31 de agosto de 2010
ESTAMOS CENSURADOS - QUEM TEM MEDO DAS VERDADES USA A CENSURA.
Prezados internautas, em razão de um requerimento impetrado por um cidadão que se diz representante de classe, mas usa tudo aquilo que combatemos no passado, nosso blog está parcialmente CENSURADO.
Enquanto durarem as eleições não teremos mais o mural e todos os comentários não poderão ser mais anonimos, ou seja, estarão moderados (CENSURADOS).
Meu blog sempre foi democrático, quantas vezes internautas anônimos e a serviço de outros entraram aqui e fizeram criticas a mim, quantas vezes me "desceram a lenha" e eu nunca apaguei ou moderei.
Creio que democracia é tambem ouvir as críticas, censura é querer calar as críticas.
Principalmente quando isso vem de quem se diz "lutar pela classe".
O poder contaminou, tornou-o um coronelzão da pior espécie, daqueles piores do que 1964.
Qual o medo? é ouvir que nos abandonaram? que somos o 12º pior salário do Brasil? Que nossos direitos duramente conquistados vem sendo retirados? Que o nosso salário é um salário miserável, onde a PM de Pernambuco, da Paraiba e do minusculo Sergipe ganham mais do que a de Minas?
VIVA A DEMOCRACIA, VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO DOS POLICIAIS. ABAIXO A DITADURA .
AS URNAS DARÃO O TROCO.
Já estamos recorrendo, para dar voz aos policiais de bombeiros.
Governo pretende dobrar bônus... (Paridade nunca mais?)
Os órgãos da Imprensa Mineira fingem não ver o nosso movimento reivindicatório por melhores salários. Somente o Jornal " O TEMPO" publicou duas "tímidas" notas sobre o assunto. Os leitores estão se manifestando através de pequenas notas. Leiam com atenção.
NÃO AO FIM DA PARIDADE - CLASSE DOS MILITARES: UNA E ÍNDIVISÍVEL.
NÃO SE ESQUEÇA: Jornal de Uberaba, de 09/10/2008 - MANCHETE: Anastasia fala sobre efetivação dos direitos fundamentais. - Durante a palestra ele soltou esta PÉROLA:
..." Não há nada mais antigo e atrasado que a isonomia no serviço público."
ANASTASIA continua sendo o "INIMIGO NÚMERO UM" dos Aposentados e`Pensionistas.
"Sem pressão não há atenção a nossa reivindicação."
"Quem pune os maus políticos é o eleitor."
APOIO: AJOSP - Associação dos JORNALISTAS DO SERVIÇO PÚBLICO
Fineza divulgar entre PM, BM, PC e demais funcionários civis de MG, principalmente os residentes nos municipios do interior.
28 de agosto de 2010
O CÉU SE ABRIU SOBRE O 14º BPM EM IPATINGA
Como crer em Deus se nós não o vemos? Como crer em Deus se não o pegamos? Isso acontece através da fé. O que é fé? Segundo o escritor em Hebreus, fé é a certeza de coisas que se esperam, é a convicção de fatos que não se vêem. Ou seja, a fé nos permite acreditar em algo que os olhos naturais não conseguem ver.
Talvez muitos colegas não entendam nada do que vou escrever aqui sobre o título acima, mas verdadeiramente o céu se abriu em Ipatinga durante o III Encontro de Militares Cristãos do Vale do Aço.
Quando eu digo que o céu se abriu sobre o 14º BPM em Ipatinga estou dizendo que creio que tudo que foi declarado no mundo espiritual sobre o Vale do Aço foi chamado a existência no mundo real.
Com o tema: Tempo de avançar, os militares que realizaram o evento trouxeram pessoas de várias cidades para pedir a Deus para abençoar os militares, e em especial os que estavam trabalhando naquele momento.
Foi lindo a apresentação de um coral formado por alunos do CTSP que cantaram e adoraram a Deus. Foi uma declaração de amor a Deus.
A ministração da palavra ficou a cargo do Coronel Ramalho ex-comandante da Unidade que criou uma patrulha com a finalidade de visitar os policiais com problemas psicológicos, financeiros e de saúde e dar toda a assistência necessária.
Tenho a absoluta certeza que muitas pessoas foram abençoadas nesta noite. Eu fui. Foi muito bom, muito impactante.
Outros comandantes deveriam copiar esta idéia e criar essa patrulha que tem a finalidade de abençoar os colegas que precisam de apoio, especialmente apoio espiritual.
PARABENS AO COMANDO DO 14º BPM, AOS PASTORES CORONEL RAMALHO, SGT MANTEMOR, CABO ISAÍAS E A TODOS OS ORGANIZADORES DO EVENTO.
RELATO INDIGNADO DOS POLICIAIS DO 22º BPM
QUEDA DO 22 BPM -Tragédia Anunciada no Parte II
Policial militar tentou suicídio dentro do alojamento, ficando com a arma engatilhada para a própria cabeça, o policial estava transtornado e quase ceifou sua vida. Após vários pedidos de amigos e devido à intervenção de outro militar, que conseguiu aproximar e tomar a arma e evitar a tragédia.
O motivo do desespero do policial foi os maus tratos recebidos do comandante da unidade o Coronel Isaac, que persegue alguns militares e os tratam de forma humilhante.
O 22 BPM vêm sofrendo arbitrariedades de formas diversas, o Ten Coronel sempre ameaça seus comandados e ostenta o fato de ser bacharel em direito e utiliza em suas palestras métodos que só ele fala não dando direito a ninguém para questionar. É comum militares que não suportam a pressão e procuram atendimento psicológico, mas logo após o tratamento são transferidos, tendo em vista que a psicóloga do batalhão tem a função de espionar e levar todos os fatos confidenciados por militares em consulta e leva tudo ao conhecimento do comando, contrariando aética da classe.
O Ten Coronel proibiu os militares de estacionar seus veículos no pátio interno do quartel e colocou um policial para fiscalizar os carros do lado de fora, tirando da rua um soldado e sendo desonesto com o povo que paga imposto e clama por segurança pública, ele mandou confeccionar carteirinhas para o acesso ao pátio do quartel, idéia muito viável, mas por que só os praças??.
Outra proibição deste CMT foi o trabalho feito por um SGT e um Ten. com crianças do morro do papagaio como participantes de um projeto na qual treinavam o “jiu jitsu”. Temos relatos de Mães que disseram que os filhos “cheiravam cola e Tinner”, mas após serem matriculados neste projeto, abandonaram o vício. Indagado por militares a respeito, o CMT disse que aquilo era “improbidade administrativa” e que o projeto não tem convênio e que estava proibido. É e bom relatar que todo o material usado neste projeto foi pago por militares da unidade e o Estado só estava cedendo um pequeno espaço. Este espaço também é utilizado pela Fundação Guimarães Rosa que desenvolve outro Grande Projeto e também não Tem nenhum convenio para este. Mas por ser desta fundação o CMT da Unidade disse que pode funcionar. A gente não consegue entender por que esse oficial tem tanta raiva dos militares desta unidade. Quem teria “em tese” participado da quadrilha da Degola está preso à disposição da Justiça.
Será que este CMT não Sabe disso? Será que o Cel. Renato e o Cel. Cícero também não? Segundo este CMT ele está lá também a mando do Governador, Vamos Lá Pessoal, é ano de eleição não vamos nos esquecer disso viu senhor Governador? Nas Urnas em Outubro.
O Cmt desta valorosa Unidade também ganha fortunas ministrando aulas no horário de serviço e ainda leva 03 militares com armamento pesado e ficam 03 horas parado na academia de polícia esperando as aulas acabarem. Sem contar que esta mesma viatura busca este comandante que vive falando de “improbidade administrativa” na residência dele Todos os dias. Pelo que nós sabemos, só o CMT Geral e o Chefe do Estado Maior da PM, Goza deste Benefício, Isso não seria “Improbidade Administrativa”??.
É de conhecimento de todos na Unidade que este Tem Cel. manda buscar caixas de copo de água mineral para seu uso pessoal enquanto a Tropa contenta-se com apenas um bebedouro funcionando na Unidade.
Outro fato que também causa indignação é o fato de o CMT do 22 BPM mandar retirar da Unidade todas as geladeiras e fornos microondas que eram utilizados pelos militares para alimentação, sob a alegação de furto de energia e “improbidade administrativa”, e no entanto este CMT mantém em seu gabinete para uso exclusivo um Frigobar, uma televisão apreendidos em operações de Bingo: "dinheiro público é para se gastar, nós não somos donos de nada". O alto comando sabe de todas as irregularidades que estão acontecendo, mas segundo fontes eles querem pagar pra ver o resultado da tragédia anunciada.
Outra tristeza que assistimos todos os dias é o desrespeito sofrido pelos negros ou afro-decendentes da Unidade. Prova disto foi a Humilhação sofrida por um 2º Ten. CHO na última semana. O oficial foi obrigado por este CMT a carregar entulhos resultantes da obra de reforma em uma seção da unidade, ficando proibido de pedir auxílio a outros funcionários daquela seção.
Solicitamos mais uma vez providências, o clima está só piorando não queremos ver policiais suicidando, não deixem derramar sangue, todos nós somos profissionais, queremos que militares que tenham desvio de conduta sejam punidos, mas não é justo nós pagarmos por um crime que não cometemos. Não admitimos que no nosso meio alguém nos trate com tanta arrogância e humilhação e sem ética.
Respeitamos o regulamento e estamos prontos para servir a população a qualquer hora do dia ou da noite, é inadimissível que em pleno exercício regular da democracia alguém aceite um comando assim.
INDIGNADOS DO 22 BPM PARTE II
GENTE, TO ENOJADO, QUANTA BAIXARIA.
Meus colegas, como podem fazer uma campanha tão baixa.
Tem pessoas que estão tão desesperados que em vez de usar argumentos para tentar conquistar o voto e a simpatia dos colegas, usam de mentiras e baixarias, que beiram o ódio.
Pra que? nunca vi ninguém ganhar eleição assim.
A nossa tropa não está satisfeita com isso, não gosta disso e não merece isso.
Esse é o preço de quem se colocou a serviço de um governo que destrui nossos salários.
As urnas serão soberanas. Os donos dos votos (a tropa) quer ouvir propostas e não baixarias.
Tem pessoas que estão tão desesperados que em vez de usar argumentos para tentar conquistar o voto e a simpatia dos colegas, usam de mentiras e baixarias, que beiram o ódio.
Pra que? nunca vi ninguém ganhar eleição assim.
A nossa tropa não está satisfeita com isso, não gosta disso e não merece isso.
Esse é o preço de quem se colocou a serviço de um governo que destrui nossos salários.
As urnas serão soberanas. Os donos dos votos (a tropa) quer ouvir propostas e não baixarias.
CABO JÚLIO E CABO COELHO NO VALE DO AÇO
Já estamos no Vale do Aço. Nesse momento estamos agora no bairro Bom Jardim com nossos amigos.
27 de agosto de 2010
AS BAIXARIAS CONTINUAM - CARTAS FALSAS EM UBERABA
Em uberaba os policiais estão recebendo uma carta falsa. Na carta falsa colocaram como remetente o SGT Zé Gonçalves, meu apoiador, como se tivesse pedindo votos para um candidato governista.
É lamentavel, até que ponto as pessoas chegam pelo poder.
Nossa classe não merece isso.
Zé Gonçalves, nosso carinho e solidariedade.
Estatuto do Desarmamento continua polêmico após seis anos
Há quase sete anos em vigor, o estatuto é considerado por seus defensores e pelo governo como um fator decisivo na redução da violência, mas ainda hoje provoca polêmica, que se reflete no número de propostas sobre o assunto em tramitação na Câmara.
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| CABO JÚLIO defendendo o policial, na Câmara Federal, no estatuto do desarmamento que tiraria a arma particular dos ativos e o porte dos inativos |
A Câmara analisa 58 propostas de alteração no Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826, de 2003), das quais 24 ampliam a lista de categorias profissionais que podem portar armas de fogo. Por outro lado, defensores do desarmamento querem ampliar as restrições para o porte de arma.
Desde 2003, vem caindo o número de mortes provocadas por armas de fogo no País, conforme estudo publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo esse estudo, que utilizou dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, houve 39.325 mortes causadas por armas de fogo em 2003. Desde então o número vem sendo reduzido (exceto em 2006), chegando a 35.076 em 2007 – redução de 10,8%.
Antes da aprovação do estatuto, o número de mortes por arma de fogo crescia sistematicamente desde 1996 (veja quadro). O Ipea conclui que a redução se deve principalmente à vigência do estatuto, combinada a aprovação de outras normas legais (como alterações no Código de Processo Penal) e com políticas públicas na área de segurança, como o aprimoramento da execução penal.
Porte de arma
Os opositores da lei dizem que ela fere um direito constitucional, que é o de legítima defesa, ao criar uma série de exigências para a compra de armas. Dizem também que o estatuto desrespeita o resultado do referendo realizado em 2005, que decidiu pela não proibição da venda de armas no País. (Confira o bate-papo promovido pela Agência Câmara sobre o referendo).
Hoje, para obter o porte de arma, o interessado precisa declarar efetiva necessidade da arma e comprovar idoneidade, com certidões negativas de antecedentes criminais, ocupação lícita e residência certa, capacidade técnica e aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, além de não estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal. A arma deverá ser registrada no Serviço Nacional de Armas da Polícia Federal. A autorização é temporária e só é válida em uma região limitada.
Essas exigências não se aplicam para o uso de armas em serviço pelas seguintes categorias profissionais: integrantes das Forças Armadas, agentes de segurança pública, de segurança privada, auditores da Receita Federal, auditores-fiscais do Trabalho, agentes da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Departamento de Segurança do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, além dos guardas municipais de cidades com mais de 50 mil habitantes. Além desses profissionais, o porte é facilitado também para colecionadores e praticantes de tiro esportivo.
Adequação
Paes de Lira quer driblar resistências à reforma no estatutoPara o deputado Paes de Lira (PTC-SP), as propostas pretendem adequar o estatuto ao referendo de 2005. "Até agora, os legisladores não deram uma resposta à altura do resultado do referendo, que decidiu pela preservação de um direito constitucional, de legítima defesa", disse.
O deputado é autor do PL 6746/10, que permite a aquisição de pistola até calibre 45 por policiais e militares para uso particular. "Apesar da obrigação da polícia de garantir a vida dessas pessoas (policiais e militares) e de outras que vivem sob ameaça, isso nem sempre é possível, e a pessoa não pode ficar exposta à ação criminosa", afirma.
Apesar de acreditar que é necessário revisar todo o estatuto, Paes de Lira afirma que existe no Congresso e no governo uma "fortíssima" resistência a uma reforma. Por isso, ele defende atenuar a lei, estabelecendo algumas exceções e retirando dispositivos que, para ele, ferem direitos dos cidadãos.
Os projetos de lei propõem a ampliação para categorias diversas, incluindo guardas-parques, conselheiros tutelares, agentes de segurança socioeducativos e guardas municipais de municípios com menos de 50 mil habitantes.
Cultura de paz
Já o delegado federal Douglas Saldanha, chefe do Serviço Nacional de Armas, afirma que as proposições que ampliam o número de autorizados a portar armas podem desfigurar o estatuto. Ele acredita que a lei foi eficiente ao estabelecer uma cultura de paz, o que seria visível na redução do número de mortes por disparo de armas de fogo. "Ela introduziu a ideia de que só deve ter arma quem realmente precisa", disse. A legislação anterior, afirmou, era ineficiente na repressão.
Para Denis Mizne, do Instituto Sou da Paz, o estatuto rompeu um ciclo de 13 anos de crescimento da violência no País. Além disso, acrescenta, foram recolhidas mais de meio milhão de armas em campanhas de entrega voluntária.
Continua:
26 de agosto de 2010
Refundar as polícias
As polícias Militar e Civil não cooperam entre si: elas são geridas separadamente e seus cursos de formação pregam valores divergentes. Em comum têm apenas a cultura corporativa, às vezes desfavorável aos direitos humanos. O que pode ser feito para mudar esse cenário? Pouco, a não ser que alteremos a Constituição
No Rio de Janeiro ninguém está satisfeito com as polícias, tanto Civil quanto Militar. Nem a sociedade, nem os próprios oficiais. Porém, as forças fluminenses não são as únicas em estado adiantado de degradação: suas deficiências apenas se tornaram mais visíveis.
Em quase todo o país as avaliações sobre essas corporações são negativas. Os baixos salários são o problema central e têm como consequência direta a necessidade de “bicos” para completar o orçamento familiar.
Nesse cenário, nada mais natural que a maioria dos policiais procure uma vaga na segurança privada. A lei proíbe, mas o bolso manda. E como não há fiscalização de fato para conter a jornada dupla, fica mais fácil burlar a regra – a responsabilidade sobre a segurança privada é da Polícia Federal, mas faltam agentes e sobram missões.
As secretarias estaduais, por sua vez, fingem que nada acontece. Se interviessem, implodiriam as contas públicas, que não resistiriam à emergência de uma demanda salarial reprimida. Afinal, é a segurança privada, informal e ilegal, que financia, indiretamente, a segurança pública, tornando possível um orçamento irreal. Eis aí o gato-orçamentário.
Mas quando não se fiscaliza a segurança privada para não atrapalhar o mal “benigno” ou a informalidade “bem intencionada”, tampouco se vigia a ilicitude maligna. As milícias estão aí para não nos deixar mentir. E os turnos de trabalho irracionais? Quem teria coragem de racionalizá-los, se isso implica a quebra da espinha dorsal do bico?
FONTE: BLOG DA RENATA e BLOG DO LOMEU e ASSTBM
POLICIAIS DO NORTE DE MINAS ESTÃO TRABALHANDO COM COLETE A PROVA DE BALAS VENCIDOS
Durante nossa viagem pelo Norte de Minas estamos nos deparando com uma triste realidade: os policiais estão trabalhando com coletes à prova de balas vencidos.
Com isso, a vida dos policiais está em risco devido a irresponsabilidade de alguém. Para piorar, os policiais reclamam que várias cidades tem agência bancária e os militares não tem sequer uma arma de grosso calibre.
"Estamos abandonados aqui, se precisarmos de encarar bandidos, só temos nossas armas do coldre, pedimos todos os dias uma arma de grosso calibre e os engravatados da PM não estão nem aí para nossa realidade. "As viaturas mais novas que temos aqui são de 2005, só vive estragando", afirma um militar que não quis se identificar.
25 de agosto de 2010
ENQUANTO OS OUTROS BRIGAM, NÓS TRABALHAMOS!
Policiais reclamam falta de estrutura em contêiner (SE)
Eles trabalham em um contêiner localizado no canteiro do Jardins e reclamam da falta de água, de energia, de telefone e de banheiro adequado.
Ele enfatizou que “os vidros da frente não são à prova de bala, não existe ar-condicionado e se os dois policiais que ficam de plantão precisarem ir ao banheiro, não podem, porque se derem descarga, os dejetos vão parar no canteiro. Entendo que contêiner de ferro não é lugar nem de policial trabalhar, nem de receber cidadão. É totalmente inadequado. Não tem nem energia e nem água”, destaca sargento Edgard, ressaltando estar contando com a ajuda do Ministério Público para solucionar o problema.
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| Veja o que acontece quando os policiais dão descarga: sai tudo no canteiro |
Policiais que trabalham no contêiner da Polícia Militar (PM) instalado recentemente no canteiro ao lado do Banese e do Shopping Jardins estão reclamando a falta de estrutura no local. Sem água, sem energia elétrica, sem telefone, sem sanitário [existe, mas não pode dar descarga, porque os dejetos vão para o canteiro] e enfrentando o forte calor, eles dizem estar contando ainda com a insegurança, já que a visibilidade é total por conta das portas e paredes de vidro. A situação foi denunciada na manhã desta terça-feira, 24 no Ministério Público de Sergipe (MP).
A denúncia foi feita ao promotor Deijaniro, da Promotoria de Defesa Comunitária, pelo sargento Edgard Menezes, da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar de Sergipe. “A situação no local está insustentável. Colocaram o contêiner dando o nome de PAC [Programa de Atendimento ao Cidadão] na frente de um shopping onde funcionam agências bancárias, joalherias; no fundo de um banco e na lateral de um posto de combustível, ou seja, numa área propícia a assaltos, sem que haja qualquer estrutura ou segurança para os policiais e para a população”, lamenta Edgard Menezes.Ele enfatizou que “os vidros da frente não são à prova de bala, não existe ar-condicionado e se os dois policiais que ficam de plantão precisarem ir ao banheiro, não podem, porque se derem descarga, os dejetos vão parar no canteiro. Entendo que contêiner de ferro não é lugar nem de policial trabalhar, nem de receber cidadão. É totalmente inadequado. Não tem nem energia e nem água”, destaca sargento Edgard, ressaltando estar contando com a ajuda do Ministério Público para solucionar o problema.
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| Local de trabalho dos militares - ao lado sargendo Edgard |
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