30 de outubro de 2010

Militares reagem a assalto e atiram em suspeito na capital


Uma policial militar atirou contra um suspeito de assalto na manhã deste sábado, 30, no bairro Heliópolis, região Norte de BH. Segundo a PM, o soldado Luiz Otávio dos Santos, 29  anos, lotado no CPC e sua esposa Letícia Antunes Fagundes dos Santos, lotado no 13 BPM, chegavam em casa quando André Luiz Moura Modesto, 21 anos, teria tentado assaltá-los.  Os dois reagiram ao assalto e a militar disparou três vezes contra o suspeito, atingindo braço, tórax e glúteos.
Ainda segundo a PM, os dois estavam de folga do trabalho e não estavam fardados no momento do crime. A arma foi recolhida e será incluída no inquérito de investigação da polícia sobre o caso. Ele foi encaminhado ao Hospital de Pronto Socorro de Venda Nova e não corre risco de morte.
Fonte: PMMG e O TEMPO

29 de outubro de 2010

Agente de polícia fica ferida após ser baleada por professora dentro de delegacia em Timóteo

Uma agente de polícia ficou ferida na madrugada desta sexta-feira (29) depois que uma professora, durante uma crise nervosa, invadiu uma delegacia de polícia e atirou, em Timóteo, no Vale do Aço. De acordo com a Polícia Militar, por volta de meia-noite, a mulher, de 37 anos, entrou na delegacia, localizada no bairro Itimirim, e afirmou que gostaria de registrar um boletim de ocorrência. Quando foi informada pela agente de plantão que as ocorrências só poderiam ser registradas durante o horário administrativo, a mulher ficou nervosa, tirou uma arma da bolsa e ameaçou atirar.
Segundo a PM, a agente de polícia tentou conter a professora, mas acabou levando um tiro na mão. Logo após atirar na policial, a mulher pegou a arma e atirou contra a própria cabeça. A autora morreu no local do crime. Na bolsa da professora, os policiais encontraram uma carta de despedida para o marido e filhos. Não há informações sobre qual seria a ocorrência policial que ela queria registrar antes de se matar.
Fonte: O Tempo

ALMG instala comissão do fórum de segurança pública na sexta (5/11)


Debates - Durante os três dias do fórum, autoridades, especialistas, profissionais de segurança e representantes das entidades discutiram, entre outros temas, a dimensão da malha viária e o problema das fronteiras desguarnecidas que colocam o Estado na rota do tráfico; os baixos efetivos das polícias federais e estaduais para combatê-lo; o aumento do consumo de crack como determinante do crescimento da violência; a alta taxa de infrações criminais por uso e tráfico de drogas; os esforços dos governos estadual e federal para integrar ações; e uma política comum de combate às drogas, prevenção do uso e tratamento dos dependentes.
FONTE: ALMG

Policial militar é baleado durante perseguição a carro roubado no Novo Aarão Reis


Uma perseguição a um suspeito de roubo de carro terminou com um jovem preso e um policial militar baleado na madrugada desta sexta-feira (29) no bairro Novo Aarão Reis, na região Nordeste de Belo Horizonte.
De acordo com a Polícia Militar, uma viatura do 16º batalhão avistou um carro em atitude suspeita pelas ruas do bairro. O carro, um Fiat Idea, teria sido tomado de assalto no último dia 19. Ao perceber que estava sendo observado, o motorista do veículo começou a fugir pela região até que bateu o carro na entrada de um beco.
Logo após a batida, o condutor desceu do veículo e passou a atirar contra os policiais. O cabo Divino Marinho do Nascimento, lotado na 24ª Cia, foi atingido de raspão na perna e socorrido pelos próprios colegas e levado para um hospital da região. O militar não corre risco de morte, segundo a PM. Uma mulher de 19 anos, que teria participação no crime e que estava dentro do veículo, foi presa, mas negou participação no crime. A jovem afirma que teria sido sequestrada pelos suspeitos que conduziam o veículo. A mulher foi levada à Seccional Sul.
FONTE: O TEMPO E PMMG

28 de outubro de 2010

ALERTA AOS COMANDANTES DE UNIDADES - VOCÊS PODEM SER ENQUADRADOS NA LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - UMMG USA INSTALAÇÕES DENTRO DOS QUARTÉIS - INSTALAÇÕES PÚBLICAS PARA UMA ENTIDADE PRIVADA

Veja o oficio enviado aos comandantes de unidade:

Belo Horizonte, 28 de Outubro de 2010

Ilustríssimo Senhor Comandante,

Na condição de Comandante de UEOp, a Lei 8429/92 imputa a V.Sa a condição de agente público conforme seu artigo 2º:

“Art. 2° Reputa-se agente público, para os efeitos desta lei, todo aquele que exerce, ainda que transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas no artigo anterior”.

A improbidade administrativa é fenômeno que acompanha o homem em sua trajetória no tempo. O legislador ao editar a Lei 8.429/92, conhecida como Lei de Improbidade Administrativa, teve como objetivo combater os atos praticados por agentes públicos que lesionavam, de alguma forma, o bom, eficiente e normal funcionamento da Administração Pública.

Uma das finalidades da Lei é o agente público por AÇÃO ou OMISSÃO não lesione ou permita que terceiros tragam qualquer tipo de lesão ao patrimônio público, conforme norteia o artigo 5º da Lei:

Art. 5° Ocorrendo lesão ao patrimônio público por ação ou omissão, dolosa ou culposa, do agente ou de terceiro, dar-se-á o integral ressarcimento do dano.

Assim, aquele que causar qualquer tipo de lesão ao patrimônio público com seu modus operandi, tanto na forma comissiva, quanto na omissiva, terão que ressarcir, integralmente, o dano causado.

Di Pietro (2004, p. 431) entende ser agente público “toda pessoa física que presta serviços ao Estado e às pessoas jurídicas da Administração Pública”.

Além do caput do art. 10, existem mais 13 incisos que identificam as possibilidades de atos de improbidade administrativa. Cabe ao art. 11 demonstrar o rol (não exaustivo) de condutas que constituem atos de improbidade administrativa os quais resultam em ofensas aos princípios da Administração Pública, sendo referência qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade, lealdade às Instituições, mantendo-se preservada a moralidade administrativa.

Fazzio Júnior (2003, p.174) na Improbidade Administrativa e Crimes de Prefeitos, menciona o posicionamento de Cármen Lúcia Antunes Rocha, no tocante à aplicação dos princípios constitucionais da Administração Pública, in verbis:

Os princípios constitucionais da Administração surgiram para serem determinantes de comportamentos públicos e privados, não são eles arrolados como propostas ou sugestões: formam o direito, veiculam-se por normas e prestam-se ao integral cumprimento. A sua inobservância vicia de macula insanável o comportamento, pois significa a negativa dos efeitos a que se deve prestar. Quer-se dizer, os princípios constitucionais são positivados no sistema jurídico básico para produzir efeitos e deve produzi-los.

Neste sentido e por dever de respeito a muitos comandantes de unidades, íntegros, probos e honestos, e considerando decisões anteriores até mesmo hierarquicamente superior, cabe-nos alertá-los que a União do Pessoal da Polícia Militar - UMMG - entidade de direito privado, sem nenhum vínculo com a administração pública, conforme observado há tempos ocupa espaço e instalações dos Batalhões de modo ilegal e irregular, ou seja espaço e recursos públicos, o que caracteriza flagrante improbidade administrativa, que poderá ensejar responsabilização deste comandante, conforme o artigo 10:

Art. 10. Constitui ato de improbidade administrativa que causa lesão ao erário qualquer ação ou omissão, dolosa ou culposa, que enseje perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no art. 1º desta lei, e notadamente:

I - ...

II - permitir ou concorrer para que PESSOA FÍSICA OU JURIDICA PRIVADA utilize bens, rendas, verbas ou valores integrantes do acervo patrimonial das entidades mencionadas no art. 1º desta lei, sem a observância das formalidades legais ou regulamentares aplicáveis à espécie;

Sendo assim, entendemos que muitos Comandantes já herdaram este absurdo que é uma única Entidade Representativa de classe, em que pese toda sua representatividade, mas embora instituição de direito privado, em detrimento de todas as outras, ocupe salas e instalações dos quartéis da Polícia Militar de Minas Gerais.

Abro um parêntese para citar o caso do CSCS (Centro Social de Cabos e Soldados), uma entidade nos mesmos moldes da UMMG, que paga aluguel de várias salas e instalações particulares próximas aos quartéis.

Porem a legislação vigente prevê penalidades ao Comandante (no caso em tela) que por ação ou omissão permita tal lesão ao patrimônio público:

Art. 12. Independentemente das sanções penais, civis e administrativas previstas na legislação específica, está o responsável pelo ato de improbidade sujeito às seguintes cominações, que podem ser aplicadas isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato: (Redação dada pela Lei nº 12.120, de 2009).

I - na hipótese do art. 9°, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, quando houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos, pagamento de multa civil de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos;

II - na hipótese do art. 10, ressarcimento integral do dano, perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, se concorrer esta circunstância, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos;

III - na hipótese do art. 11, ressarcimento integral do dano, se houver, perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de três a cinco anos, pagamento de multa civil de até cem vezes o valor da remuneração percebida pelo agente e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de três anos.

Parágrafo único. Na fixação das penas previstas nesta lei o juiz levará em conta a extensão do dano causado, assim como o proveito patrimonial obtido pelo agente.

Sendo assim cumpro meu dever de alertar a este Comandante que verifique se em sua unidade não existe instalações públicas dentro do quartel sendo ocupadas pela UMMG, e informar ainda que oficiaremos ao Promotor público de cada Comarca e ainda ao Exmo Senhor Promotor Público Coordenador da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público do Estado de Minas Gerais noticiando o fato.

Reitero que faço este alerta antes de noticiar ao MP por saber que existe uma herança de comandos anteriores que certamente são de épocas anteriores a V. Sa., mas que uma vez alertados ficarão cientes das responsabilidades pessoais de cada comando e cada comandante.

Atenciosamente,

Vereador CABO JÚLIO
Líder do PMDB

Tiroteio entre policiais militares e supostos traficantes em Nova Contagem


Militares da Iª Cia de Missões Especiais foram recebidos a tiros por suspeitos de tráfico de drogas na divisa entre Esmeraldas e Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. A troca de tiros resultou na morte de um homem e pelo menos dois feridos, na tarde desta quinta-feira (28/10).

Segundo informações da PMMG, os militares receberam uma denúncia de tráfico de drogas na região. Armas de fogo e munições de diversos calibres foram encontrados no local. Pelo menos oito homens estão escondidos em um matagal no trevo de Nova Contagem. Um helicóptero da PMMG e policiais fazem busca no local.



Fonte: PMMG



Criminosos atiram contra helicóptero da Polícia Militar na Grande BH
Segundo PM, suspeitos estavam em um matagal.

Eles teriam atirado contra os militares que revidaram.
Criminosos atiraram contra um helicóptero da Polícia Militar (PM) durante um confronto entre policiais e criminosos, nesta quinta-feira (28), no bairro Serra Verde, na divisa de Contagem e Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Três homens morreram no tiroteio. De acordo com a PM, os militares foram ao local depois de receberem uma denúncia de tráfico de drogas. Lá, eles encontraram os suspeitos em um acampamento. A estrutura fica em um matagal.
Segundo polícia, eles tentavam abordar o grupo há alguns dias, mas devido a posição privilegiada em que os criminosos estavam, não conseguiram prendê-los. Durante a tarde desta quinta-feira (28), os militares chegaram ao local pela mata que cerca o acampamento. Os suspeitos foram surpreendidos e passaram a trocar tiros com a PM.
Os policiais revidaram e feriram três suspeitos. Eles foram encaminhados à Policlínica de Contagem. Segundo a unidade médica, os criminosos morreram. De acordo com a PM, nenhum militar se feriu durante a ação.
Os outros criminosos fugiram do local pela mata. Os policiais acionaram um helicóptero e cães de captura para auxiliarem nas buscas. Os suspeitos atiraram contra a aeronave e não foram capturados.
Dois revólveres e uma pistola foram apreendidos no acampamento dos criminosos. De acordo com a polícia, munições de diversos calibres também foram encontradas. No local, também haviam plantas semelhantes à maconha.
Segundo a PM, os suspeitos integram a “Gangue do Pasto”.

FONTE: G1

Adoecimento na atividade policial, uma agenda de mudança cultural e institucional



Diferentemente de muitos, que já podem prejulgar ou conjecturar, sobre o ensaio que publicamos sobre a escala dos policiais militares dispensados por motivo de saúde, nossa defesa é e sempre será para o respeito e cumprimento de direitos que são inerentes à condição ou estado de saúde dos que se encontram nesta horrível situação, ou alguém em sã consciência desejaria ficar doente, somente para não ser escalado em serviços, cujos objetivos são duvidosos e de pouco efeito sobre as causas da violência e da criminalidade.

Entretanto, ressalte-se que compreendemos o esforço em prol da segurança pública, em especial quando se trata de eleições, é necessário para que os cidadãos possam exercer com tranquilidade e sem pressões ou interferências de terceiros seu direito de votar, cumprindo seu papel cívico de fortalecer e reafirmar os princípios e valores democráticos duramente conquistados pela sociedade.
Mas não podemos também fechar os olhos, vigora na corporação um preconceito cultural institucionalizado, de que os doentes, ou mais conhecidos popularmente como “baixados”, são discriminados e acabam recebendo um tratamento inadequado, em que são rotulados de inúteis e considerados mais um estorvo do que propriamente como um profissional capaz, compromissado e que exerce com competência em sua restrita área de atuação, as atividades que lhe são desincumbidas com esmero e zelo.
Preconceito que perdura e que atravessou o tempo sem que fosse intentada uma política de comando para erradicá-lo do tecido organizacional, dando mais condições para que o militar doente ou acometido de alguma doença temporária que por isto tem sua capacidade laborativa reduzida, mas que continua exercendo mesmo com limitação e responsabilidade as funções adequadas ao seu estado de saúde.
A “doença relacionada com o trabalho” ou o “acidente do trabalho” no seu sentido mais amplo poderá ter produzido ou estar produzindo “deficiência” ou “disfunção” (“impairment”), que segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) é “qualquer perda ou anormalidade da estrutura ou função psicológica, fisiológica ou anatômica”.
Muitas doenças, relacionadas ou não com o trabalho, exigem, pela sua gravidade, o imediato afastamento do trabalho, como parte do tratamento (repouso obrigatório), e/ou pela necessidade de interromper a exposição aos fatores de risco presentes nas condições e/ou ambientes de trabalho. Outras doenças, por serem menos graves, não implicam, necessariamente, no afastamento do trabalho, mas toda ação neste campo deve ser intentada no sentido de “proteger” o trabalhador, focando em sua mais breve e imediata recuperação. Há, no entanto, oficiais médicos, que são muito rigorosos ou restritivos concedendo tempo insuficiente para a melhora efetiva do paciente/trabalhador.
Toda instituição pública ou privada moderna e situada em seu tempo, adota e desenvolve um programa de reabilitação profissional - PRP -, tendo como pilar propositivo a reabilitação dos trabalhadores incapacitados para o trabalho em sua atividade habitual, visando reintegrá-lo na atividade laboral de modo a conciliar as necessidades destes as características dos postos de trabalho com as demandas institucionais, mas na Polícia Militar hodiernamente, mesmo com os avanços e adoção de ferramentas e procedimentos modernos de gestão legados pela contemporânea e moderna política de administração de recursos humanos, ainda não incorporou em sua estrutura uma política com este objetivo.
Estudos recentes de análise qualitativa, embasada em estudos observacionais exploratórios acerca do adoecimento, do afastamento e dos processos, de reabilitação, identificaram aspectos relevantes em relação à reabilitação profissional, em que os efeitos e consequências do adoecimento ultrapassa a vida profissional, pois o tempo do afastamento das atividades habituais provoca mudanças no estilo de vida, impactos físicos e psíquicos do adoecimento, problemas sociais graves; dificuldades de reinserção destes trabalhadores nos locais de trabalho em razão de suas restrições/limitações, e dificuldades relacionadas à aceitação nos grupos de trabalho, como já frisado anteriormente, pela tendência de segregação e do preconceito institucionalizado.
Estas constatações foram o alicerce para que muitas instituições a necessidade de contextualizar a questão da reabilitação repensando o processo de saúde, adoecimento e qualidade de vida no trabalhado. Nesta perspectiva este processo deve ser uma política institucional, tendo como princípios norteadores os valores do respeito a pessoa humana e responsabilidade social, orientado pela política de desenvolvimento de recursos humanos, garantindo acesso e participação ao trabalhador afastado por adoecimento.
Uma política com este alcance e dimensão, contempla um conjunto de ações médicas, psicológicas, sociais e administrativas que visam o resgate da capacidade laborativa residual do trabalhador, com problemas físicos e/ou psíquicos, para o exercício de suas funções originais ou a reintegração do mesmo em nova atividade profissional, procurando conciliar condições pessoais, potenciais, conhecimento e experiência profissional com características do trabalho e necessidades institucionais.
Trabalhar não é o problema para os policiais militares dispensados por motivo de saúde, mas o exercício de atividades que somente objetivam cercear-lhe o direito constitucional a saúde e o bem estar, bastam para reforçar o preconceito e a discriminação que como frisamos é um problema histórico, reconhecido e reconhecido na administração pública militar, que se transformou no hábito institucionalizado de estigmatizar o adoecimento como uma estratégia de uns poucos mau profissionais que abusam e subvertem um direito em uma arma para se proteger de suas infrações disciplinares ou para se favorecer em detrimento dos demais profissionais da organização policial militar.
Antes de ser uma obrigação legal é um princípio institucional a manutenção, preservação, recuperação e prevenção dos problemas de adoecimento, levando ao reconhecimento de que uma organização para ter saúde deve cuidar de suas pessoas.
Neste sentido a reabilitação profissional seria um passo estratégico importante na medida que fortalece valores institucionais e fornece constante estímulo a melhoria contínua, pois atua como como dispositivo para revisar aspectos da cultura organizacional, promovendo discussões sobre o adoecimento no trabalho, instigando a revisão de falsas crenças e análise dos processos de trabalho, além de apresentar resultados que são visivelmente demonstrados na instância financeira e de satisfação e valorização dos policiais militares.
* 2º Sgt PM (PMMG) - Bacharel em direito pela UNIFEMM - Presidente da Associação Cidadania e Dignidade

Policial é obrigado a agir diante de delito e faz jus à cobertura de seguro a qualquer momento


A família de um policial – civil, militar ou federal – que falece no cumprimento de suas obrigações legais faz jus à cobertura de seguro, estando ele dentro ou fora do horário de serviço. O agente policial, diferentemente de outros cidadãos, não possui discricionariedade ao se deparar com situações delitivas, independentemente da escala de serviço ou se em trânsito, o que justifica a cobertura nessas hipóteses. A decisão é da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Um policial de São Paulo foi morto no deslocamento do distrito policial à sua residência, onde faria uma refeição e depois retornar ao trabalho. A mãe do policial entrou com ação contra a Companhia de Seguros do Estado de São Paulo (Cosesp). A Cosesp alegou que a indenização não era devida, porque a cobertura era limitada a sinistros ocorridos exclusivamente durante o serviço policial.
A 1ª Vara Cível de São Paulo deu razão à autora. Para o juiz, a morte do policial ocorreu no estrito cumprimento de seu dever legal. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) negou apelação da Cosesp, afirmando que não existia cláusula excludente dos acidentes em deslocamento para o trabalho (“in itinere”). No STJ, a companhia reiterou a alegação de que as condições da apólice não garantiam indenização na hipótese de sinistro ocorrido fora do exercício das atividades policiais.
Mas, para o ministro Massami Uyeda, relator do recurso no STJ, a obrigação existe. É que, pelos termos do Código de Processo Penal (CPP), o policial detém a responsabilidade de agir na presença de um delito, na condição de garantidor da segurança pública. Diz o artigo 301 do CPP: “Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito”.

O relator admitiu a possibilidade de ser incluída uma limitação de responsabilidade na apólice do seguro de vida em grupo, nos termos do artigo 1.460 do Código Civil (CC) de 1916, em vigor à época. Para o ministro, no entanto, a exclusão deve constar de forma expressa, clara e objetiva na apólice, de modo a evitar qualquer dúvida em sua aplicação. De outra forma, incide o artigo 423 do CC, que determina a interpretação da cláusula em favor do segurado, em decorrência da boa-fé objetiva e da função social do contrato.
A seguradora insistia que o termo “exclusivamente quando em serviço policial” representava a limitação de sua responsabilidade. Porém, o TJSP asseverou que, se o segurado estava em plantão e se preparava para iniciar ronda especial de carnaval, estava efetivamente no exercício da atividade policial. “Sem a expressa exclusão da cobertura para os acidentes ocorridos ‘in itinere’, imperativo que se reconheça que o policial a caminho da delegacia de polícia e no retorno para casa está em serviço”, disse o TJSP.
Nesse ponto, o ministro afirmou que alterar o entendimento do TJSP demandaria a revisão de provas, o que é vedado no STJ em recurso especial.
Autor: STJ

Ação popular tenta derrubar 'PEC 300' no Tribunal de Justiça (PB)


O advogado Carlos Aquino (Paraíba) ingressa nesta quinta-feira, 28, na Justiça com a ação popular visando barrar o reajuste dos policiais civis e militares aprovado ontem pela Assembleia Legislativa. A ação tem por base o princípio de que é vedado se conceder aumento salarial a servidores 180 dias antes das eleições.
“Na condição de cidadão e no cidadão é preciso ver vários aspectos que a população talvez não entenda, estamos em 2010, ano eleitoral, último ano do mandato dos governadores. A lei proíbe reajuste durante o pleito eleitoral, nos 180 dias anteriores as eleições. Isso é um absurdo, há um sentimento de indignação em mim como cidadão mais do que como operador do direito e defensor da cidadania porque esse aumento repercute pra nós”, disse Aquino.
Ontem o conjunto de leis proposto pelo Poder Executivo, que ficou conhecido como ‘PEC 300 da Paraíba’ ou ainda ‘PEC dos Policiais’ foi aprovado pela bancada governista da Assembleia Legislativa e segue para ser sancionado pelo governador em exercício, Ricardo Marcelo. Caso aprovadas, as leis concedem reajuste de mais de 100% para policiais civis, militares e bombeiros, além de agentes penitenciários.

MOVIMENTO MINEIRO PELA VALORIZAÇÃO DO TRABALHADOR DA SEGURANÇA PÚBLICA: ESTADOS SAEM NA FRENTE DE MINAS GERAIS


Acompanhamos nestes últimos dias as ações dos governos dos estados da Paraíba e Paraná que estão se empenhando pela valorização dos trabalhadores da segurança pública. Na Paraíba foi aprovada hoje, 27 de outubro, na Assembléia Legislativa, o Projeto de Lei que visa o reajuste salarial dos policiais militares, civis e corpo de bombeiros, com base na PEC 300, estagnada no Congresso Federal. No Paraná foi aprovada no último dia 20, a redação final da PEC 64, que determina a implantação do subsídio como forma de remuneração dos policiais militares e civis do Estado. De acordo com a proposta, para ingressar na carreira todo policial deverá ter curso superior. Além disso, a PEC proporcionará um ganho adicional sobre os vencimentos da categoria, com o salário inicial de aproximadamente R$ 5 mil. Para entrar em vigor, precisa agora ser sancionada pela Assembléia Legislativa do Paraná, de acordo com o regimento interno da Casa.
Passado o primeiro turno das eleições, a PEC300, que cria o piso nacional para os profissionais da segurança pública, continua parada na câmara Federal, aguardando para ser aprovada em 2º turno. As expectativas são muitas e nossa luta continuará, no entanto, antes mesmo de esperar a boa vontade do governo federal, vários estados brasileiros já estão trabalhando e encontrando soluções imediatas para a valorização salarial dos policiais militares, civis e corpo de bombeiros. Até o momento, em Minas Gerais, não deparamos com movimentações dos nossos deputados estaduais para que o mesmo aconteça aos nossos operadores da segurança. 

É por isso que o Centro Social dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, presidido por mim, Cabo Coelho, se manifesta como entidade representativa de classe e convoca, a exemplo de outros estados do Brasil, a todos os deputados mineiros, vereadores e toda a família policial e bombeiro militar a iniciar um grande movimento ordeiro para pressionar o governo a adotar soluções rápidas para a implementação de um piso salarial digno e justo para os profissionais da segurança pública do nosso Estado.

Sabemos que Minas Gerais é um grande estado, possui economia forte e estruturada, o que possibilita investimentos na área da segurança pública. Então, por que não nos unirmos e cobrarmos juntos do governo esta pendência para com os trabalhadores da segurança?

Sugerimos que todos os interessados comecem a enviar e-mails aos deputados estaduais, cobrando apoio e projetos para que haja imediato reajuste salarial para a categoria. A diretoria do Centro Social está à disposição para acompanhar, discutir e apoiar mais esta luta em busca da dignidade dos policiais e bombeiros de Minas. A exemplo do grande movimento nacional pela aprovação da PEC300, nossa entidade vai se empenhar junto com os deputados que abraçarem esta importante causa; vamos colocar à disposição todo o apoio necessário para mais uma grande mobilização da categoria.

Nossa luta continua.

Presidente do CSCS

Acidente mata PMs que faziam segurança de governador (Rondônia)


Um grave acidente de trânsito matou oito pessoas e deixou 14 feridos nesta quarta-feira na BR-174, em Roraima. Dois eram sargentos da Polícia Militar (PM) que atuavam como seguranças do governador e candidato à reeleição Anchieta Júnior (PSDB).
Eles seguiam em um carro oficial do governo para o município de Caroebe, onde Anchieta realizaria um evento nesta tarde, quando colidiram de frente com uma van que fazia transporte intermunicipal próximo à cidade de Iracema, a 93 quilômetros de Boa Vista. No veículo havia mais dois policiais militares - um sargento e um soldado - que também faziam parte da equipe de segurança de Anchieta. Eles ficaram feridos.
As outras vítimas eram passageiros da van que saiu de São João da Baliza com destino a Boa Vista. Quatro morreram no local do acidente e ficaram presos às ferragens. Uma mulher faleceu enquanto recebia socorro médico no hospital de Iracema e um homem perdeu a vida em Mucajaí, quando era removido para o Hospital Geral de Roraima (HGR), em Boa Vista.
Os feridos foram socorridos em ambulâncias e no helicóptero do governo. Anchieta Júnior visitou os feridos no hospital e decretou luto oficial de dois dias. 
FONTE: AGÊNCIA ESTADO e BLOG DA RENATA

27 de outubro de 2010

APROVADO: com parecer oral da CCJ e da CO, ALPB acata por unanimidade a PEC 300; projeto amplia os salários de policiais e bombeiros da Paraíba



Os deputados paraibanos aprovaram por unanimidade, na manhã desta quarta-feira (26), a PEC 300. A matéria recebeu o parecer oral favorável da Comissão de Constituição e Justiça, através do deputado Gervásio Maia (PSDB), da Comissão de Orçamento, através do deputado João Gonçalves (PSDB) e da Comissão de Serviço Público, através do deputado Fabiano Lucena (PSDB).
Nesta quarta-feira (27), a bancada do governo compareceu ‘em peso’ à sessão na Assembleia Legislativa para colocar o projeto na pauta de votação. Já a maioria dos deputados de oposição não se encontravam em plenário. A sessão contou com a presenças de 19 deputados.
Representantes das categorias já comemoram a aprovação do projeto pelas ruas da cidade. Vários representantes das categorias estão em frente à Assembleia comemorando as aprovações dos projetos. O Major Fábio (DEM) esteve presente à sessão e foi bastante saudado pelos policiais que lotaram as galerias da Casa de Epitácio Pessoa.
Valores
Para elaboração dos projetos, que foram apelidados de “PEC-300”, a equipe econômica e administrativa do Poder Executivo Estadual tomou como base a tabela de vencimento dos policiais de Sergipe, que efetua, por graduações, os seguintes pagamentos:
 Coronel: R$ 12.401,62;
 Tenete Coronel: R$ 10.784,02;
 Major: R$ 9.885,35;
 Capitão: R$ 8.599,70;
 1º Tenente: R$ 7.166,41;
 2º Tenente R$ 5.733,13;
 Aspirante: R$ 5.512,63;
 Subtenente: 4.793,59;
 1º Sargento: R$ 4.566,32;
 2º Sargento: R$ 4.004,67;
 3º Sargento: R$ 3.512,87;
 Cabo: R$ 3.193,52;
 Soldado 1ª classe: R$ 3.012,75
Saiba o que ocorreu antes
Na tentativa de impedir a tramitação da PEC 300, os deputados de oposição na Assembléia Legislativa do Estado da Paraíba decidiram ‘boicotar’ a sessão desta quarta-feira (27). O projeto enviado pelo executivo estadual concede aumento salarial aos policiais militares e civis, bombeiros e agentes penitenciários.
Sem a existência do quorum necessário para votação do projeto similiar a PEC 300 corre o risco de não ser apreciado hoje. Os governistas, durante esta manhã, se revezam na tribuna para exigir que a proposta seja votada ainda hoje.
O projeto já recebeu inclusive o requerimento do líder do Governo na Casa, solicitando que a matéria seja apreciada em caráter 'urgente urgentissimo'.
Nesta manhã, as galerias da Casa voltaram a ficar lotadas por militares e civis que torcem pela aprovação da proposta. O clima segue tenso no plenário.  

Policiais acompanham votação da PEC 300 na Assembleia Legislativa da Paraíba

Redação  - ClickPB
Policiais militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários esperam, nesta quarta-feira (27), pela votação de aprovação do projeto de lei, conhecido como PEC 300.
O procurador da Assembleia Legislativa da Paraíba, Cecílio Ramalho, já respondeu ao questionamento do presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o deputado Zenóbio Toscano (PSDB).
De acordo com o procurador não existe a necessidade de verificar se houve divergência na assinatura do governador licenciado José Maranhão (PMDB) por que o autor do projeto, no caso, o governador, não reclamou. "Se o governador afirma sua assinatura, não seria a Assembléia que iria questionar a legitimidade da assinatura", declarou o procurador em entrevista ao jornal Correio da Manhã, da 98 FM, nesta quarta-feira. Com isso, o projeto deve tramitar normalmente na Casa de Epitácio Pessoa.
Na tarde desta terça-feira, 26, o colegiado de líderes da Assembleia Legislativa se reuniu em um dos hotéis da capital para discutir o andamento da “PEC 300” no Poder Legislativo. Hoje, o projeto deve seguir com o encaminhamento normal, com a votação a partir das 9h.
O projeto de Lei foi encaminhado pelo governo do estado à Assembleia Legislativa, concedendo reajuste a policiais militares, civis, bombeiros e agentes penitenciários da ativa e inativos.

Major: “Inconstitucional é pagar mal aos policiais”

Permanece impasse para a aprovação da PEC 300 na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). O deputado federal, Major Fábio (DEM) disse que o momento não é analisar a inconstitucionalidade do Projeto, até por que, para o parlamentar, o Projeto não é inconstitucional e disparou: “Essas mulheres e homens que aqui estão vão permanecer pressionando democraticamente, até que a PEC seja aprovada, porque inconstitucional é pagar mau aos policiais”.

Major Fábio disse que todos os policiais aprovaram o Projeto em Assembleia, dependendo agora da aprovação por parte dos deputados estaduais. “Quem for contra que vote contra, mas ficar nessa indecisão é que não dá”, disse.

Quanto a falsificação da assinatura do Projeto ser ou não do governador José Maranhão (PMDB), Major Fábio afirmou que isso é desculpa de quem não quer se posicionar diante da votação. “Precisamos saber quem é quem aqui dentro. Vamos colocar em votação o Projeto e quem for a favor da categoria, que vote a favor. Esse negócio de assinatura falsa do governador é conversa fiada. Se fossem eles apresentando a PEC, já teria sido aprovada”, finalizou.
Simone Duarte - PB Agora

26 de outubro de 2010

Senador Romeu Tuma morre em São Paulo aos 79 anos

O senador Romeu Tuma morreu às 13h desta terça-feira, aos 79 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em decorrência de falência de múltiplos órgãos.
Internado desde o dia 2 de setembro, ele passou por uma cirurgia cardíaca no dia 2 de outubro, quando foi colocado um dispositivo de assistência ventricular chamado Berlin Heart. O aparelho é um coração artificial. O corpo será velado na Assembleia Legislativa de São Paulo. 
Romeu Tuma começou sua carreira política em 1994, quando foi eleito senador, mas se projetou nacionalmente como policial. Casado com Zilda Dirane, Tuma teve quatro filhos e nove netos.
Nascido na capital paulista em 4 de outubro de 1931, Tuma ingressou na Polícia Civil do Estado em 1951, na função de investigador. Nos anos 60, concluiu o curso de direito na PUC e se tornou delegado em 1967.
A partir de 1969 começou a trabalhar com o delegado Sérgio Paranhos Fleury no Serviço de Inteligência do Dops (Departamento Estadual de Ordem Política e Social), órgão que passou a dirigir em 1975, durante a gestão do coronel Erasmo Dias na Secretaria de Segurança.
Sob o comando de Fleury, atuou no combate às organizações de esquerda e na repressão aos movimentos grevistas. Também colaborava com o SNI (Serviço Nacional de Informações).
Em 1980, quando Lula e outros sindicalistas do ABC ficaram presos no Dops após intervenção federal no sindicato, o atual presidente declarou que foi bem tratado pelo seu carcereiro.
Em novembro de 1982, depois que o PMDB venceu a eleição para o governo de São Paulo, o então governador, José Maria Marin (PDS), ordenou a Tuma que levasse os arquivos do Dops paulista para a Polícia Federal, para evitar que a oposição tivesse acesso aos documentos.
Em março de 1983, com a posse de Franco Montoro (PMDB) como governador, o Dops foi extinto e Tuma foi transferido para a PF, no cargo de superintendente regional de São Paulo. Em junho de 1985, ficou conhecido pela identificação da ossada do criminoso de guerra nazista Josef Mengele.
Em janeiro de 1986, já no governo do ex-pedessista José Sarney (PMDB), foi nomeado diretor-geral da PF pelo então ministro da Justiça, Fernando Lyra (PMDB), que no mês seguinte foi substituído por Paulo Brossard.
Na PF, Tuma atuou no combate às remarcações de preços praticadas por donos de supermercados durante o Plano Cruzado, em fevereiro.
Mas não tardou a entrar em conflito com o novo ministro da Justiça, que em 1987 o culpou pela morosidade na apuração dos inquéritos. Brossard, porém, não teve força política para demiti-lo.
Em dezembro de 1989, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial, a polícia paulista resgatou o empresário Abílio Diniz, que permaneceu em poder de sequestradores chilenos por um mês. Após a libertação do empresário, os sequestradores foram apresentados à imprensa vestindo camisetas do PT. Lula perdeu a eleição para Fernando Collor (PRN).
Mais tarde, comprovou-se que a vinculação dos sequestradores ao PT foi forjada durante a operação policial para prejudicar Lula.
Tuma foi encarregado das investigações sobre o sequestro e defendeu que os acusados fossem tratados como criminosos comuns, e não como prisioneiros políticos, porque tinham ligações políticas somente com o MIR (Movimento de Esquerda Revolucionária) chileno.
Após a eleição de Collor, foi convidado para acumular a direção da Polícia Federal com a direção da Receita Federal. Mas perdeu força após a queda da ministra da Economia, Zélia Cardoso de Mello, e pediu demissão em maio de 1991. Com o afastamento e posterior renúncia de Collor em 1992, o novo ministro da Justiça, Mauricio Correa, afastou o diretor da PF em outubro daquele ano.
Tuma retornou então à Polícia Civil de São Paulo e foi nomeado assessor do então governador Luiz Antonio Fleury Filho (PMDB). Em 1994, concorreu a uma vaga no Senado pelo PL (Partido Liberal). Ficou com a segunda vaga no Senado, à frente de Luiza Erundina (PT).
Em 1997 transferiu-se para o PFL. No ano seguinte sofreu um infarto e colocou quatro pontes de safena. A partir daí, os rumores sobre sua saúde tornaram-se frequentes.
Em 2000, disputou a Prefeitura de São Paulo pelo PFL, mas ficou apenas em quarto lugar. Dois anos depois, porém, conseguiu se reeleger, ficando novamente em segundo lugar, à frente de Orestes Quércia (PMDB).
Após a reeleição de Lula em 2006, deixou o partido se transferiu para o PTB, que integrava a base aliada.
Neste ano, disputou novamente uma vaga ao Senado ficando em quinto lugar com 10,79% (3.970.169 de votos).


Galeria de Fotos
Senador Romeu Tuma com equipamento de rastreamento eletrônico para presos em liberdade proviasória e em liberdade condicional, no plenário do Senado
Senador Romeu Tuma com equipamento de rastreamento eletrônico para presos em liberdade provisória e em liberdade condicional, no plenário do Senado
O delegado Romeu Tuma fala sobre as características da expressão facial do médico alemão Joseph Mengele. Após a identificação da ossada feita pela equipe do IML-SP, foi feita a reconstituição facial através do crânio e por meio dos restos mortais. O carrasco nazista, apelidado de o "anjo da morte," fazia experimentos com judeus no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau
O delegado Romeu Tuma fala sobre as características da expressão facial do médico alemão Joseph Mengele. Após a identificação da ossada feita pela equipe do IML-SP, foi feita a reconstituição facial através do crânio e por meio dos restos mortais. O carrasco nazista, apelidado de o "anjo da morte," fazia experimentos com judeus no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau


O então candidato do PFL à prefeito de São Paulo, Romeu Tuma, participa de debate na OAB
Senador Romeu Tuma, então candidato à prefeitura de São Paulo, reza na Igreja da Penha, onde foi pagar promessa, em São Paulo

Assembleia Legislativa do Paraná aprovou a PEC 64 e PM passa a pagar R$ 5 mil e exigir nível superior a PEC proporcionará um ganho adicional sobre os vencimentos da categoria, com o salário inicial de aproximadamente R$ 5 mil.


Mais uma corporação policial militar brasileira reconhece a necessidade de valorização profissional de seus homens: a Polícia Militar do Paraná. A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou a Proposta de Emenda Constitucional número 64, a PEC 64, que traz mudanças significativas na política salarial e de carreira da PMBMPR. 
Algumas mudanças implementadas: 
- A Policia Militar e o Corpo de Bombeiros do Estado do Paraná passam a perceber como remuneração o subsídio, em parcela única, não havendo mais o compilado de soldo + gratificações; 
- Exigir-se-á, para o preenchimento do cargo, na Polícia Militar do Paraná, além de outras condições definidas em lei, curso de nível superior para ingresso como Soldado de Segunda Classe e curso de Direito para ingresso na carreira de Oficial do Quadro de Oficiais Policiais-Militares e curso de Engenharia para ingresso no Quadro de Oficiais Bombeiros-Militares;
- A remuneração, sob a forma de subsídio, passa a ser fixada com a diferença de 5% de uma para outra classe, aos servidores públicos integrantes da Carreira Jurídica Especial de Advogado dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado do Paraná.
Através das medidas acima, os PMs e BMs do Paraná receberão apenas 5% a menos que os servidores da justiça (promotores, juízes etc). De acordo com o site da Assembleia Legislativa do Paraná, “a PEC proporcionará um ganho adicional sobre os vencimentos da categoria, com o salário inicial de aproximadamente R$ 5 mil”.
Fonte: Redação/ParaibaemQAP

DOCUMENTO A SER ENTREGUE A TODOS OS PROMOTORES SOBRE A UMMG ESTÁ QUASE PRONTO

O documento preparado por nossa assessoria jurídica informando aos promotores locais e a Promotoria do patrimônio público está em sua fase final de elaboração.
Neste documento estamos mostrando a maracutaia da UMMG, com a autorização do Comando Geral e a conivência dos Comandantes de Unidade.
A Instituição PRIVADA UMMG, que cobra mensalidades está usando de recursos públicos como sala, telefone, espaço fisico, mesas, etc.
Sabem o nome disse? IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA.
Sabem quem serão os primeiros a serem réus neste processo? os Comandantes de Unidade.
Sabem que a penalidade pode ser a perda do cargo público?
A UMMG é aquela mesma entidade em que, há até pouco tempo, seu presidente usava uma viatura descaracterizada da Polícia Militar com gasolina e motorista bancados pelo erário público.
AGUARDEM MUITAS NOVIDADES SOBRE O CASO UMMG.

HIPOCRISIA NA CORREGEDORIA DA POLÍCIA MILITAR - TA SOBRANDO OLEO DE PEROBA.

MAJOR MORALISTA DA CORREGEDORIA JÁ FOI PRESO POR SEGURANÇAS DE UM SHOPPING DE BELO HORIZONTE ROUBANDO MERCADORIAS.
"Caro amigo Cb Julio, sabe o que nós militares estamos passando com as arbitrariedades por parte de alguns membros assessores da CPM, um Major que alguns anos atrás foi preso por um segurança de um Shopping, sendo preso já no interior do veiculo e levado para uma sala tentando se esquivar e não se identificar, conforme relatório que foi me entregue à época por agentes da P2 do 16 BPM, porém retiraram o cabeçário para não identificar a agência.
Este Oficial se passa como o moralista e carrasco na CPM, e vem prejudicando muitos de nós, ele não tem moral para servir no lugar onde está e mais ainda se passar como um carrasco e soberano, prejudicando vários pais de familia e seus familiares. Veja o Doc anexo :
1 - Em 21 JAN 96, às 23h, na Avenida Cristiano machado 4000, bairro União, no interior do Hipermercado PAES MENDONÇA, O CAP PRM da APM (atualmente major), foi surpreendido por Milton Lajes lacerda Lima, segurança do estabelecimento, furtando uma fita para limpeza de cabeçote de video cassete.
2 - Os agentes desta AA compareceram ao local,onde em contato com o segurança, este veio a relatar que o referido militar, ficou no interior do supermercado por cerca de duas horas, pesquisando preços, porém em determinado momento o oficial, apoderou-se de uma fita de limpeza de video-cassete, retirando sua embalagem e jogando-a no lixo e colocando a fita cassete dentro de sua bolsa, retirando-se do interior do estabelecimento.
3 - O oficial foi abordado pelos seguranças no estacionamento do hipermercado e após uma busca foi encontrado o produto (do furto) encontrado com ele, sendo conduzido a sala de segurança, onde o militar negou-se a pagar a mercadoria bem como identificar-se, motivo pelo qual o COPOM foi acionado, que enviou para o local o CPU do 16º BPM e posteriormente o Major Fiuza que assumiu (sumiu) a ocorrência.
 
É ESSE POVO DA CORREGEDORIA QUE TEM MORAL PARA PUNIR E PERSEGUIR ALGUNS MILITARES. DESAFIO A POLÍCIA MILITAR A MOSTRAR O RECIBO DA OCORRÊNCIA ENTREGUE NA DELEGACIA E A MOSTRAR PARA A TROPA QUE PROVIDÊNCIAS FORAM TOMADAS CONTRA O ENTÃO CAPITÃO E HOJE MAJOR CHEIO DE MORAL DA CORREGEDORIA.
BANDO DE COVARDES, FERRAM OS PRAÇAS E PASSAM A MÃO NA CABEÇA DE OFICIAL LADRÃO. QUEREM MAIS EXEMPLOS??? EM BREVE

MILITARES DISCUTEM EM VITÓRIA CRIAÇÃO DO PARTIDO DA SEGURANÇA PUBLICA E CIDADANIA.

Policiais militares e bombeiros militares do Espírito Santo começaram a discutir neste sábado (16/10), em Vitória, a criação do Partido da Segurança Pública e Cidadania (PSPC).

Lideranças políticas militares e civis prestigiaram o evento, realizado no Auditório 1 da Assembleia Legislativa. Entre as lideranças estavam o deputado estadual reeleito Josias Da Vitória (PDT), que é cabo da reserva remunerada da PMES; o vice-prefeito de Cariacica, Juninho (PPS); o tenente Edvaldo Farias, da PMDF; e o sargento José Luiz Barbosa, da PMMG.
O evento, que ganhou o nome de Encontro dos Militares Estaduais, foi organizado pelo cientista político e coronel BM Martinho Pansini e o acadêmico em Psicologia e cabo BM Alexandre Pereira, coordenadores do Projeto Político dos Militares Estaduais do Espírito Santo. O tenente Farias e o sargento Barbosa participaram do Encontro para falar sobre a criação do PSPC.
Participaram também do Encontro diretores de entidades de classe dos militares capixabas como Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar do Estado do Espírito Santo, Associação de Subtenentes e Sargentos, Associação dos Bombeiros Militares e Associação dos Oficiais.
Farias e Barbosa defenderam a criação do partido como forma de dar melhor formação e informação aos militares e aos demais operadores da segurança pública do Brasil. Para o sargento Barbosa, os militares têm que participar da vida política brasileira, não só ajudando a eleger representantes para o Executivo e Legislativo, mas, principalmente, participando com apoio e cobrança:
‘‘Não adianta vocês (militares) simplesmente ajudarem a eleger o deputado Da Vitória para mais um mandato. Mais importante, daqui para frente, é participarem do mandato com cobrança e apoio. Sozinho, o Da Vitória não poderá ajudar a categoria no Legislativo’’, explicou o sargento.
Já o tenente Farias informou que está percorrendo os estados com a finalidade de mostrar, do seu ponto de vista, a importância da fundação de um partido que integre todos os operadores da segurança pública, como policiais civis, policiais militares, bombeiros militares, guardas municipais e agentes penitenciários.
Ele explicou, no entanto, que militares da ativa só podem se filiar a um partido político na época de campanha eleitoral. Porém, salientou que familiares dos militares da ativa podem e devem se filiar ao PSPC.
Reeleito deputado estadual com mais de 33 mil votos, Josias Da Vitória explicou que as eleições municipais de 2012 serão um marco para o novo partido. Lembrou, porém, que para disputar uma eleição estadual e federal todos os partidos precisam fazer alianças.
O vice-prefeito de Cariacica, o desportista Juninho, elogiou a conduta dos militares capixabas em lutar pela criação de um partido político. Defendeu que os militares devem manter uma discussão permanente sobre o assunto.
O Encontro contou também com a participação de outras lideranças, como dona Marli, que é mãe de uma policial militar. Marli pediu a palavra e elogiou os militares, frisando que a categoria tem todo o direito de brigar pela criação de um partido e de aumentar o número de representantes nos Legislativos Estadual e Federal. Foi bastante aplaudida.
O coronel Pansini lamentou o fato de os militares brasileiros não terem conseguido, nas eleições de 3 de outubro, eleger nenhum representante para a Câmara Federal. Segundo ele, a intenção hoje do Projeto Político dos Militares é inserir os militares estaduais de todo o País no campo político para dialogar no planejamento da segurança pública do Brasil.
Pansini marcou para o dia 4 de dezembro um novo encontro dos militares estaduais. Desta vez, para, segundo ele, começar a recolher as fichas de filiação dos interessados em se filiar ao PSPC.

22 de outubro de 2010

50º Batalhão reduz criminalidade em Montes Claros



22/10/2010
Quarenta e oito quilos de maconha, 696 buchas, 12 pés e 17 cigarros da mesma droga; 0,08kg e 386 papelotes de cocaína; 2.534 pedras de crack e 1,9kg da mesma substância e 164 frascos de lança-perfume. Este material faz parte das apreensões feitas durante os sete meses de criação do 50º Batalhão, comandado pelo Tenente-Coronel Jorge Bonifácio de Oliveira e com sede em Montes Claros.
Os números vêm comprovando que são significativas e favoráveis as mudanças de qualidade nos serviços prestados à comunidade, através de um policiamento eficaz e sempre presente. Se comparado o período de sete meses deste ano com o mesmo período do ano passado, percebe-se que houve uma grande redução em todos os tipos de crimes na área de atuação do 50º BPM.

QUER MAIS

Sempre buscando melhorar, o Ten-Cel Jorge acredita que a tendência de redução para os próximos meses ser ainda maior. Ele explica que o estudo do fenômeno e da dinâmica do marginal, a gestão logística e do pessoal empregado no policiamento preventivo e repressivo; o lançamento de diversas operações em todos os bairros sob a responsabilidade da unidade; o aumento das apreensões de armas de fogo - 412 -; a prisão de infratotes da lei e o monitoramento de suspeitos são fatores que contribuíram para a queda dos índices da criminalidade.

Ainda conforme o oficial, nos primeiros sete meses de 2010, 330 pessoas foram presas ou apreendidas durante operações do 50º BPM no combate à criminalidade, sendo registradas até o dia 14 de outubro, 231 prisões de adultos 99 apreensões de adolescentes. No mesmo perído, assaltantes, traficantes, homicidas e outros criminosos foram retirados das ruas e tiveram suas armas, drogas e veículos apreendidos. Grande parte dos infratores foi presa durante operações em cumprimento a mandados judiciais de prisão, busca e apreensão.

O tenente-coronel informa que, durante patrulhamentos e operações de rotina, também foram apreendidos diversos veículos furtados ou roubados e muitos outros produtos de crimes. Explicou que foram cumpridos mais de 100 mandados judiciais de prisão, busca e apreensão, sendo uma boa parte solicitada à Justiça pelo comando do 50º BPM.
Após elogiar a atuação de seu efeito, o comandante enfatizou que a participão da comunidade, por meio de denúncia, por meio do www.pmonline.com.br e dos números 190 e 181, têm sido de fundamental importância no trabalho da PM. Além disso, a unidade conta com outros artifícios para combater a criminalidade, sendo alguns deles, a divulgação de dicas de segurança e as orientações passadas para a comunidade pelo programa Onda Policial, das rádios Transamérica FM, Educadora AM, de segunda a sexta-feira, às 11h, e pela Rádio Web http://www.ondapolicial.com.br/.

“A redução da criminalidade só foi possível graças à motivação e ao grande empenho de todos os militares do 50º BPM, que não medem esforços para cumprir as metas estabelecidas. Quero parabenizar os nossos valorosos policiais em cada um dos sete municípios sob nossa jurisdição. Nossa prioridade é o trabalho operacional, com o lançamento diário de várias operações policiais e, para isso, contamos com todo o nosso efetivo. Vamos reduzir ainda mais os índices criminais e, conseqüentemente, alcançaremos um ambiente de tranquilidade e a melhoria da sensação de segurança e de paz em Montes Claros,” destacou o Ten-Cel Jorge Bonifácio.

(Alexandre França)
Fonte:portal PMMG.MG.GOV.BR

Viatura da PM capota durante perseguição em Contagem e deixa quatro militares feridos

Quatro militares do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam) ficaram feridos na madrugada desta sexta-feira (22) depois que a viatura em que eles estavam se envolveu em um acidente em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com a Polícia Militar, os militares feridos davam apoio ao 39º batalhão numa perseguição a um veículo que havia sido roubado. Durante as buscas pela avenida General David Sarnoff, no bairro Cidade Industrial, o veículo bateu em um poste e, em seguida, capotou.

Os quatro policiais foram levados ao Hospital Santa Rita com escoriações e não correm risco de morte. O carro roubado e os suspeitos não foram localizados.

- Sgt Wellington - Colaborador

20 de outubro de 2010

Inclusão de oficiais militares em regime geral de previdência no Pará é questionada no STF

Dispositivos da Lei Complementar 39/2002, do estado do Pará, relativos a oficiais da Policia Militar e do Corpo de Bombeiros no Regime Geral de Previdência dos Servidores estaduais, são alvos de questionamento no Supremo Tribunal Federal (STF). A autora da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4473) é a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais.
Para a entidade, a norma contestada deixou de atentar para as peculiaridades da carreira militar, “suas características especiais e a notória diferença de sua passagem para a inatividade, que em muito difere da aposentadoria dos civis”. Nesse sentido, a federação lembra que a Constituição Federal de 1988 (artigo 40, parágrafo 20), ao vedar a existência de mais de um regime de previdência e respectiva unidade de custeio, “fez expressa menção à exceção no caso dos militares”.
De acordo com a ADI, seria necessária uma lei específica para disciplinar a situação dos militares estaduais. E quando a Constituição Federal fala em lei específica, diz a federação, “o específico não pode ser albergado em norma geral”, como seria o caso da Lei Complementar 39/2002, norma geral que disciplina o sistema previdenciário do estado do Pará.
Com esse argumento, a ADI pede a declaração de inconstitucionalidade dos dispositivos da norma questionada que incluem os militares no regime geral previdenciário dos servidores estaduais do Pará.
O relator da ação é o ministro Dias Toffoli.
MB/CG
Fonte:STF
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