30 de abril de 2010

"CASINHA DE CABOCLO" FERE GRAVEMENTE MILITAR DO INTERIOR

(publicado as 10hs)
Chefe do Destacamento de Ataleia corre o risco de perder a mão depois de ligação anônima
O chefe do destacamento de Ataleia, região do Vale do Mucuri, Sargento Ronaldo Duarte Muniz, recebeu, nesta madugrada (30/04), uma ligação anônima, informando que havia no cemitério da cidade traficantes com uma caixa contendo uma grande quantidade de drogas. Preocupado com a ligação, reuniu militares para verificar a ocorrência.
Sendo o primeiro a chegar no local, Sgt. Muniz abriu a caixa, que por sua vez, explodiu na mesma hora. A explosão causou ferimentros graves no rosto e principalmente nas mãos do militar que foi socorrido imediamentamente para o hospital municipal de Teófilo Otoni.
Neste momento, o policial aguarda transferência de urgência para o Hospital Militar de Belo Horizonte.
Aguarde mais informações

Até agora, três suspeitos foram presos. Foram encontrados, na casa de um deles, artefatos explosivos. Segundo informações, sargento Muniz teve a mão esquerda amputada, a mão direita e um dos olhos estão gravemente comprometidos.

Uma aeronave saiu da capital, há cerca de 20 minutos, rumo à Teófilo Otoni para fazer o transporte do sargento.

(Atualizado em 11:43)

MILITARES FAZEM EMPRÉSTIMOS PARA CUSTEAR DIÁRIA EM DILIGÊNCIA

Comando do 11º RPM obriga policiais a se deslocarem até Jaíba
sem nenhum apoio financeiro
Nos dias 23 a 27 de abril, policiais do 51º Batalhão de Policia Militar, em Janaúba, foram convocados para fazerem reforço policial na 16º Festa Nacional da Banana em Jaíba, região do norte de Minas, durante os cinco dias do evento. O valor acordado da taxa de segurança pública, entre a PMMG e a Prefeitura local, foi de 26 mil reais, com efetivo de 30 policiais, segundo a denúncia.
Mas, dos 30 policiais previstos, apenas 16 foram recrutados para a festa, além de terem que arcar com as despesas decorrentes dos dias que iriam permanecer no município.
Segundo as denúncias, o comando foi questionado sobre o fato de que militares não teriam como arcar com alimentação e hospedagem. Mesmo assim, foram mandados para a cidade sem qualquer garantia de acomodação e condições mínimas de higiene e limpeza.
A Resolução 3559 de 28 de novembro de 2000, da Lei Delegada nº 43 de 07 de junho de 2000, que dispõe sobre a concessão de diárias aos integrantes da PMMG, em seu artigo 9º, parágrafo 1º, diz que as diárias serão pagas antecipadamente até o limite de 10 (dez). Ou seja, os cinco dias da diligência, segundo informações, dariam aos militares o direito de receber as diárias antecipadas.
E, ainda, no artigo 14, diz que a concessão e o pagamento de diária condicionam-se à existência de crédito orçamentário e disponibilidade financeira, e cabe ao comando procurar recursos no Comando Intermediário. Somente em caso excepcionais, conforme o parágrafo 3º do mesmo artigo, em casos de “interesse para a segurança pública ou iminente prejuízo para o serviço público”, é que a diligência deverá ser executada, mesmo sem os recursos financeiros.
A Festa Nacional da Banana está na sua 16ª edição. Portanto, não se trata de um evento novo, excepcional e de última hora. É um evento de conhecimento de todos, inclusive das autoridades competentes, há pelo menos 16 anos. Deste modo, a organização e tudo que se refere à realização da mesma podem e devem ser antecipados. Neste caso, o comando teria previsão de disponibilidade financeira sem nenhum problema.
Outra denúncia diz que o comandante da 11º RPM estipulou que as diárias decorrentes dos cinco dias deverão ser pagas parceladamente.
É comum no meio militar, segundo policiais, que pagamentos de diárias se arrastem, até mesmo, por anos. Ou seja, se “percam de vista”. Há militares na capital que nunca receberam as diárias devidas. “A forma arbitrária de pagamento de diárias é inerente as atividades de um comando ditador”, afirma um militar.
O outro Lado
Segundo informações da P/1 da unidade do 51º BPM, as diárias não foram antecipadas por causa da burocracia no empenho, que pode chegar a oito dias. Ainda segundo a P/1, a prioridade é cumprir a diligência conforme resolução. Quanto ao pagamento posterior das diárias, a P/1 informou que os valores são recebidos em folha de pagamento, direto no contracheque.
Afirmação negada por um policial da capital, segundo ele, o ressarcimento das despesas de viagem é feito direto na conta do policial.


COLONOSCOPIA É MARCADA PARA TERÇA-FEIRA NO HPM

Amigos, hoje estive no HPM e foi marcada a colonoscopia para a terça-feira às 08:30 da manhã. É um exame chato de se fazer pois tem um preparo de quase 24hs antes e a sedação geral.

O que é colonoscopia:

A colonoscopia é um procedimento usado para ver dentro do cólon e do reto. Colonoscopia pode detectar tecido inflamado, úlcera e crescimentos anormais. Esse procedimento é usado para procurar por sinais precoces de câncer colo-retal e pode ajudar os médicos no diagnóstico de alterações sem explicação no funcionamento do intestino, dor abdominal, sangramento no ânus e perda de peso.
(fonte:http://www.copacabanarunners.net/colonoscopia.html)

A colonoscopia consiste na introdução, pelo ânus, de um tubo flexível que permite a visão direta do interior destes segmentos intestinais, com imagem ampliada e de alta definição. É um meio seguro e fácil para o diagnóstico e, eventualmente, tratamento das doenças do reto, do cólon e do íleo terminal. Pode ser feita em consultório, mas é mais seguro que seja executada no ambiente hospitalar, com o mínimo de desconforto para o paciente. Antes do exame o intestino grosso deve ser limpo para que nenhum resíduo fecal fique no seu interior.
(fonte:http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8926712788353913741)


A colonoscopia é um exame endoscópico que permite a visualização do interior de todo o cólon. O instrumento utilizado é um tubo flexível com cerca de um metro de comprimento e um centímetro de diâmetro. Na extremidade final desse tubo existe uma mini camera de TV, que transmite para um monitor colorido, as imagens do interior do cólon e do íleo-terminal (parte final do intestino fino). Essas imagens são fotografadas em uma impressora a laser e são gravadas em fita de videocassete.
(Fonte:http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8926712788353913741)



Mas, to bem, sem dores nos ultimos dias. Obrigado por tudo. Orem para dar tudo certo.


"Em todo tempo ama o amigo; E NA ANGÚSTIA NASCE O IRMÃO".
( Provérbios 17.17)

São 02:43 da manhã, vou dormir, desejo uma excelente sexta-feira a todos.

CABO JULIO VISITA CIDADE DE ACAIACA

Na noite desta quinta-feira (29/04), CABO JÚLIO visitou a cidade de Acaica à convite do pastor e policial militar Cabo Cardoso. 

"Mesmo estando sem viajar para que me reestabeleça por completo, fiz questão de ir até a cidade para agradecer pessoalmente aos colegas militares o apoio e as orações no momento dificil que passei. Aproveitei e participei de um culto onde o Pastor é um colega Cabo da cidade. Obrigado amigos".

Bruno Júlio, Vereador Juninho (PR), Vereador CABO JÚLIO (PMDB), Cabo Viana e Cabo Cardoso (Pastor da Comunidade Batista Missões)

29 de abril de 2010

Prescrição administrativa das transgressões disciplinares aplicadas aos militares do Estado de Minas Gerais

Já está consolidado pelo Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais (TJMMG) que a transgressão disciplinar que não acarreta exclusão do serviço público prescreve em dois anos após a prática do fato, incluindo nesse prazo o tempo de trâmite recursal.
Esse entendimento iniciou-se nos julgamentos das apelações cíveis de nºs 53 e 61, culminado com a Uniformização de Jurisprudência nº 01.
Em síntese, os doutos magistrados entenderam inconstitucional o artigo 90 da Lei 14.310/02 (Código de Ética e Disciplina dos Militares do Estado de Minas Gerais - CEDM), que, segundo eles, estabelecia um prazo reduzido para a Administração Pública apurar os fatos ensejadores de procedimentos administrativos e para punir o transgressor.
Por outro lado, os insignes magistrados, mediante a declaração incidental de inconstitucionalidade nº 01, também entenderam um completo despautério o artigo 200 da Resolução 3.666/02 (Manual de Processos e Procedimentos Administrativos-Disciplinares - MAPPAD), haja vista que, de certa forma, ele torna imprescritível as transgressões disciplinares. O fato é que o artigo 200 do MAPPAD estabelece apenas prazo para início das apurações. Ou seja, uma vez iniciado o procedimento, não há prazo para ser encerrado.
Julgo que foi essencial o posicionamento do TJMMG, porquanto se criou, agora, uma segurança jurídica. Sabemos todos que a transgressão disciplinar de caráter não demissionária prescreve em dois anos após o fato, contando para esse prazo o tempo recursal. Isto é, o prazo é contado até a última instância recursal.
Resumindo, ficou dessa forma: “São aplicáveis aos policiais militares os parâmetros da Lei Estadual nº 869, de 05 de julho de 1952, que estabelece os prazos de prescrição de 02 (dois) anos para as sanções disciplinares que não acarretem a exclusão do serviço público; 04 (quatro) anos, para os casos em que a exclusão decorrer de abandono de cargo, e de 05 (cinco) anos para os demais casos de exclusão.”
Casos práticos. 1 - Se você está sendo acusado de alguma transgressão disciplinar, impetre recurso administrativo até a última instância recursal. Se dentro de dois anos o recurso não for julgado em definitivo, ajuize uma ação no TJMMG, alegando prescrição da pretensão punitiva do Estado. A vitória é certa. 2 - Caso você já tenha sido punido, verifique se entre a data do fato e a data da punição se passaram mais de dois anos. Se positivo, ajuize uma ação no TJMMG, alegando prescrição da pretensão punitiva do Estado. A vitória também é certa.
Bom, para ficar ainda mais claro, transcrevi abaixo as Ementas referentes à prescrição administrativa das transgressão disciplinares aplicadas aos servidores das Instituições Militares do Estado de Minas Gerais:
DECLARAÇÃO INCIDENTAL DE INCONSTITUCIONALIDADE Nº 1
EMENTA
O art. 200 da Resolução nº 3.666, de 2 de agosto de 2002, do Comando Geral da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais regulamenta a Lei Estadual n° 14.310/2002 de modo a estabelecer prazo para o início do processo administrativo disciplinar e não para a aplicação da sanção, o que transforma em decadencial prazo que a lei expressamente vincula ao instituto da prescrição.
Uma disposição constante em resolução administrativa pode regulamentar o disposto em lei, mas nunca modificá-la.
Observância do princípio constitucional da separação dos poderes e da competência legislativa do Estado.
Reconhecida a inconstitucionalidade do artigo 200 da Resolução nº 3.666, de 2 de agosto de 2002.
UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA Nº 01
EMENTA
Da premissa constitucional do Estado Democrático de Direito, derivam os princípios fundamentais da igualdade, da proporcionalidade, da razoabilidade e da vedação ao regresso social. A redução do prazo da prescrição administrativa operada pelo art. 90 da Lei nº 14.310/2002 viola todos os referidos princípios e, por isso, já foi considerada inconstitucional pelo órgão pleno deste egrégio Tribunal, à unanimidade de seus membros, nos autos da Apelação Cível nº 53.
A redução do prazo prescricional viola o princípio da isonomia ao produzir situação de evidente desigualdade de tratamento entre os agentes públicos, civis e militares, que exercem a mesma tarefa de garantir o direito à segurança pública.
A redução do prazo prescricional viola o princípio da proporcionalidade ao estabelecer tempo reduzido para que a Administração Pública aplique sanção pela prática de infrações disciplinares cuja apuração é complexa e deve oferecer ao transgressor todos os instrumentos para o exercício do contraditório e da ampla defesa. Sob outro ângulo, a redução do prazo prescricional viola o princípio da razoabilidade. Não é razoável que a Administração tenha prazo reduzido para apurar e sancionar infrações administrativas que demandem procedimento complexo.
A redução do prazo prescricional viola o princípio da vedação do retrocesso social, pois o Estado Democrático de Direito impede a perda de efetividade dos direitos fundamentais que já foram conquistados pela coletividade. Se a coletividade conquistou o direito de que a Administração corrija as falhas constatadas na prestação dos serviços públicos que garantem os direitos fundamentais, a efetividade deste direito não pode ser reduzida.
São aplicáveis aos policiais militares os parâmetros da Lei Estadual nº 869, de 05 de julho de 1952, que estabelece os prazos de prescrição de 02 (dois) anos para as sanções disciplinares que não acarretem a exclusão do serviço público; 04 (quatro) anos, para os casos em que a exclusão decorrer de abandono de cargo, e de 05 (cinco) anos para os demais casos de exclusão.
APELAÇÃO CÍVEL Nº 053
EMENTA
Preliminar
- A redução do prazo da prescrição administrativa operada pelo art. 90 da Lei nº 14.310/02 viola princípios fundamentais e, portanto, deve ser considerada inconstitucional.
- É aplicável aos policiais militares os parâmetros da Lei Estadual nº 869, de 05 de julho de 1952, que estabelece os prazos de prescrição de dois anos para as sanções disciplinares que não acarretem a exclusão do serviço público; quatro anos, para os casos em que a exclusão decorrer de abandono de cargo, e de cinco anos para os demais casos de exclusão.
- Preliminar de declaração de prescrição argüida pelo Apelado que se rejeita.
APELAÇÃO CÍVEL Nº 061
EMENTA
- A pretensão punitiva disciplinar somente é satisfeita com a efetiva aplicação da sanção disciplinar.
- Todos os dispositivos infraconstitucionais que compõem o sistema normativo devem ser interpretados conforme as premissas do Estado Democrático de Direito.
- O Direito Administrativo sancionador, como qualquer outro ramo do Direito, só encontra legitimidade quando suas disposições estão em conformidade com os princípios fundamentais da Constituição Federal.
- Não se pode fazer uma irrestrita transposição dos princípios penais garantistas para o âmbito do Direito Administrativo sancionador. Os dois ramos do Direito, embora guardem importantes pontos de convergência, trabalham com premissas distintas para a intervenção
sancionadora. O Direito Penal fundamenta sua intervenção punitiva na perspectiva da retribuição e da prevenção do crime. O Direito Administrativo sancionador visa primordialmente corrigir os desvios constatados na prestação dos serviços públicos e preservar os direitos fundamentais de segunda geração.
- Nos termos da constituição cidadã, art. 6º, caput, o direito à segurança pública é um direito fundamental de segunda geração. É um direito social de todo cidadão e um dever do Estado.
- A Polícia Militar estadual é instituição organizada com base nos princípios da hierarquia e disciplina, sendo incumbida de garantir o direito fundamental à segurança pública – arts. 42 e144, inciso V, ambos da CF/88.
- Tratando-se de sucessão no tempo de normas administrativas disciplinares, a conciliação dos interesses sociais com a devida limitação do poder disciplinar, que constitui garantia individual, impõe que a nova lei somente produza efeitos para os casos ocorridos após a sua vigência. Para as situações jurídicas em curso, a mudança nas regras do jogo deve produzir efeitos a partir da data da entrada em vigor da nova lei, não prejudicando a relação jurídica já desenvolvida.
- As transgressões disciplinares teriam sido praticadas no período de 15 de março a 07 de abril de 2002, época em que se encontrava em vigor a Lei Estadual nº 5.301/69 e o Decreto Estadual nº 23.085/83. A Lei Estadual nº 14.310/2002, que reduziu o prazo prescricional, somente entrou em vigor no dia 04 de agosto de 2002, passando este a ser o dies a quo da contagem do prazo prescricional. Como a decisão final do processo administrativo foi publicada em 03 de agosto de 2004, não ocorreu a prescrição da pretensão administrativa disciplinar.
- Da premissa constitucional do Estado Democrático de Direito derivam os princípios fundamentais da igualdade, da proporcionalidade, da razoabilidade e da vedação ao regresso social. A redução do prazo da prescrição administrativa operada pelo art. 90 da Lei 14.310/02 viola todos os referidos princípios e, portanto, deve ser considerada inconstitucional.
- A redução do prazo prescricional viola o princípio da isonomia ao produzir situação de evidente desigualdade de tratamento entre os agentes públicos, civis e militares, que exercem a mesma tarefa de garantir o direito à segurança pública.
- A redução do prazo prescricional viola o princípio da proporcionalidade ao estabelecer tempo reduzido para que a administração pública aplique sanção disciplinar pela prática de infrações disciplinares cuja apuração é complexa e deve oferecer ao transgressor todos os instrumentos para o exercício do contraditório e da ampla defesa. Sob outro ângulo, a redução do prazo prescricional viola o princípio da razoabilidade. Não é razoável que a administração tenha prazo reduzido para apurar e sancionar infrações administrativas que demandem procedimento complexo.
- A redução do prazo prescricional viola o princípio da vedação do retrocesso social, pois o Estado Democrático de Direito impede a perda de efetividade dos direitos fundamentais que já foram conquistados pela coletividade. Se a coletividade conquistou o direito de que a administração corrija as falhas constatadas na prestação dos serviços públicos que garantem os direitos fundamentais em cinco anos, tal prazo não pode ser reduzido.
- Em especial quando se tratar de excluir da Corporação Policial Militar os agentes públicos envolvidos com a prática de fatos, em tese, considerados criminosos o interesse público de depurar a instituição e prestar melhores serviços de garantia ao direito fundamental de segurança pública prepondera sobre o interesse individual de permanecer vinculado ao serviço público.
- É aplicável aos policiais militares os parâmetros da Lei Estadual nº 869, de 05 de julho de 1952, que estabelece os prazos de prescrição de dois anos para as sanções disciplinares que não acarretem a exclusão do serviço público; quatro anos, para os casos em que a exclusão decorrer de abandono de cargo, e de cinco anos para os demais casos de exclusão.

Após a ´greve branca´, PMs passam a sofrer retaliação

Bastou apenas um dia depois da suspensão do movimento, e militares estão sendo transferidos para o Interior do Estado
Um dia após o fim da ´greve branca´ realizada por policiais militares da Capital e Região Metropolitana, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) iniciou uma retaliação contra os ´grevistas´. Pelo menos 32 PMs, entre oficiais e praças, foram sumariamente transferidos para o Interior do Estado, sem direito a qualquer explicação. Destes, 29 pertenciam ao Batalhão de Polícia de Choque (BpChoque), uma das unidades que apresentaram maior volume de adesão ao movimento por melhores salários e condições de trabalho.
A medida foi oficializada no fim da tarde passada, quando o Comando da corporação publicou o Boletim do Comando Geral (BCG) de número 076, relativo ao dia 27/04/2010. Entre os PMs transferidos para o Interior figuram dois oficiais que vinham atuando firmemente no movimento em favor da tropa, os majores Adrianízio Paulo de Oliveira Alves, que exercia o comando do Presídio Militar; e Francisco Teófilo Gomes Costa, que atuava como supervisor no Comando do Policiamento da Capital (CPC).
BpChoque
Somente no BpChoque, foram transferidos 29 homens, sendo 20 soldados, cinco cabos e quatro sargentos. Da unidade de elite da Corporação, eles foram mandados para as companhias de cidades como Baturité, Campos Sales, Brejo Santo, Jaguaribe, Crateús, Iguatu, Tauá e Tianguá. Um soldado do Pelotão Raio foi remanejado para a 1ª Companhia do 6º BPM (Maraponga). Ontem à noite, o clima no BpChoque era de revolta. Alguns militares prometeram dar entrevistas hoje à Imprensa.
Além de batalhões e companhias do Interior do Estado, parte dos policiais punida foi mandada para unidades como a Companhia Provisória de Operações de Eventos (POE) ou para Guarda de Presídios.
Ouvido pela reportagem, o major PM Adrianízio Paulo Alves, classificou sua transferência para o 1º BPM (Russas) como uma "injustiça e retaliação´, pois, segundo ele, em novembro passado já havia sido transferido sumariamente da Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops) para o Presídio Militar, simplesmente por questionar o não pagamento de adicional noturno para os PMs que atuam durante toda a noite naquele órgão.
A transferência dos PMs para o Interior poderá provocar novos desdobramentos no movimento iniciado pelos militares no fim de semana passado, quando eles deflagraram a ´Operação ´Tolerância Zero´ e as mulheres dos praças fecharam o quartel do BpChoque. A SSPDS não comentou o fato.
NA CIOPS
Punições começaram contra sete operadores
Sete policiais militares, que trabalhavam como operadores de rádio na Coordenadoria Integrada de Operações de Segurança (Ciops), foram os primeiros a serem punidos pela SSPDS desde o início do movimento ´Tolerância Zero´. Os sete militares agora estão respondendo a Inquérito Policial Militar (IPM) e a sindicância na Corregedoria Geral dos Órgãos da Segurança Pública (CGOSP), correndo o risco de serem expulsos da corporação definitivamente.
Os militares foram afastados das funções acusados de terem transmitido para as viaturas, através do terminal de computador (TMD), mensagens convocando os colegas de farda a participarem do movimento que busca a melhoria de salários para a tropa, além de redução da jornada de trabalho e a implantação de um plano de saúde.
Quartel
Os sete PMs foram transferidos para a Companhia de Comando e Serviço (CCS) do Quartel do Comando-Geral e agora, estão exercendo funções burocráticas e de guarda. Outros militares já foram destacados para substituir os operadores.
O Comando-Geral também mandou instaurar IPM para investigar o fato de dezenas de policiais terem apresentado atestado médico durante o Carnaval passado, saindo da escala de serviço em Beberibe.
EM BUSCA DE SOLUÇÕES
Autoridades se reúnem secretamente
A crise que atinge o setor da Segurança Pública do Estado do Ceará motivou a realização de duas reuniões durante todo o dia de ontem, e também teve reflexos na Assembleia Legislativa, onde o deputado estadual Heitor Férrer considerou que o sistema de Segurança implantado pelo governador Cid Gomes "simplesmente fracassou".
À tarde, o governador se reuniu com o secretário da Segurança Pública, Roberto Monteiro; e com os comandantes da Polícia Militar, coronel William Alves Rocha; e do Corpo de Bombeiros Militar, coronel João Vasconcelos Sousa.
O governo não revelou quais decisões foram tomadas no encontro, que durou horas e aconteceu a portas fechadas.
Discussão
O segundo diálogo aconteceu também à portas fechadas na Assembleia Legislativa. Dele participaram o deputado estadual Ivo Gomes (irmão do governador Cid Gomes) e representantes da categoria. A reunião havia sido anunciada no dia anterior durante a audiência realizada na Procuradoria Geral da Justiça (PGJ), quando foi discutida a questão da falta de curso especial para os motoristas de viaturas, conforme é previsto pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
A reportagem tentou acompanhar a reunião na AL, mas uma assessora do deputado informou que os jornalistas não teriam acesso ao encontro e não seria permitida nem mesmo imagens da reunião.
Até por volta das 22h os telefones celulares dos representantes dos policiais militares, assim como o do deputado, estavam desligados, não sendo possível saber que decisões foram tomadas pelos participantes.
Na audiência realizada na última terça-feira na PGJ foi assinado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) em que o Governo do Estado se comprometeu a realizar, no prazo de 30 a 180 dias, o curso específico de segurança para os policiais e bombeiros que dirigem as caminhonetes Hilux.
Esta decisão fez os PMs retornarem ao trabalho de patrulhar as ruas da Grande Fortaleza nas viaturas Hilux.
NORMALIDADE
Viaturas voltam a patrulhar as ruas
Viaturas rondando pelas ruas com intermitentes ligados, policiais em seus postos desenvolvendo as atividades e um clima menos tenso nas companhias da Polícia Militar. Assim começou a manhã de ontem em Fortaleza, após o acordo firmado em reunião entre representantes da categoria e autoridades da Segurança Pública do Estado, além da procuradora-geral de Justiça, Socorro França.
"Ninguém está satisfeito. Nada foi conquistado de verdade, ainda", disse um soldado que patrulhava a área da 3ª Companhia do 5º BPM (Pirambu), responsável por 13 bairros em uma das áreas mais carentes da Capital cearense.
Naquela região, a equipe de reportagem cruzou com quatro viaturas fazendo patrulhamento urbano num espaço de 15 minutos. Duas eram da 3ª cia. do 5º BPM e as outras duas, do Ronda do Quarteirão. Na frente da Companhia, ao contrário dos dois dias anteriores, apenas uma viatura estava parada Na internet, o movimento denominado pelos militares de ´Tolerância Zero´, que tinha começado no último fim de semana, parecia estar voltando com força total, ontem pela manhã. Os PMs internautas - através do site de relacionamentos orkut - orientavam os colegas a aderirem novamente à operação.
Na ´Tolerância Zero´, a ordem é levar para a delegacia todo procedimento, por menor potencial ofensivo que seja. O objetivo é lotar as distritais e deixar as viaturas paradas na porta das DPs.
FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

28 de abril de 2010

PM de Brasilia regulamenta "bico"

Além de terem os melhores salários do país, policial do Distrito Federal está autorizado a fazer trabalhos extras (BICOS).
Públicado por Anjos Guardiões e Blog da Renata

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL - POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL
COMANDO GERAL
BOLETIM DO COMANDO GERAL Nº 066 12 DE ABRIL DE 2010 Pág. 01 PARA CONHECIMENTO DA POLÍCIA MILITAR DO DISTRITO FEDERAL E DEVIDA EXECUÇÃO, TORNO PÚBLICO O SEGUINTE:
ATOS DO COMANDANTE-GERAL
Art. 1º É permitido ao policial militar exercer atividade remunerada, na iniciativa privada, desde que não haja contrariedade às prescrições contidas nos arts. 29 e 30 da Lei nº 7.289/84.
Art. 2º A atividade laboral a ser exercida pelo policial militar em seu horário de folga não deverá ser atentatória à moral, à ética e ao decoro da classe, e deverá ser exercida em conformidade aos regramentos que regulamentam a atividade profissional por ele executada.
Art. 3º A atividade extracorporativa exercida pelo policial militar em horário de folga não poderá prejudicar a qualidade dos serviços prestados na Corporação, devendo, dessa forma, haver compatibilidade de horários e funções, visando garantir o cumprimento do princípio da supremacia do interesse público sobre o privado.
§ 1º Fica expressamente proibida qualquer alteração nas escalas de serviço, ou no horário de expediente do policial militar, visando assegurar o exercício de atividade laboral extracorporativa, em detrimento das atribuições funcionais do seu cargo público.
§ 1º Fica expressamente proibida qualquer alteração nas escalas de serviço, ou no horário de expediente do policial militar, visando assegurar o exercício de atividade laboral extracorporativa, em detrimento das atribuições funcionais do seu cargo público.
§ 2º A atividade laboral extracorporativa desempenhada pelo policial militar não poderá prejudicar o seu comparecimento aos serviços extraordinários ou outras requisições judiciais ou -administrativas decorrentes da atividade policial-militar.
Art. 4º É vedado ao policial militar da ativa:
I – a utilização de quaisquer dos bens e serviços da Corporação e, ainda, utilizar-se da sua condição de agente público no exercício de suas atividades extracorporativas;
II – o exercício de atividade extracorporativa remunerada em instituição que mantenha contrato de prestação de serviço com a Corporação, conforme previsto no inciso III, art. 9º da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.
Parágrafo único. O disposto no inciso II deste artigo diz respeito apenas ao contrato específico que porventura a instituição contratada mantenha com a PMDF.
Art. 5º Os casos omissos serão resolvidos à luz da legislação em vigor.
Art. 6º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação.
RICARDO DA FONSECA MARTINS – CEL QOPM
Comandante-Geral

CABO JÚLIO CONSEGUE AS ASSINATURAS E PROTOCOLA CPI DA ESCUTA ILEGAL NA SEDE DA GUARDA MUNICIPAL.

O Vereador CABO JÚLIO protocolou hoje (28/04) o requerimento de Instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para averiguar a denúncia de escuta telefônica instalada na Guarda Municipal.Foram recolhidas 17 assinaturas, 3 a mais do que as 14 necessárias para a CPI.

No dia 09/04/2010, segundo Boletim de Ocorrência regisrado na 2ª Delegacia Distrital do Centro de BH, o GM Ivan Damasceno Araújo e o GM Altemar de Souza Vilanova ao assumirem o serviço na seção de Gerência de Segurança Física da Guarda Municipal de Belo Horizonte, observaram que havia um microfone instalado de maneira suspeita na sala. Assim que observaram tal irregularidade avisaram seu chefe direto, Sr. Ivan Heitor que solicitou que um dos dois GMs retirassem a escuta, que estava instalada no forro do teto da sala.

Segundo os Gms, assim que tentaram retirar tais materiais foram impedidos pelo Sr. Dirceu Nascimento, Gerente de Apoio Técnico da Guadra, que segundo eles retirou a escuta do forro da sala. Toda a ação de retirada da escuta foi filmada e fotografada pelos guardas.

Acordo suspende paralisação na PM (CEARÁ)

Um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) foi o paliativo encontrado pelo governo para suspender a greve branca deflagrada pela Polícia Militar. O documento obriga Estado a capacitar motoristas da PM e modifica escala de trabalho da categoria
Diante da ``greve branca`` deflagrada pela PM, o secretário de Segurança Pública e Defesa Social, Roberto Monteiro, apelou aos PMs que retornassem às ruas em nome da segurança da população. Ontem, em reunião com a procuradora-geral de Justiça, Socorro França, e representantes de policiais, ele disse temer as consequências do prolongamento da paralisação. ``A cada minuto que passa, uma vida pode ser tirada``, argumentou.
Monteiro assinou um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), comprometendo o Estado a capacitar os motoristas das viaturas da Polícia - exigência do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O documento foi discutido durante quatro horas e meia e entrou em vigor ainda ontem, após consulta por telefone ao procurador-geral do Estado, Fernando Oliveira, que estava em Brasília.
O Governo tem entre 30 e 180 dias para ``formar`` os condutores dos ``carros de emergência``. Caso não cumpra o prazo, fica passível de multa diária de R$ 1 mil. ``A PM está trabalhando de forma deficiente. Hoje, mais do que ontem. E a população não tem nada a ver com isso. Nem com a omissão da Secretaria nem com a omissão do Governo``, respondeu ele a uma provocação do soldado Flávio Sabino, presidente da Associação de Cabos e Soldados da PM.
O curso será ministrado pelo Detran e terá 50 horas de duração. Para receberem as instruções, os policiais terão a escala alterada. Ao invés de seis dias seguidos de trabalho, darão expediente em cinco dias. O subsequente será destinados às aulas. Os PMs não terão redução das remunerações nem de gratificações. Reivindicação feita por Nina Carvalho, presidenta da Associação das Esposas de Militares.
Com o apelo do secretário e a assinatura do TAC, as entidades representativas dos PMs garantiram o envio de comunicado às companhias informando a decisão. A previsão inicial era de que, já às 22h de ontem, todas as viaturas paradas voltassem aos seus itinerários. Segundo Monteiro, o oficial ou praça que não cumprir a determinação será investigado por indício de desobediência. ``Se comprovado, vamos aplicar o Código de Ética``, alertou.
A trégua veio também em retorno à promessa de Socorro França de que os policiais serão recebidos pelo deputado estadual Ivo Gomes, irmão do governador Cid Gomes. O encontro está marcado para as 18 horas de hoje na Assembleia Legislativa.
Essa é mais uma tentativa de negociar aumento salarial, concessão de promoções, plano de saúde e redução da carga horária de trabalho de 48 horas para 40 horas. ``O Termo de hoje não vai deixar o pessoal satisfeito não``, afirmou o diretor-presidente da Associação dos Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, Pedro Queiroz.
E MAIS
- O POVO foi ontem à noite às 1ª (Meireles), 3ª (Pirambu) e a 5ª (Centro) Companhias. Apenas na 5ª Companhia o serviço havia voltado ao normal.A 1ª e na 3ª Cia., os oficiais ainda estavam em reunião para decidir sobre a paralisação. O POVO percorreu as companhias até as 23 horas.

SALMOS 20 - TENHAM TODOS UM BOM DIA.

Olá companheiros, são 02:00 da manhã e estou meditando com minha bíblia e gostaria de dividir com vocês um texto que acabei de ler:

1- O SENHOR te ouça no dia da angústia, o nome do Deus de Jacó te proteja.

2 Envie-te socorro desde o seu santuário, e te sustenha desde Sião.

3 Lembre-se de todas as tuas ofertas, e aceite os teus holocaustos. 

4 Conceda-te conforme ao teu coração, e cumpra todo o teu plano.

5 Nós nos alegraremos pela tua salvação, e em nome do nosso Deus arvoraremos pendões; cumpra o SENHOR todas as tuas petições.

Agora sei que o SENHOR salva o seu ungido; ele o ouvirá desde o seu santo céu, com a força salvadora da sua mão direita.

7 Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do SENHOR nosso Deus.

8 Uns encurvam-se e caem, mas nós nos levantamos e estamos de pé.

9 Salva-nos, SENHOR; ouça-nos o rei quando clamarmos.


Um excelente dia a todos.

27 de abril de 2010

VOCÊ FICOU SATISFEITO COM O AUMENTO SALARIAL? UMA ANÁLISE.

Quero chamar a atenção dos colegas para um assunto de maior importância em toda nossa classe: a questão salarial. Algumas perguntas ficaram no ar:

O aumento salarial de 15% foi bom ou foi ruim? Ter recebido 5% a mais do que o funcionalismo público atendeu as nossas expectativas?

Sobre as possíveis respostas quero provocar em nossos companheiros uma grande reflexão. Inicialmente é preciso lembrar que só teremos outro aumento em 2012, ou seja, daqui a dois anos. No ano que vem será o primeiro ano do novo governo e sabemos que no primeiro ano nenhum governante concede aumento salarial por estar “arrumando a casa”. Então o salário de R$ 2.041,73 estará congelado até 2012.

Será que suportaremos isso? Será justo um militar de Minas Gerais que é a 3ª maior economia do Brasil receber menos que um militar do pequenino ( em tamanho e em arrecadação) Estado de Sergipe (R$ 3.012,00), ou menos que um militar da Paraíba (R$ 2.400,00), ou ainda menos que um militar de Pernambuco (R$ 2.208,77). Veja que até os Estados mais pobres do nordeste estão a nossa frente.

Perdoem-me, mas eu vou dar a minha opinião a respeito. Acho que o aumento foi uma esmola, que as nossas expectativas foram frustradas e que do Soldado ao Coronel estamos com o salário achatado. Temos visto um grande número de praças e oficiais fazendo um trampolim na carreira e indo para outras áreas melhor remuneradas.

Atualmente um promotor de 21 anos de idade em inicio de carreira ganha mais que o último posto de nossa instituição (Coronel) em fim de carreira. Será justo? De nada adianta boas viaturas, bons equipamentos, boas instalações se o mais importante tem ficado em segundo plano: o homem.

É preciso acordar e entender que não se faz segurança pública sem valorização salarial.

Mas, porque será que todas as conquistas salariais que avançamos no governo Itamar Franco foram corroídas pelo tempo? É fácil responder. Inteligentemente o governo dividiu a nossa classe. É a teoria de Maquiavel: dividir para governar. Aos ativos um abono de produtividade que não importa o nome que tenha, vai para nossos bolsos. Mas o problema é que além de não incorporar ao salário acontece apenas uma vez ao ano.

Uma política salarial construída sob a forma de abonos é uma forma disfarçada de quebrar a paridade, de abandonar os inativos e pensionistas a própria sorte. A estes inativos e pensionistas foi dado uma “banana”, ou seja, nada.

Não podemos permitir que isso aconteça. Todo mundo vai um dia estar reformado e sofrer com isso. Quando mais precisamos de tranqüilidade encontramos dificuldades.

O argumento de que foi dado 15% de aumento para atender a todos não é verdade. Infelizmente algumas lideranças, talvez por medo ou por interesses próprios, fizeram o joguinho do governo e tentam iludir a tropa dizendo que o aumento foi bom.
Não foi. Foi horrível.

Você sabia os médicos tiveram mais de 20% de aumento? Que os defensores públicos terão até 2012 mais de 100% de aumento? Não digo que estas categorias não merecem, pelo contrário, merecem e muito. Mas nós que arriscamos a vida a toda hora merecemos esse salário que ganhamos?

Reflitam e tirem suas próprias conclusões. Apenas expressei a minha opinião de que o "aumento frustrou a expectativa da tropa".

Abraços a todos.

Militares vão ao MP denunciar comando da PM (ALAGOAS)

Policiais reclamam de escala de trabalho e de suposto ato arbitrário da Polícia Militar

(Foto: Adelaide Nogueira)  Wagner Simas esteve na sede do MP
Um grupo de policiais militares foi à sede do Ministério Público Estadual, na manhã desta terça-feira (27), conversar com promotores do Núcleo de Direitos Humanos para pedir providências sobre várias reivindicações. Uma delas é acerca da escala de trabalho da Polícia Militar, considerada por eles como acima da carga horária exigida.
De acordo com o presidente da Associação dos Cabos e Soldados da PM, Wagner Simas, os militares lotados em batalhões na capital e no interior estão trabalhando dentro de uma escala acima da capacidade física.
Na reunião - que contou com alguns representantes de entidades da categoria - os militares denunciaram um suposto ato de arbitrariedade cometido pelo comando da PM. Eles disseram que um oficial chegou a ser preso durante quatro dias, na academia, porque faltou a um dia de trabalho, mesmo com a falta justificada. Dias depois, segundo os militares, o próprio comando reconheceu por meio de nota publicada em boletim interno que a pena foi indevida. Como forma de minimizar o problema, o comando teria dado folga dobrada ao policial punido.
Outra denúncia levada aos promotores do MPE foi em relação a algumas determinações dadas a militares que participaram de manifestações públicas, a exemplo do aquartelamento, deflagrado no início do mês. Segundo os oficiais, vários Pm’s sofrem com transferências sem causa aparente, considerada por eles, como uma punição velada.
O Ministério Público Estadual (MPE) pediu para que as lideranças formalizassem as denúncias para, então, procurar o comando geral da Polícia Militar para discutir os problemas. Os militares disseram que o documento deve ser entregue no próximo mês.
A reportagem da Gazetaweb entrou em contato com a assessoria da PM, mas não conseguiu resposta.

PERIGO DE UMA FAMAE MT.40: CUIDADO AO MANUSEÁ-LA



Prestem bem atenção no vídeo e veja que ele está com o dedo fora do gatilho.

DADOS
Metralhadora Portátil Taurus/Famae MT .40

Calibre: .40
Cadência Aproximada: 1200 tiros/min
Vel. Inicial: 300 m/s
Cano: 200 mm
N° de raias: 06 à direita
Peso: 2.995 g (sem carregador) 3.705 g (c/ carregador completo)
Coronha: Dobrável para o lado direito ou fixa (opcional)
Cap. dos Carregadores: 30 cartuchos

FONTE: EMPRESAS TAURUS

FONTE: BLOG DA RENATA

COMANDO DA PM PODE PUNIR POLICIAIS ENVOLVIDOS NA PARALISAÇÃO DE VIATURAS (CE)

Os policiais militares do Ceará, insatisfeitos com a remuneração e a carga de trabalho, paralisaram as atividades nesta segunda-feira (26). O argumento foi um comunicado do próprio Comando da PM, citando um documento obrigatório para as viaturas. Ao todo, oito companhias, das 11 de Fortaleza e Região Metropolitana, não funcionaram diante da “greve branca”. (salário do militar do CE está na 25ª posição - R$ 1.147,00)
O comandante da Polícia Militar do estado, coronel William Rocha, em entrevista ao Alerta Geral nesta terça-feira (27), esclareceu que a mobilização dos policiais foi motivada por uma “interpretação errada” de um boletim da corporação. “Houve uma interpretação errada, de uma nota de boletim que foi publicada em 2008. Mas errada porque era não era tão explicativa quanto devia. No dia de ontem, publicamos uma nota modificando a redação desse boletim de 2008. Com a retificação, ela foi passada através de fax para as companhias”, disse.
Diante do quadro de insegurança, agravado com a ausência de diligências e rondas ostensivas, o Comando da PM investiga, desde segunda-feira, a postura de policiais e a mobilização como um todo, e pode punir envolvidos se ficar constatada alguma “pré-disposição” para parar, usando como justificativa a falta do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV).
"A PM adota algumas posturas administrativas. Isso já se iniciou no dia de ontem. Nós temos código, nós temos leis próprias, nós temos também as duas pilastras da corporação: hierarquia e a disciplina. A partir de ontem começamos a tomar algumas medidas, mas não com o intuito de prejudicar quem quer que seja, mas com o intuito de elucidar realmente se isso foi só um cuidado para que não houvesse um acidente, ou se houve uma pré-disposição de algum PM para parar”, alertou.

FONTE: CEARÁ AGORA

NOTA DE FALECIMENTO

É com pesar que a equipe do CABO JÚLIO comunica a morte de Paulo João Rodrigues, de 56 anos, irmão do Presidente do Centro Social de Cabos e Soldados (CSCS), Cabo Coelho. 
Rodrigues morreu na noite desta segunda-feira (26/04) de aneurisma  cerebral.
O corpo está sendo velado na Igreja Presbiteriana, no bairro Jardim Teresópolis. O enterro será na Parque Renascer, às 16horas.

Polícia Militar do Ceará cruzam os braços

Movimento na tropa começa a se estender. PMs recolheram as viaturas e ocorrências não foram atendidas

Pelo segundo dia consecutivo, policiais militares paralisaram suas atividades na Capital cearense e na Região Metropolitana. Ontem, praticamente todas as viaturas do programa Ronda do Quarteirão e do Policiamento Ostensivo Geral (POG) foram recolhidas aos quartéis das 11 companhias que integram o 5º e 6º Batalhões Policiais Militares (BPM), deixando a Segurança Pública comprometida.
Desta vez, os PMs usaram de uma estratégia ´legal´ para não irem às ruas. Os militares argumentaram que não poderiam executar o patrulhamento em viaturas modelo Hilux, pois todas estão sem a documentação original. Além disso, alegam que, para guiar veículos desse porte o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) exige que os guiadores tenham passado pelo Curso de Direção de Veículos de Emergência. Nenhum dos PMs possui tal habilitação.
No meio da tarde, já estavam paradas dezenas de viaturas nas portas dos quartéis e no pátio externo do Comando do Policiamento da Capital (CPC). Na tentativa de arrefecer os ânimos da tropa insatisfeita, o Comando-Geral providenciou cópias da documentação dos veículos. No entanto, um novo impasse foi criado, pois os supostos documentos entregues aos militares não passavam de cópias extraídas na internet, sem nenhum selo de validade.
Paradas
O movimento iniciado pelos militares no último fim de semana vem ganhando corpo dentro da tropa e, através de trocas de mensagens pelo orkut, na internet, ou pelos celulares, os PMs estão espalhando os chamamentos aos colegas e familiares para se engajarem no movimento que reivindica melhoria salarial, plano de saúde e redução da carga horária de trabalho, de 48 para 40 horas semanais.
No fim de semana, os PMs realizaram a ´Operação Tolerância Zero´, levando para as delegacias da Capital pessoas envolvidas em pequenas discussões ou outros motivos banais, tais como andar de bicicleta sem o documento desta. O objetivo foi lotar as DPs e fazer com que as patrulhas ficassem paradas enquanto eram realizados os procedimentos legais.
Em outra estratégia, as mulheres dos PMs conseguiram fechar literalmente os portões do quartel do Batalhão de Polícia de Choque (BpChoque) e impediram a tropa de se deslocar ao estádio Castelão para fazer o policiamento no jogo entre Ceará e Fortaleza, na decisão do Campeonato Cearense 2010.
Ontem, somente por volta das 17 horas, algumas patrulhas saíram dos quartéis. Mas, àquela hora, já haviam sido registradas várias ocorrências sem atendimento pela Ciops, a maioria relativa a assaltos nas ruas e furto de veículos.
A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) decidiu não se manifestar acerca do fato. Segundo a Assessoria de Imprensa do órgão, caberia ao Comando da PM se pronunciar, o que não aconteceu.
IRREGULARIDADES
Associação dos PMs vai pedir apoio à PGJ
A Associação dos Praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militares do Estado do Ceará (Aspramece) vai tentar obter o apoio da Procuradoria Geral de Justiça (PJG), em uma audiência, hoje, com a procuradora-geral de Justiça, Socorro França. Na reunião, a Aspramece vai pedir a fiscalização pelo Ministério Público Estadual (MPE) sobre irregularidades observadas pela associação no dia a dia dos militares cearenses.
De acordo com Pedro Queiroz, presidente da Aspramece, "o Ministério Público, como fiscal da aplicação das leis, tem que se posicionar e verificar, na prática, uma série de irregularidades cometidas diariamente pelos militares, seguindo ordens dos seus comandantes". Para P. Queiroz, "é um contrassenso dos comandantes exigir que os policiais atuem nas ruas contra qualquer ilegalidade, se estão obrigando os mesmos a agirem em conflito com a lei".
Uma dessas irregularidades, segundo o presidente da Aspramece, é a circulação das viaturas sem a documentação do veículo. "Eles (oficiais no comando) estão ordenando que as viaturas saiam às ruas apenas com um declaração retirada da internet de que estão com o licenciamento em dia, mas que não tem nenhum valor legal. Se eu for circular no meu carro com um papel desses e for parado numa blitz, estarei cometendo uma infração e serei multado", observou. Para Queiroz, agindo dessa forma, a Polícia está trabalhando dentro da ilegalidade.
"Uma simples declaração não pode se opor a uma lei federal", argumentou P. Queiroz com um oficial (capitão Magno)do Ronda do Quarteirão, enquanto o mesmo entregava aos soldados cópias com a consulta da internet aos motoristas de, pelo menos, dez viaturas do Ronda e, em seguida, ordenava que os mesmos iniciassem o policiamento nas ruas.
Outra irregularidade apontada pela Aspramece é a condução de viaturas por policiais que não estão devidamente habilitados para essa função. "Eles são obrigados a ter um curso de direção específico e nenhum deles têm", afirmou P. Queiroz.
Mulheres
Enquanto a Aspramece, por meio do seu presidente, estava no Centro, a Associação das Esposas dos Praças Militares dava apoio aos PMs da 6ª Companhia do 5º BPM (Antônio Bezerra), que também não foram às ruas durante o dia de ontem.
Em determinado momento da manifestação, segundo os militares, o comandante da companhia, major PM Ramos, abriu à força o portão de entrada, empurrando as mulheres. Pelo menos 15 viaturas ficaram paradas durante todo o dia em frente àquela companhia.

Braços cruzados: foi assim o dia inteiro. PMs do Ronda e do Policiamento Ostensivo Geral (POG) pararam as viaturas e prometeram avançar no movimento nos próximos dias



MIGUEL PORTELA






Em todas as companhias do 5º e 6º Batalhões a imagem se repetiu. As caminhonetas Hilux foram tiradas de circulação. A Ciops deixou de atender às chamadas da população alegando falta de policiais






Na porta da 6ª Cia. do 5º BPM (Antônio Bezerra) as mulheres dos PMs voltaram a criticar o atual secretário da Segurança Pública



 
 
 
 
 

FONTE: DIÁRIO DO NORDESTE

Polícia Militar do Rio de Janeiro usa cada vez mais a internet no combate ao crime

Policiais trocam mensagens eletrônicas, criam blogs e twitters. Meio serve para receber denúncias e aproximar população

A internet passou a ser mesmo uma grande aliada da Polícia Militar do Rio no combate à criminalidade. Estimulados pelo comandante-geral, o coronel Mário Sérgio Duarte, um dos primeiros oficiais a utilizar blogs para propagar suas idéias, outros militares começaram a se sentir à vontade diante das ferramentas tecnológicas.
O coronel Mário Sérgio mostra intimidade com a ferramenta. No “Idéias e ações”, sua página pessoal, ou no “Blog do 01”, onde se manifesta como comandante, reúne seus artigos com abordagens filosóficas, comentários sobre posturas da corporação e algumas polêmicas.
Foi assim em dezembro de 2007, quando acusou os autores do filme "Tropa de Elite" de utilizarem no filme idéias destacadas em seu livro "Incursionando no Inferno - A Verdade da Tropa", de 1994. Recentemente, travou um embate virtual com o ex-governador Garotinho. Farpas de ambos os lados.
Em outro episódio, usou o meio para justificar-se diante de uma acusação de que estaria caçando um usuário do twitter (miniblog) que estaria vazando o boletim da PM para acesso indiscriminado na internet. Ele nega a acusação, mas revela que mantém um olhar atento sobre os blogs, inclusive o Praças da PMERJ.
“Passei a acompanhá-lo diariamente, ainda que em alguns momentos se permita publicações mais agrestes e alguma catarse individual bem compreensível”, afirma o comandante.
Comandante-geral quer ampliar rede
Mário Sérgio garante ainda que sua idéia é ampliar o uso do sistema para aproximar a Polícia Militar da população.
“O Centro de Comunicação e Informática da PM está desenvolvendo uma série de projetos de inclusão digital da corporação e de inserção nas redes sociais. E cada comandante de batalhão tem a autonomia necessária para criar formas de comunicação online com os integrantes dos conselhos comunitários e com os moradores em geral. Muitos já fazem isso com eficiência”, declara.
Um dos oficiais que utiliza os recursos tecnológicos no dia a dia de trabalho, como se fosse um executivo de empresa, é o tenente-coronel Rogério Seabra, comandante do 19º BPM (Copacabana), que não desgruda de seu celular modelo Blackberry para conferir os e-mails e acessar a internet.
É no aparelho que ele recebeu nesta terça-feira (20) mensagens parabenizando o batalhão por ter zerado os índices de criminalidade no bairro no mês de fevereiro, de acordo com dados do Instituto de Segurança Pública (ISP).
Em 2007, quando houve uma proliferação de blogs anônimos criticando a Polícia Militar, o então relações públicas da PM, tenente-coronel Rogério Seabra, defendeu o uso da ferramenta com cautela.
Musa no contato com a população
"É uma ferramenta de comunicação em que alguns divulgam e outros divagam sobre a corporação”, disse, na época.
Para melhorar a comunicação com os moradores, uma equipe do 2º BPM (Botafogo) criou um blog para divulgar as atividades da unidade e oferecer outras informações de segurança.
No batalhão do Leblon, o 23º BPM, o tenente-coronel Rogério Leitão está trabalhando para criar uma linha direta com a população através da internet.
Mas para que o relacionamento não fique frio, escolheu a simpática tenente Júlia Liers, relações-públicas da unidade para fazer os contatos e coordenar a equipe de comunicação.
“É uma relação de confiança, já que podemos responder as mensagens e manter uma proximidade com a população do bairro”, afirma a policial, que já foi eleita musa da corporação no carnaval e recebeu a permissão do comandante-geral para desfilar na Marquês de Sapucaí como destaque da Porto da Pedra, além de exibir sua beleza como rainha da bateria da Independente de São João de Meriti.

FONTE: VNEWS

26 de abril de 2010

NOTA DE FALECIMENTO

Faleceu na manhã desta segunda-feira (26 de abril), a Capitão Maria Carmem de Castro Patrocínio,  Pisicóloga, fundadora e diretora da AOPM e  fundadora da AMPROSEG. Maria Carmem sempre se destacou pela sua postura de luta, pelo bem coletivo e direitos dos policias e bombeiros militares, em especial das mulheres policiais.
*Maria Carmen será velada na capela 1, do Bosque da Esperança, a partir das 17 horas de hoje, 26 de abril, e sepultada amanhã, 27 de abril, às 9 horas.

Com informações do Blog da Renata e Blog da Amproseg



                              
 

Comoção marca sepultamento de militar

Adriana Rodrigues - adriana@mantiqueira.inf.br - Poços de Caldas, MG, 25/04/10

Mais de mil pessoas acompanharam, na tarde de ontem, o sepultamento do policial militar soldado Fabrício José Menezes Mendes, de 28 anos, morto sexta-feira em perseguição a um foragido. Entre o final da tarde de sexta e as 14h de ontem, enquanto o corpo do militar esteve no velório municipal, milhares de pessoas passaram pelo local. A comoção tomou conta de parentes, amigos e colegas que prestaram a Fabrício suas últimas homenagens.
O corpo do policial foi transportado no caminhão dos bombeiros até o Cemitério Parque. Um longo cortejo se formou e durante todo o trajeto populares aplaudiam manifestando pesar pela morte do soldado.
O funeral teve início as 15h com honras militares tendo a mãe do policial recebido a bandeira do Brasil das mãos do tenente coronel Antônio, comandante do 29o Batalhão de Polícia Militar de Poços.
Fabrício era natural de São Luís do Maranhão, mas residia em Poços com a mãe. Ele estava noivo com casamento marcado para o final do ano.
O assassinato ocorreu por volta das 8h de sexta quando Fabrício foi baleado na cabeça por Pereira, que desde a última segunda-feira (19) estava foragido do presídio de Poços. As buscas ao criminoso mobilizaram não só praticamente todo o efetivo da Polícia Militar local e de cidades vizinhas como também diversos policiais civis, rodoviários estadual e federal, bombeiros e agentes penitenciários. Depois de preso, Pereira foi levado para a 2a Delegacia Regional de Polícia Civil para ser interrogado. Com ele foi apreendida a pistola do policial morto.
  
Comandante do 29o BPM tenente coronel Antônio entrega a bandeira do Brasil à mãe de Fabrício








Mais de mil pessoas estiveram presentes no enterro do militar




FONTE: BLOG DA RENATA

NÍVEL SUPERIOR PARA A PMMG

Oficialato na PM só para doutor. Preservados os direitos do pessoal já existente, a partir de 2011 a Polícia Militar de Minas exigirá graduação em Direito para ingresso no Curso de Oficiais. E até 2016 a exigência de curso superior – em qualquer área – será estendida aos candidatos a soldado. É o que prevê projeto encaminhado à Assembleia Legislativa pelo governador Antônio Anastasia, confirmando o que FALANDO SÉRIO havia antecipado há duas semanas. No período de transição de cinco anos para soldados, em que se exigirá o ensino médio completo, durante o curso de PM o aluno terá de fazer outro, de tecnólogo, na Academia de Polícia Militar, o que, aparentemente, eliminará os cursos no interior.


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Militares mineiros estão prestes a conquistar mais um passo para valorização profissional da categoria

O comunicado divulgado em 22/04(*), pelo Comandante-Geral da PMMG, informando que já foi encaminhado pelo governo do estado para a Assembléia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o Projeto de Lei Complementar que exige o terceiro grau para o ingresso na carreira da PMMG e CBMG, foi comemorado pela diretoria do Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CSCS PM/BM-MG), que acredita e trabalha pela valorização do profissional da segurança pública.
Para o presidente Cabo Coelho a proposta vem para beneficiar a categoria com ganhos também para a sociedade. "Nós policiais militares lutamos há anos pelo reconhecimento profissional e sabemos que a exigência do terceiro grau para o ingresso na carreira contribui para o crescimento, maior qualificação e desenvolvimento do policial e bombeiro militar.E a sociedade só tem a ganhar", destaca.
O CSCS, demais entidades de Classe e deputado Sargento Rodrigues estiveram reunidos várias vezes com os comandos da PM e CBM para tratar deste assunto.De acordo com Cabo Coelho, esta medida faz parte da política de valorização da categoria e precisa ser acompanhada na ALMG para que, de fato, traga benefícios.




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