junção das três propostas, os debates para apreciação das matérias ocorreram em conjunto, o que pode agilizar a votação para a melhoria no salário das categorias.

FONTE: ASPOL

22 de fevereiro de 2010

AIMORÉS TAMBÉM NÃO PODE CONTAR COM IPSM

Informações recebidas no gabinete do CABO JÚLIO denunciam a falta de convênios do Instituto de Previdência dos Servidores Militares de Minas Gerais - IPSM com médicos, clínicas e hospitais em Aimorés, região do Vale do Rio Doce, distante cerca de 400 km de Belo Horizonte.
A informação coincide com denúncias feitas por militares de Poté,  no Vale do Mucuri. Além das limitações físicas sofridas em decorrência dos anos de trabalho a serviço da corporação, sofrem também limitações quanto ao atendimento inexistente de serviços de saúde. Assim como Aimorés, os militares de Poté, mesmo se deslocando até Teófilo Otoni, encontram dificuldades para receber atendimento por meio do IPSM. Município com cerca de 150mil habitantes.
"O IPSM descredenciou todos os médicos e hospitais deste municipio, caso algum militar ou familiar passar mal, será atendido pelo SUS. Isso vem acontecendo há mais de seis meses. Compareceu o sr coronel xxxxxxxx de Governador Valadares, mas só passou mel na gente e nunca mais falou nada", declara um militar morador de Aimorés.

COMIDA ESTRAGADA É SERVIDA À POLICIA MILITAR, DENUNCIA SARGENTO VIEIRA (SE)

Enquanto a Policia Militar compra mais de mil quilos de camarão e mais de 6 mil quilos de bacalhau, os praças são obigados a comer comida estragada.
O gestor da Caixa beneficente, Sargento Viera, fez uma grave denuncia na manha desta segunda-feira (22). Segundo declarações feitas pelo sargento, a comida servida aos policiais militares que estão em serviço, são de péssima qualidade e muitas vezes estragada.
Vieira disse em entrevista ao radialista George Magalhães, no programa Liberdade sem Censura, que as “quentinhas” que são servidas no jantar aos PMs, são jogadas ao lixo, por na maioria das vezes estarem estragadas.
O assunto veio a tona devido a uma matéria veiculada por um jornal semanário da capital, que denuncia a compra de cerca de 1.400 quilos de camarão e mais de 6 mil quilos de bacalhau, feita pela policia militar. “Nós nunca comemos camarão, não no quartel nem nas quentinhas que são servidas. Nós nunca vimos bacalhau, na verdade alguém esta ficando com esse estoque”, disse Vieira.
Um outro sargento, a exemplo de Vieira, chegou a afirmar que os lanches servidos para os PMs que prestam serviço de segurança no Batistão, é a base de pão e queijo. Mas o que chamou a atenção foi o preço desse sanduíche: R$ 9,00, (nove reais).
PEC 300 – Com relação à PEC 300, o presidente da ASSOMISE, capitão Samuel Barreto, afirma que na próxima semana, policiais militares de todo o País, estarão viajando para Brasília, onde pretendem se concentrar em frente à Câmara Federal, para pressionar os parlamentares para a aprovação da PEC.
Samuel disse que a mobilização contará também com os PMs sergipanos. Ele destacou que o deputado federal Eduardo Amorim e o deputado estadual André Moura, estão buscando a viabilização de um ônibus para o transporte dos PMs sergipanos a Brasília.
Assembléia – As associações unidas estarão se reunindo nesta quarta-feira, a partir das 14 horas, no Instituto Histórico e Geográfico, para discutirem as pautas de negociação com o governo. Capitão Samuel disse ainda que um dos assuntos a ser discutido, é a carga horária do policial militar, alem da exigência de nível superior para o ingresso na PM/SE.

FONTE: PLENÁRIO - A NOTÍCIA AGORA (SERGIPE)
Munir Darrage

Policial Militar do Pará é baleado em tentativa de assalto no Rio

Ele não quis abrir o vidro do carro e foi atingido no braço. - Vítima foi abordada por dois homens armados num carro.
O capitão da Polícia Militar do Pará, Jorge Almeida, de 36 anos, foi baleado no braço na noite de domingo (22) porque não quis abrir o vidro do carro durante uma tentativa de assalto na Avenida Amaro Cavalcanti, em Engenho de Dentro, no subúrbio do Rio.

De acordo com a 26ª DP (Todos os Santos), onde o caso foi registrado, ele foi abordado por dois homens armados, que estavam em uma Tucson de cor preta. Como ele se recusou a abrir o vidro, os suspeitos atiraram contra o PM e fugiram sem roubar nada.

A vítima foi levada para o Hospital municipal Salgado Filho, no Méier, na Zona Norte. Segundo a polícia, o capitão foi operado e teve perda óssea, mas passa bem.

Segurança de Serra é baleado em roubo a carro

Crime foi na tarde de ontem, na Vila Mariana (zona sul)
Um dos policiais militares destacados para fazer a segurança pessoal da primeira-dama do Estado de São Paulo, Monica Serra, foi baleado na tarde de ontem por três ladrões durante o roubo de um dos carros usados pela escolta da mulher do governador José Serra (PSDB). O crime aconteceu na Vila Mariana (zona sul de SP).
O policial, que foi ferido na perna, dirigia um Toyota preto, blindado. Ele estava acompanhado de um outro PM na rua Agnaldo Manoel dos Santos, quando foram atacados por ladrões. Após atingi-lo, os homens fugiram no carro. As duas armas e algum dinheiro dos dois policiais foram levados.
Minutos depois do ataque, o Toyota foi encontrado por outros policiais que fazem patrulhamento na região da Vila Mariana. O carro estava abandonado na rua Doutor Saboia de Medeiros, distante cerca de dois quilômetro do lugar onde o roubo aconteceu.
De acordo com informações da assessoria do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, durante o roubo do carro, a primeira-dama do Estado não estava no local.
Em nota oficial enviada à Folha, a Secretaria de Segurança Pública informou que, "no momento da ocorrência [roubo do Toyota blindado usado pela escolta da primeira-dama], o carro não acompanhava nenhuma comitiva ou autoridade." Assinante do jornal leia mais em: Segurança de Serra é baleado em roubo a carro

21 de fevereiro de 2010

Capitão Assumção promete Greve Geral da Policia

Greve da PM
O deputado federal Capitão Assumção (PSB-ES) promete greve geral da Polícia, caso o presidente da Câmara, Michel Temer não inclua a PEC 300 na pauta do Plenário.
Convocação
Em seu Blog o deputado pede apoio das esposas dos Policiais e Bombeiros. Os PM,s são impedidos de realizar greves, daí a importância do apoio das famílias para que impeçam a saída das viaturas dos quartéis.
Marcha
O parlamentar pretende reunir mais de 10 mil PM,s e BM,s em Brasília. A manifestação está programada para o próximo dia 2 de Março.
Relatório da PB
“A Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares não abre mão é de que se vote a PEC 300 da forma que foi votado o relatório do deputado Major Fábio, na Comissão Especial da PEC 300”, sublinhou Assumção.

20 de fevereiro de 2010

Polícia Militar teve trabalho no Mineirão antes do clássico para conter torcedores

Na Região Oeste de BH, quatro homens ficaram feridos e cinco torcedores do Atlético, entre eles um menor, foram conduzidos para a delegacia; muitos ônibus foram escoltados e a PM fez revista em busca de armas e drogas
O sábado (20) de clássico entre Atlético e Cruzeiro, pelo Campeonato Mineiro de Futebol, começou com confusões que exigiram empenho da Polícia Militar para evitar brigas e vandalismo. No Mineirão, a PM teve trabalho para conter os torcedores mais exaltados, que queriam provocar brigas e discussões com os adversários. Muitos ônibus tiveram que ser escoltados em seus trajetos para o estádio da Pampulha.
Torcedores também foram revistados quanto a drogas, armas e explosivos. Confrontos e depredações começaram bem cedo. Na Região Oeste da capital, quatro homens ficaram feridos e cinco torcedores do Atlético, entre eles um menor de idade, foram conduzidos para a delegacia, por volta das 11 horas, quando se envolveram numa briga entre dezenas de atleticanos e cruzeirenses na Avenida Úrsula Paulino, no Bairro Betânia, próximo à sede de uma torcida organizada.
Quando os grupos rivais se encontraram, no caminho para o Mineirão, houve confronto, mas a Polícia Militar agiu rápido e dispersou a multidão. Os quatro jovens feridos, que apresentavam sangramentos nos membros e faces, além de contusões e escoriações pelo corpo, foram sozinhos para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Oeste, onde foram medicados, mas não correm risco de morrer.
Por volta das 10 horas, rivais que partiam da Região Leste da capital causaram tumulto e vandalismo na altura do Bairro Pompeia. Um ônibus chegou a ser depredado a pauladas e pedradas.
Em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), os confrontos ocorreram deixando também um ferido, na Praça de São Gonçalo, no Centro, e próximo ao Shopping Itaú Power. Nove pessoas acabaram detidas.


19 de fevereiro de 2010

CABO JÚLIO PARTICIPA DO REVISTA GERAL DESTE SÁBADO


AMANHÃ, 20/02, O REVISTA GERAL DA ASCOBOM DÁ CONTINUIDADE AO DEBATE DO DIA 13 DE FEVEREIRO EM QUE SE DISCUTIU SOBRE AS PEC´S 300 E 446, PROMORAR E DROGAS. 

O DEBATE DESTE SÁBADO DARÁ ÊNFASE A PESQUISA SOBRE DROGAS REALIZADA PELO PRESIDENTE DA ONG DEFESA SOCIAL ROBERT WILLIAM.

PROGRAMA REVISTA GERAL - 107FM - 20/02/2010 - 16HORAS

PM apreende munições em canteiro de obra de Belo Horizonte

BELO HORIZONTE - A Polícia Militar (PM) apreendeu, na manhã desta sexta-feira, munições calibre 12, dentro de um banheiro químico da obra de duplicação da Avenida Antônio Carlos, no bairro Lagoinha, região noroeste de Belo Horizonte. Segundo a PM, mais de 80 balas estavam escondidas no local, que fica em frente ao Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH), próximo à Pedreira Prado Lopes.
A PM não prendeu ninguém e acredita que o suspeito tenha colocado a munição no banheiro após se deparar com alguma viatura, durante a noite. O material foi levado para o 7º DP.

FONTE: O GLOBO

Guarda municipal é legítimo para efetuar prisão

Prisão em flagrante efetuada por guarda municipal é legal por ser ato de proteção à segurança social.
Com esse entendimento, a 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça negou o Habeas Corpus impetrado por um condenado por tráfico de drogas em São Paulo. Ele pretendia anular o processo e a sentença condenatória com base na alegação de ilegalidade da prisão feita por guardas municipais.
O relator do caso, ministro Arnaldo Esteves Lima, negou a liminar ajuizada pela defesa. Ao examinar o mérito, agora pela Turma, a prisão foi mantida. “Eventual irregularidade praticada na fase pré-processual não tem o condão de inquinar de nulidade a ação penal, se observadas as garantias do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório, restando, portanto, legítima a sentença condenatória”, asseverou o ministro.
Segundo ele, mesmo não sendo a prisão atribuição dos guardas municipais prevista constitucionalmente, trata-se de ato legal, em proteção à segurança social, razão pela qual não cabe nulidade.
O ministro lembrou que a Constituição estabelece, no artigo 144, parágrafo 8º, que os municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme disposição da lei. E o artigo 301 do Código de Processo Penal prevê a prisão de qualquer um encontrado em flagrante. “Se a qualquer do povo é permitido prender quem quer que esteja em flagrante delito, não há falar em proibição ao guarda municipal de proceder à prisão”, concluiu Arnaldo Esteves Lima.
De acordo com os autos, a defesa do acusado alegou constrangimento ilegal na prisão feita por autoridade incompetente, fator que vicia todo o processo. Pediu que fosse declarado nulo o processo, bem como o decreto condenatório. A defesa pediu, ainda, o relaxamento da prisão. Com informações da assessoria de imprensa do Superior Tribunal de Justiça.

Polícia Militar recebe dois "caveirões" para operações de alto risco

A Polícia Militar entrega na manhã desta sexta-feira dois veículos blindados, popularmente conhecidos como "caveirões", que serão usados em operações de alto risco. Os dois ficarão à disposição do Batalhão de Polícia de Eventos (BPE) e Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate).
Os blindados devem assegurar mais segurança e mobilidade aos militares em missões como operações antissequestro, enfrentamentos em áreas de alto risco, controle de distúrbios, nas reintegrações de posse, apoio em casos de calamidade pública, em buscas, salvamentos e resgates.
Também nesta sexta-feira, serão substituídos os comandantes da Polícia Militar Rodoviária (BPMRv), do Batalhão de Polícia de Guardas, do Gate e da Companhia de Polícia Militar de Meio Ambiente.


FONTE: UAI

Projeto inclui crimes hediondos no Código Penal Militar

A Câmara analisa o Projeto de Lei 6691/09, do senador Magno Malta (PR-ES), que aumenta a penalidade e transforma em hediondos A Lei 8072/90 define como hediondos os crimes de latrocínio, extorsão qualificada por morte, extorsão mediante seqüestro, estupro, atentado violento ao pudor, disseminação de epidemia que provoque morte, envenenamento de água potável ou de substância alimentícia ou medicinal causando morte e genocídio. A pena para o crime hediondo deve ser cumprida integralmente em regime fechado. Além disso, esse crime é insuscetível de anistia, graça, indulto e fiança. uma série de crimes cometidos por militares.
Na prática, a medida iguala o tratamento dado aos crimes hediondos cometidos por militares e civis, já que o Código Penal Militar (CPM - Decreto-Lei 1.001/69) não prevê esse conceito de crime, e a Lei dos Crimes Hediondos (8.072/90) se omite em relação aos crimes cometidos por militares.
"Para nos limitarmos a um único exemplo, um estupro praticado por militar contra civil, dentro do quartel, configuraria o crime militar previsto no Código Penal Militar, cuja competência para julgamento é da Justiça Militar. Esse delito não seria punido como crime hediondo, uma vez que a Lei 8.072/90 é omissa em relação aos crimes militares. Assim, nesse exemplo, seria perfeitamente possível a concessão de indulto ou anistia, o que não é admitido em relação aos crimes hediondos", argumentou o senador.
O projeto torna mais rigorosas as penas aplicadas aos seguintes crimes previstos no CPM:
Crime Pena atual (reclusão)                                                 Pena prevista

Estupro                                3 a 8 anos                          6 a 10 anos
Atentado violento ao pudor     2 a 6 anos                          6 a 10 anos
Latrocínio                            15 a 30 anos                        20 a 30 anos
Epidemia/envenenamento c/perigo extensivo 5 a 15 anos    10 a 15 anos
Extorsão mediante sequestro 6 a 15 anos                          8 a 15 anos

No último caso, se o sequestro dura mais de 24 horas ou se a vítima tem menos de 16 anos e mais de 60 anos, ou se o crime é cometido por mais de duas pessoas, a pena é agravada, com pena de 12 a 20 anos (atualmente é de 8 a 20 anos).
De todos esses crimes, o projeto só não classifica como hediondo o envenenamento com perigo extensivo. Além disso, a proposta dá essa classificação (sem mudança nas penas) aos crimes de homicídio qualificado e fornecimento às Forças Armadas de alimentos ou medicamentos irregulares.
O texto determina ainda que a pena contra os crimes de estupro, atentado violento ao pudor, latrocínio, extorsão simples (com agravante) e mediante sequestro sejam aumentadas pela metade se a vítima não pode oferecer resistência, é menor de 14 anos, é doente ou deficiente mental.
Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, seguirá para o Plenário.

18 de fevereiro de 2010

TRINTA ANOS A SERVIÇO DA CORPORAÇÃO, MILITAR NÃO PODE CONTAR COM IPSM




Orides Santana, 55 anos, residente em Poté/MG, no Vale do Mucuri, há três anos na reserva, não pode contar com o IPSM. Durante os 30 anos de serviços prestados ao Corpo de Bombeiros, o militar precisa arcar com as despesas de seu tratamento de saúde ou submeter-se ao SUS (Sistema Único de Saúde)desde que sofreu uma trombose.
Não há médicos conveniados, não há clínicas conveniadas, não há hospitais conveniados nem em Teófilo Otoni, distante 20 km de Poté. No único hospital conveniado, não há médicos especializados para tratá-lo.  
Orides precisa deslocar-se para Belo Horizonte caso queira ser atendido por hospitais conveniados ao IPSM.

E agora Diretor-Geral do IPSM, militar que mora no interior não tem direito à saúde?

ARTIGO: É preciso acabar com excesso de formalismo do BO

Por André Luis Melo (*)
Muito se discute sobre Inquérito Policial (IP) e sobre O Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), mas praticamente nada sobre o Boletim de Ocorrência (BO). Na Legislação há pequenas referência ao mesmo na Lei 8069-90 (ECA, Boletim de Ocorrência Circunstanciada) e na Lei 5970-73 (Acidente de Trânsito). No entanto, o CPP não trata do mesmo. Este documento tão comum e rotineiro atualmente tem passado esquecido pelo legislador e pelo meio jurídico, o mesmo acontecendo em relação à prática de lavratura de Autos de Prisão em Flagrante (APFs).
Em geral, existe a prática de o BO ser lavrado pela PM (em muitos estados) e em alguns outros a Polícia Civil também costuma registrar este documento, o qual é chamado de Registro de Ocorrência. Em diversos estados existe o problema de que a PM se recusa a fazer BOs quando o crime já aconteceu, pois alega que faz apenas policiamento preventivo e ostensivo. E a Polícia Civil também se recusa a fazer o BO. Então, o cidadão fica sem saber quem lavrará o BO. Algumas pessoas com maior conhecimento, e dependendo do fato, procuraram o Promotor (Ministério Público) e este requisita ao órgão policial a lavratura do BO, uma triangulação que mostra o mau funcionamento do sistema.
Em muitos casos é tão difícil registrar um BO que a vítima prefere nem gastar tempo, o que contribui para aumentar a “cifra negra” (crimes não registrados). Muitos fatos são comunicados pelo 190 e nem sempre também são registrados como BO. Sem dúvida, é difícil saber o que deve ser registrado ou não. Em MG existe o BOS (Boletim de Ocorrência de Serviços), o qual é usado pela PM quando o fato não é considerado como infração penal.
Na prática penal atual, a Polícia Militar lavra um Boletim de Ocorrência e encaminha para a Polícia Civil que, em tese, instaura um TCO ou um IP conforme for o tipo penal. No entanto não existe nenhuma lei determinando expressamente que o Boletim de Ocorrência deva ser encaminhado à Polícia Civil. No entanto, são poucos os Inquéritos Policiais iniciados sem Boletim de Ocorrência oriundo da PM.
Este sistema é muito complexo principalmente quando envolve também a Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal, pois não um mecanismo formal de integração com a PM. Não raro Boletins lavrados pela PM em uma cidade são remetidos para outra em razão de questões de competência.(...)
(...)Iniciativa brilhante é a do BO Eletrônico em São Paulo e que em dez anos já permitiu quase três milhões de Ocorrências Policiais registradas pela internet. Um policial chega a gastar quase 40 minutos para lavrar uma ocorrência e a pessoa perde horas em órgãos policiais para ser atendida. Logo, O BO Eletrônico reduz custo e tempo tanto da polícia, como dos cidadãos. A rigor, existe muita resistência à informatização, pois significa perda de poder pessoal para alguns.

Atualmente discute-se se PM pode lavrar ou não TCOs. No entanto, esta discussão é meramente acadêmica. Afinal, se o Ministério Público quiser, basta elaborar Termo de Cooperação Técnica com a PM para que remeta cópia dos Boletins de Ocorrência ao Ministério Público e este após analisar os mesmo requisitaria a lavratura de IP ou TCO, ou até mesmo promoveria o arquivamento ( e neste último caso é preciso resolver se haveria necessidade, ou não, de homologação judicial), ou denunciaria (iniciaria a ação penal), ou ofereceria proposta de transação penal e solicitaria audiência no Juizado.

Continue lendo
(*)Promotor de Justiça de Minas Gerais

15 de fevereiro de 2010

NANUQUE - TERRA DAS ARBITRARIEDADES

Vejam os comentários:

"Grande problema é que o referido cmt, além de permanecer na cidade, depois do aval do rpm, faz os mais diversos tipos de arbritráriedades, desde escala de serviço até a perseguisão propriamente dita. infelismente estamos numa terra onde quem tem poder é que manda, pisa nos subordinados, pode tudo, inclusive fazer as mais diversas manobras para se sair bem, e se colocar como vítima. nobre guerreiro cb JÚLIO , esse poderroso bim ladem fala que entrou com ação contra vc pedindo danos morais, será que o juiz vai conseder, basta mandar ouvir os PMs mais antigos da cidade que comprovará todas as mazelas deste poderoso.Inclusive rola um IPM contra o mesmo, mas este permaneceu no cmdo da cia o tempo todo e alei fala o contrário, fica a suspeita de coação das testemunhas e manobras para que o faltoso sai de autor para vítma como o mesmo tenta passar para os componentes da cia. fica aqui meu recado, e permanecemos vigilantes.12 de fevereiro de 2010 17:41".


"Caros amigos aqui em NANUQUE realmente virou um tremendo barril de polvoras, o cmt faz 02comunicações diciplinar de SGTs pelo mesmo fato, ele não economisa, faz logo é duas, inclusive de um SGT que está fazendo tratamento psicológico, e que fala até que dá vontade de sair atirando em quem tentar bagunçar sua vida. realmente o RPM e os escalões superiores estão brincando de polícia, e quando acontecer uma besteira quem vai assumir. será que isso tem acontecer para tomarem providências! ou querem deixar vidas serem sacrificadas, para que alguma coisa seja feita. eis a questão. 13 de fevereiro de 2010 06:07".

SE ALGUMA TRAGÉDIA ACONTECER EM NANUQUE, SE UM PRAÇA ALOPRAR LÁ, A CULPA SERÁ EXCLUSIVAMENTE DO RPM QUE NAO TOMA PROVIDÊNCIAS.






É HORA DE DESCER DO MURO E SAIR DO COMODISMO.


Uma certa vez quando estava no banco da escola a professora que ministrava falou sobre um tema, até então novo em minha vida acadêmica: zona de conforto. Depois ela explicou que eram momentos na vida onde nos acomodamos com alguma situação. Esse é o quadro que vivemos hoje na Policia Militar e no Corpo de Bombeiros de Minas.

Como está no fim do governo, alguns coronéis estão preocupados em arrumar um “cantinho” para se encostarem, e quem sabe um cargo de Juiz do Tribunal de Justiça Militar. Afinal são 25 mil mensais ate a expulsória de 65 anos de idade. Então pra que lutar por aumento salarial?

Alguns praças estão com olhos voltados para a PEC 300 como se ela fosse para o próximo mês. Eu acredito na PEC 300 mas sei que ainda temos muita luta pela frente e nao podemos perder de vista a questão salarial local. Cobrar a promessa de nos deixar entre os 3 melhores salários do Brasil. Com isso alguns praças usam a desculpa da PEC para se acovardarem na luta que é de todos. Não interessa quanto tempo você tem de caserna, a luta é de todos.

Algumas entidades estão cheia de “bagres ensaboados”, ou seja, algumas pessoas que querem ficar em cima do muro. Querem lutar, mas sem pressionar o comando e o governo, um jeitinho de agradar a todos e no fim da história acabam não agradando a ninguém. E para piorar, querem usar a luta por melhores salários como palanque para suas candidaturas, mesmo sabendo que nunca conseguimos nada sem pressão e luta. Nunca vi um aumento salarial sem luta desde que entrei para a PM em 1988.

O que é lutar para alguns: pegar um avião, se hospedar em hotéis caríssimos em Brasília, tirar uma foto por 1 dia e dizer: Estou na luta. Ops, esqueci de mencionar, tudo isso com o dinheiro do pobre do associado.

Fiquei perplexo em saber que o 1º Vice-Presidente do Clube dos Oficiais é nada mais, nada menos que o Corregedor da Polícia Militar, o Coronel Romero. Eu não o vi na Assembléia do próprio COPM. Algum dos nossos colegas que acompanham o blog o viu? Como ele vai se comportar nesta luta? Como 1º Vice-Presidente ou como Corregedor? Nem preciso responder.

Lembram de 2006 quando o governo deu 6% de aumento e eu entrei no COPOM e protestei? Ainda estou indiciado até hoje, mas o resultado foi que o índice foi mudado. Onde estavam os heróis de hoje? Escondidos, esperando o resultado. Tirar foto com a onça morta, com um brado de jubilo e muito fácil. Fazem até pose. Mas quando a onça vem com todas suas garras muitos se acovardam e fogem. Odeio os covardes.

Alguns colegas precisam descer do muro. Parar de reclamar de longe. A todo momento encontro colegas na rua que me perguntam quanto teremos de aumento, como está a PEC 300, como foi a Assembléia. Eu pergunto, você foi? A resposta são intermináveis desculpas. É momento de descer do muro.

PARA QUEM NÃO LUTA, O SALARIO ESTÁ MUITO BOM, E DIGO ISTO DO SOLDADO MAIS NOVO, AO CORONEL MAIS ANTIGO. QUEM NÃO LUTA PARA MELHORAR A SUA SITUAÇÃO E A DA CLASSE NÃO TEM DIREITO DE COBRAR. O SAUDOSO CABO VALADARES JÁ DIZIA: UNIDOS SOMOS FORTES.

Na ultima assembléia tínhamos poucos ou quase nenhum colega da ativa, e uma infinidade de colegas da reserva que deveriam estar no descanso merecido e estavam lá, fazendo o papel que deveria ser dos 45 mil da ativa. Reformados com 70, 75, 80 anos de idade. Isso é covardia. Usar colegas que deram a sua mocidade para manter o nome de nossa Polícia. E que agora merecem nosso respeito. Saudo um sargento da ativa que estava lá fardado e disse: "Eu sou sargento da Polícia Militar,meu pai é reformado, nós dois estamos aqui juntos nesta luta".

Querem usar estes colegas decanos em nossa mobilização como escudos. Isso é covardia. Covardia de quem quer usa-los, covardia de quem não vai a Assembléia e manda o pai reformado em seu lugar.

É momento de sair do comodismo. Não é nenhum crime militar, muito menos transgressão disciplinar participar de uma assembléia legalmente convocada por nossas entidades. A Constituição Federal nos garante este direito.

Deixo um desafio: quem estiver satisfeito com seu salário não precisa ir no dia 24/02 na Assembléia Legislativa, mas se você não estiver satisfeito, vá e leve sua família com você.

Mas uma coisa eu afirmo: Não vou permitir que os oficias usem as praças como escudo, que fiquem acovardados em seus gabinetes e coloquem só praças na luta, e depois colham os mesmos frutos. Ou a luta é de todos ou nao é. No discurso está muito bonito, veremos na prática. Vamos ver quantos oficias estarão na Assembléia dia 24. 
QUEM TEM FOME TEM PRESSA!

12 de fevereiro de 2010

Frente Parlamentar admite redução de piso salarial para militares

Frente sugere salários iniciais de R$ 3,5 mil a R$ 7 mil, mas o autor da PEC, deputado Arnaldo Faria de Sá, defende valores mínimos de R$ 4 mil e de R$ 8 mil
A Frente Parlamentar em Defesa dos Policiais Militares e Bombeiros Militares admitiu, em reunião nesta semana, a redução do valor básico do salário previsto para esses profissionais na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300/08. A PEC cria um piso salarial nacional para essas categorias.
A intenção do grupo é permitir que também sejam incluídos na proposta os policiais civis, os aposentados e os pensionistas. Os recursos seriam garantidos com a criação de um fundo subsidiado – pelo menos na sua maior parte – por recursos federais.
Valores
O texto preliminar elaborado pela frente parlamentar estabelece um salário inicial de R$ 3,5 mil para policiais e bombeiros em início de carreira, os chamados praças, e de R$ 7 mil para oficiais. Os valores são menores do que as categorias vinham reivindicando, que seriam de R$ 4,5 mil e R$ 9 mil, respectivamente. O texto será apresentado como emenda aglutinativa em Plenário.
Essa flexibilização, no entanto, não agrada o autor da PEC, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que já anunciou a disposição de reivindicar os valores mínimos de R$ 4 mil e de R$ 8 mil. "Quando for estabelecer o piso, naturalmente os valores opcionais [como as gratificações] vão acabar, por isso precisamos garantir um valor maior", argumentou. Para financiar o aumento salarial, o deputado vai propor a utilização de parte da arrecadação federal com a exploração do petróleo da camada pré-sal.
O líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse desconhecer a proposta da frente parlamentar, mas ressaltou pontos que serão questionados. "Quem vai administrar o fundo? Será um voto por estado ou quem der mais recursos terá mais poder? Há situações que são mirabolantes e que não se aguentam em pé". Apesar das ressalvas, Vaccarezza afirmou que o governo ainda não tem posição fechada sobre o tema.
Busca pelo consenso
No início da semana, o presidente da Câmara, Michel Temer, manifestou a intenção de colocar a assunto em votação quando houver maior consenso entre os parlamentares. Ele avalia também a possibilidade de colocar em votação a PEC 446/09, do Senado, que também prevê a criação de piso salarial nacional para policiais civis, militares e bombeiros militares. A proposta do Senado transforma os salários dessas três categorias em subsídios e estabelece que o piso será fixado em lei federal, o que desagrada os deputados ligados aos militares, que cobram a garantia do benefício na própria Constituição.
Para o presidente da frente parlamentar, deputado Paes de Lira (PTC-SP), é fundamental que a Câmara priorize a análise da PEC 300/08. "Insistimos na necessidade de manter essa proposta como carro-chefe, pois foi a Câmara que se mobilizou para que ela avançasse. Os deputados percorreram todo o País, realizaram mais de 30 audiências públicas para debater a matéria", declarou.
Paes de Lira acrescenta que "a matéria que veio do Senado não resolve o problema, porque ela chuta o valor do piso para lei ordinária, e isso não queremos, pois não dá segurança ao direito, deixando sempre à mercê das vontades políticas".
Segundo o deputado Capitão Assumção (PSB-ES), a PEC 300/08 representa o "resgate da dignidade" dos trabalhadores em segurança pública. "Não tem cabimento um trabalhador em segurança pública, um profissional preparado, qualificado, sair às ruas para defender a sociedade por menos de R$ 30 por dia. Isso é o que recebe, por exemplo, um soldado no Rio Grande do Sul", destacou.
O deputado Major Fábio (DEM-PB) acrescenta que muitos desses funcionários são obrigados a desenvolver outras atividades para complementar a renda. "É inaceitável que os trabalhadores que arriscam suas vidas para nos proteger tenham de fazer bico para viver”, afirmou.

Bolsas Copa e Olímpica

Mais algumas perguntas e novidades surgiram no âmbito do Programa Bolsa Formação, onde estão englobados a Bolsa Copa e a Bolsa Olímpica, do PRONASCI, Ministério da Justiça. No Diário Oficial da União de terça-feira, 9 de fevereiro, foi publicada a Portaria nº 183, que regulamenta os decretos 6.490 e 7.081, e algumas perguntas que a tropa tinha a respeito dos benefícios sociais do Governo Federal foram respondidas. Veja abaixo as principais delas:
- Servidores policiais temporários podem receber as bolsas?
Passa a ser requisito para a percepção das bolsas que o policial tenha “no mínimo mais 5 (cinco) anos de efetivo serviço a cumprir na carreira”, no caso da Bolsa Copa, e “no mínimo mais 7 (sete) anos de efetivo serviço a cumprir na carreira”, no caso da Bolsa Olímpica.
- Estou prestando serviço a outro órgão público. Receberei as Bolsas?
Não. Conforme o regulamento, não tem direito à Bolsa Copa nem à Bolsa Olímpica aquele que estiver “cedido para órgão diverso da polícia civil, polícia militar e corpo de bombeiro militar”.
- Que curso devo fazer para receber os benefícios?
O ciclo especial de capacitação Jogos da Copa do Mundo de 2014, para perceber a Bolsa Copa, ou o ciclo especial de capacitação Jogos Olímpicos de 2016, para perceber a Bolsa Olímpica.
- Quando esses cursos serão criados?
O Regulamento cria um grupo de trabalho que, dentre outras missões, define o plano de ensino dos ciclos especiais de capacitação Jogos da Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. Nesse grupo, cada unidade federativa irá enviar um representante, que se reunirão com prepostos do Ministério da Justiça e definirão o plano de ensino, para então implementar os cursos. O prazo para que isso ocorra é de 60 dias, prorrogáveis por mais 60.
- Como migrar da Bolsa Formação para outra Bolsa?
O regulamento traz um entrave àqueles que pretendem migrar da Bolsa Formação para outro benefício: “O profissional de segurança pública que já for beneficiário da Bolsa-Formação em razão da participação nos cursos regulares apenas poderá se inscrever em um dos ciclos especiais de capacitação após doze meses, contados da data do recebimento do primeiro benefício, independentemente do seu cancelamento ou renúncia”.
Os policiais que começaram a receber a Bolsa Formação mais recentemente – principalmente os recém-contratados – terão que se contentar com ela por enquanto. Porém, com exceção dos profissionais do Rio de Janeiro, que receberão a Bolsa Olímpica de R$1.200,00, a diferença inicial da Bolsa Copa para a Bolsa Formação não é lá tão grande – cerca de R$100,00. Mas faz falta.

Leia o Diário Oficial da União

FONTE: ABORDAGEM POLCIAL

Leia também

Penas do Código Penal Militar poderão ser alteradas

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 6628/09, do deputado Antonio Carlos Biscaia (PT-RJ), que altera penas previstas no Código Penal Militar (Decreto-Lei 1.001/69) para adequá-las à legislação atual e ao Código Penal. O projeto também cria um capítulo específico sobre as condutas criminosas praticadas no âmbito das licitações públicas, nos mesmos moldes da Lei de Licitações (8.666/93).
A proposta altera, por exemplo, as penas para o crime de tráfico de drogas. Atualmente, o Código Penal Militar estabelece reclusão de até 5 anos para o militar que cometer esse crime. Pelo projeto, a pena passa para reclusão de 5 a 15 anos.
Com relação a esse crime, o projeto também prevê punição para o militar que atuar como informante de organização criminosa; e proíbe a concessão de fiança, liberdade provisória ou conversão de suas penas em restritivas de direitos.
Além disso, o projeto mantém a punição para o uso de drogas por militar, ou seja, veda o tratamento diferenciado para usuários, como estabelece a Lei 11.343/06.
Crimes sexuais
No capítulo relativo aos crimes sexuais, o projeto retira do Código Penal Militar as expressões "pederastia ou outro" e "homossexual ou não", por serem consideradas homofóbicas.
O projeto também altera as penas para crimes como estupro (a penal atual, de 3 a 8 anos de reclusão, passa para 6 a 10 anos de reclusão); de atentado violento ao pudor (de dois a seis anos de reclusão para seis a dez anos de reclusão); e de furto (a pena atual, de até seis anos de reclusão, passa para um a quatro anos de reclusão).
Também são alteradas penas de roubo, latrocínio, extorsão, apropriação indébita, estelionato, receptação e dano.
Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Posteriormente, será votada pelo Plenário.

PL6628/2009

FONTE: AGÊNCIA CÂMARA

11 de fevereiro de 2010

ÚLTIMAS

CAMPANHA SALARIAL: O PERIGO QUE CORREMOS

"O grande perigo de nossa mobilização é que temos meia duzia de jumentos com estrelas amarelas que são hipócritas. Dizem que um coronel ganha mal, mas não fazem nada para ganhar melhor.

Ou seja, estes jumentos ganham muito bem".

Se a PM tem 45 coronéis, e eu disse que tem meia-duzia (06) jumentos, ainda restaria esperança para 39. Será que todos estes 39 coronéis estão satisfeitos com seus salários?

Cadê os machões que gostam de gritar com sub-comandantes e subordinados?

Por que nenhum deles foi a Assembléia convocada por sua própria entidade representativa? COPM e AOPM.

Mais uma vez querem usar os praças. 

Policial do Copom é presa por não bater continência; família denuncia

A militar está presa no 8º Batalhão sem direito a comida e banho de sol. A família reclama de tratamento.
Uma policial militar está presa no 8º Batalhão, no bairro Dirceu Arcoverde, e até às 14 horas de hoje estava sem alimentação e em um xadrez mesmo tendo curso superior. A família da militar está denunciando o caso e pedindo providências para que a PM tenha seus direitos garantidos.
O ex-marido Jefferson Leite Dias, que é policial civil, contou ao Cidadeverde.com que a soldado está presa em uma cela suja sem direito até a banho de sol.
“Para ela comer ontem tive que levar comida de casa. Hoje, até às 14 horas não tinha servido o café e nem o almoço. Queremos uma providência. Não acreditamos que o comandante e a corregedoria estejam sabendo desse tratamento que é dado a uma oficial da corporação”, disse Jefferson.
A soldada de iniciais M.R, 34 anos, foi punida na última segunda-feira, após se indispor com a chefe superior. A confusão começou porque a superior queria que ela batesse continência e informasse que estava substituindo uma colega. M.R disse que já tinha feito a continência e novamente fez o gesto de obediência. Logo depois, ela fez a provocação: “a senhora está satisfeita agora” e a superior revidou: “me respeite”. A oficial retrucou: “me respeite também”.
Para o código militar essa desobediência caracteriza crime de insubordinação e teve ordem de prisão imediata. A família disse que a soldado deve ser punida, mas respeitando o direito a alimentação e a colocando em um alojamento especial, já que M.R tem curso de pós-graduação.
A família entrou com recurso para o relaxamento da prisão.
Resposta da Polícia
O sub-chefe do Estado maior da Polícia Militar do Piauí, Jaime Oliveira, informou que a policial M.R está presa por desacato a autoridade e está à disposição da justiça.
Ele esclareceu que a oficial não está sob responsabilidade da Polícia, pois cometeu crime determinado na lei de execuções penais. “Ela fica presa até a decisão da juíza da 9ª vara criminal”, disse Jaime Oliveira.
O sub-chefe negou que ela não esteja recebendo alimentação e que esteja em cela comum.

FONTE: CIDADE VERDE
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial