31 de janeiro de 2011

Pressão do comando, descaracterizou o Código de ética e disciplina desde sua concepção

Desde que os filósofos começaram a dedicar-se ao tema do poder político, dois aspectos intercomplementares sempre mereceram especial atenção: a distribuição das funções essenciais dos Estados entre seus agentes políticos e as limitações ao exercício destas funções. Iludidos pela expressão lingüística, não foram poucos os pensadores e parlamentos que endossaram a idéia de separação de poderes, atribuída, em especial, às obras de ARISTÓTELES, LOCKE e, sobretudo, MONTESQUIEU. 
A herança da famosa expressão tatua o próprio texto constitucional brasileiro em vigor (CF/88, art. 2º), renovando o prestígio a uma tradição de retórica constitucional inventada já no Império (Constituição Imperial de 1824, art. 9º) e de resto presente nas constituições dos demais países, como regra.
Fala-se em ilusão e em retórica constitucional porque, bem vistas as coisas, não se consagra na nossa realidade constitucional a concepção separatista, salvo sob uma perspectiva estritamente orgânica. Ao oposto, o que se extrai do conjunto normativo que estabelece os parâmetros fundamentais de funcionamento da república brasileira é um intrincado esquema de - lembrando O Federalista - freios e contrapesos no tocante às funções estatais essenciais, na esteira, aliás, do que já defendia MONTESQUIEU, ao ponderar que, porque “todo homem que possui poder é levado a dele abusar [...], é preciso que pela disposição das coisas o poder limite o poder”.
Não foi por acaso, que a comissão que elaborou o ante-projeto do código de ética e disciplina dos militares de Minas Gerais - CEDM - nos idos de 1998, adotou dentre os muitos dispositivos constitucionais e do direito administrativo, o conselho de ética e disciplina dos militares, órgão que deveria ter natureza deliberativa e composição paritária entre oficiais e praças, em razão mesmo de sua composição colegiada, suprimindo a autoridade monocrática do comandante de decidir os procedimentos disciplinares, o que frequentemente contaminava a decisão disciplinar, seja absolvendo ou condenando o suposto transgressor da ordem disciplinar.                                                     
Estranhamente no entanto, e em acordo a portas fechadas, entre (*) um Deputado e o comando da Polícia Militar, o capítulo que prescrevia sobre o conselho de ética, foi estrategicamente mutilado, pois foram alteradas as disposições que dispunham sobre seu poder deliberativo, bem como da composição paritária entre oficiais e praças, como fora concebido originalmente no ante-projeto do CEDM, que sepultou um dos princípios do código, que seria fundamental para que as decisões fossem mais democráticas, plurais e contando com a experiência de seus membros para decidir com justiça, isenção e imparcialidade, tornando a disciplina um bem coletivo e respeitado. 
São estas disfunções que atualmente violam direitos e impõe punições, quase sempre injustas aos policiais e bombeiros militares, exceto para muitos oficiais, que se beneficiam do controle quase absoluto da esfera disciplinar, pois a autoridade do conselho que passou com isto a ser consultiva é desconsiderada como critério de avaliação e julgamento, invertendo-se a ordem natural de que a decisão monocrática, exercida pelo comandante, deve sempre ser reexaminada por um órgão colegiado, o que poderia ser evitado se o conselho de ética e disciplina da unidade, exercesse poder decisório e de assessoramento nos procedimentos disciplinares do código, precedendo o comando, que está sujeito a juízos de valor individual, influências, ingerências e ao arbítrio para proferir decisão disciplinar.                                                                                                                 
A noção de legitimidade é um dos elementos que define, no âmbito das sociedade nacionais, as raízes da autoridade política. Explica a adesão a um sistema político aceito como fonte legítima de determinadas obrigações. Ou, posto de outro modo, é um atributo do estado que "consiste na presença, em uma parcela significativa da população, de um grau de consenso capaz de assegurar a obediência, sem recorrer ao uso da força, a não ser em "casos esporádicos". Nesse sentido, o respeito à norma e a legitimidade andam juntos.                                                                                     
A Segunda compõe o elemento subjetivo ou, mais precisamente, intersubjetivo que, expresso em modalidades de consenso, valoriza positivamente o conjunto normativo e, conseqüentemente, reforça o sistema legal. É claro, como veremos, que o movimento inverso pode ocorrer e determinar uma desvalorização do sistema legal. Ao sustentar "subjetivamente" um determinado regime, a legitimidade tem portanto, uma dimensão fundamental de valor.                                              
Dentre outros dispositivos disciplinares inovadores que sofreram interferência direta do comando, com o beneplácito do relator da comissão de administração pública, à época (*) um Deputado, há outros que foram simplesmente arrancados do texto do CEDM, como o do julgamento dos praça pelo Tribunal de Justiça Militar, para perda da graduação, o que causou grande polêmica, mas que acabou também sendo suprimido do código.    
Concluí daí que, há certos princípios que foram albergados no CEDM, com fundamento em normas e concepções constitucionais e administrativas, que foram pensadas para valorizar a disciplina como algo inerente ao exercício das funções e suas implicações que garantissem respeito, culto e valorização aos direitos e liberdades públicas, mas que foram deslegitimados pelas ações políticas do comando, o que obviamente acaba por concorrer com a desvalorização do sistema legal, no caso, o código de ética e disciplina, dando a sensação de certeza, de que a disciplina somente é aplicada aos praças.  
São inexistentes nas instituições militares, e isto se aplica igualmente tanto a Polícia Militar como o Corpo de Bombeiro Militar, um sistema de freio e contrapesos para que haja uma aplicação mais equânime e equilibrada na avaliação e julgamento dos praças acusados do cometimento de transgressões disciplinares, o que acaba por possibilitar decisões que muitas vezes somente carregam a experiência solitária, o arbítrio e a vaidade de comandantes, que se encastelam em torres construídas sob a subversão do poder disciplinar, que se transforma na mais pura e aterrorizante opressão e tirania.   
O propósito deste e outros artigos que escrevemos é chamar atenção para mudanças que são importantes, mas que precisam sobretudo de valorizar o sistema legal, e isto somente se conseguirá com legitimidade pelo debate democrático e participativo, de oficiais e praças, mas de modo concreto, e sem faz de contas, e mesmo assim como demonstramos há ações em sentido contrário, pela incompreensão e uso abusivo do poder disciplinar, que no militarismo chega ao absurdos de agasalhar e permitir que o orgulho pessoal, as vaidades, e a vingança privada, prevaleçam sobre o direito, basta dar uma breve pesquisada no Boletim Geral nº 08, de 27 de janeiro de 2011.
Deixamos de citar os casos concretos, por entendermos que de nada colaborará para a reflexão, mas para os mais interessados, é necessário uma leitura cuidadosa, para vermos como ainda vigora a cultura patrimonialista e o axioma, “manda quem pode obedece quem tem juízo.”

(*) TEXTO MODIFICADO
* Sgt PM, Bacharel em Direito, Presidente da Associação Cidadania e Dignidade e Fundador do Blog POLÍTICA, CIDADANIA E DIGNIDADE

CAPITÃO É PRESO POR REIVINDICAR TRATAMENTO JUSTO A BOMBEIROS/RJ

Foi publicada no último boletim reservado do CBMERJ (27/01/2011) a punição de 12 DIAS de PRISÃO do Cap BM Lauro Botto, por reivindicar, através de uma mensagem de texto (SMS) enviada ao secretário Sérgio Côrtes, tratamento JUSTO aos verdadeiros BOMBEIROS que hoje estão subordinados à Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil.
O anacronismo dos regulamentos disciplinares dos militares estaduais ainda permite que tais situações como essa ocorram, ao arrepio do que preconiza a Constituição Cidadã de 1988. Militares Estaduais do Rio de Janeiro (BBMM/PPMM) têm limitados direitos garantidos constitucionalmente e sequer têm respeitado seu direito a livre manifestação do pensamento.
E parece que a partir de agora o ex-tenente médico demissionário, ex-futuro ministro da saúde e investigado pelos ministérios públicos estadual e federal, secretário Sérgio Côrtes, começou a revelar a nova maneira de lidar com as legítimas reivindicações da tropa: PRISÃO!
O Capitão Lauro Botto foi candidato a Deputado Federal(PV/RJ) nas últimas eleições e atualmente é suplente à uma vaga na Câmara dos Deputados, onde tramita o projeto de criação de um piso salarial para bombeiros e policiais de todo o país (PEC 300), sendo o referido oficial BM um dos maiores entusiastas da matéria no estado do Rio de Janeiro. Desde o ano de 2007, o Cap Lauro Botto participa de movimentos reivindicatórios legítimos e pacíficos e, apesar de sua ficha disciplinar ser livre de qualquer advertência ou punição, já fora transferido de quartel por 5 vezes no últimos 03 anos.
Enquanto isso, continua o desrespeito às funções constitucionais do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro (UPA/SAMU/RecCadáveres), continua o desrespeito à escala remuneratória dos militares estaduais (Op.Dengue, UPA, SAMU, "Boi-Lambeu", "350,00",...), continuam a perceber o PIOR SALÁRIO DO BRASIL, continua o desrespeito à paridade de vencimentos entre ativos e inativos do CBMERJ, continua a enorme insatisfação da tropa com o governo que declaradamente discrimina os BBMM, continuam sem Rio Card (auxílio-transporte) todos os Bombeiros do Rio de Janeiro e continua em um crescente sem fim a desmotivação de 99% dos "Homens de Cáqui" do CBMERJ.
E quem vai PRESO é o Capitão...







FONTE: NOTICIAS DA CASERNA e BLOG DA RENATA

30 de janeiro de 2011

Policiais ´invadem´ Beira-Mar (FORTALEZA/CE)

Caminhada em prol da aprovação da PEC-300 mobilizou centenas de policiais civis e militares e bombeiros em Fortaleza
A manifestação reuniu representantes da categoria de vários Estados.
 A Avenida Beira-Mar ficou lotada de policiais 
KIKO SILVA
Cerca de quatro mil pessoas, entre policiais civis e militares e bombeiros militares, da ativa e da reserva, familiares dos praças e oficiais, políticos e representantes sindicais participaram, na manhã de ontem, da segunda manifestação em Fortaleza pela aprovação do Projeto de Emenda Constitucional de número 300 (a PEC 300), que propõe melhoria salarial para a categoria em todo o País.
Fortaleza foi escolhida para sediar a primeira manifestação pró-PEC 300 em 2011 por ser uma das capitais nordestinas que sediarão a Copa do Mundo de Futebol, em 2014. Outras cidades onde ocorrerá o evento farão atos semelhantes nas próximas semanas.
Nivelar
A PEC 300 já foi aprovada em primeira votação na Câmara dos Deputados, no ano passado. Mas, antes de ir para o Senado passará por nova apreciação dos deputados federais.
Na sua essência, a emenda constitucional prevê como principal objetivo nivelar os salários (soldos) de todos os policiais civis e militares e bombeiros militares brasileiros, criando, assim um piso nacional para os trabalhadores do setor da Segurança Pública.
A manifestação de ontem teve início por volta de 9 horas, quando os participantes concentraram-se no Aterro da Praia de Iracema e saíram em caminhada pela Avenida Beira-Mar, puxados por dois trios elétricos. Portando faixas, cartazes e vestindo coletes amarelos, os policiais receberam o apoio de quem estava no calçadão. Representantes das associações que congregam as categorias avaliaram o ato público como positivo, dado o número expressivo de participantes. Policiais militares que estavam de serviço naquele setor da Capital mantiveram-se à distância, mas foram saudados pelos colegas que participavam do ato.
Copa
Entre os convidados para a caminhada estava Antônio Moraes, presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Sergipe (Sinpol). Entusiasmado com o nível de participação na manifestação, ele afirmou que outras capitais nordestinas onde ocorrerão eventos da Copa já estão se organizando. Moraes lembrou que a escolha de Fortaleza para sediar o primeiro ato de apoiamento à PEC-300 foi uma decisão tomada durante o X Congresso Nacional da Confederação Nacional de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol) e da segunda reunião do Conselho Nacional das Entidades, realizada em novembro do ano passado, em Brasília. Representantes da categoria de policiais civis e militares de outros Estados brasileiros, como São Paulo e Pernambuco, também engrossaram a manifestação.
Os deputados federais Eudes Xavier e Raimundo Gomes de Matos, além do deputado estadual Delegado Cavalcante, e o vereador Leozinho, subiram nos trios elétricos para proferir rápidos discursos em favor das categorias. A presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Ceará (Sinpoci), Inês Romero Lima, ressaltou a união das classes policiais para que a campanha seja vitoriosa. "Precisamos unir nossas forças e obter o apoio da sociedade", afirmou o subtenente Pedro Queiroz, presidente da Associação dos Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (Aspramece).
Aprovada
No passado, a Câmara dos Deputados garantiu a PEC 300 em primeira votação. A matéria foi homologada por 393 votos, com duas abstenções. Na segunda votação, para este ano, os parlamentares poderão retirar (destacar) parte da proposição a ser votada para, em seguida, a matéria ir à nova apreciação.
De acordo com a emenda, uma lei federal definirá o piso salarial dos policiais civis e militares e dos bombeiros dos Estados, que passarão a receber na forma de subsídio. A mesma lei criará um fundo para ajudar os Estados a cumprir o novo piso, disciplinando o funcionamento do fundo e os recursos a ele destinados.
A lei também definirá o prazo de duração desse fundo. A partir da promulgação da futura emenda constitucional, o Executivo terá 180 dias para enviar o projeto dessa lei ao Congresso.
Parar
Durante a caminhada, alguns policiais civis e militares não descartaram a possibilidade de paralisações. Porém, a disposição geral da categoria é apostar no apoio da sociedade e dos parlamentares para que a emenda seja aprovada.
Participação
4 mil pessoas participaram da caminhada em prol de melhoria salarial para policiais civis, PMs e bombeiros. A concentração teve início no Aterro da Praia de Iracema e seguiu pela Beira-Mar
14 estados brasileiros deverão realizar atos de apoio ao movimento dos policiais e bombeiros. As cidades escolhidas para os atos são as que sediarão a Copa do Mundo de 2014
FERNANDO RIBEIRO
EDITOR DE POLÍCIA

28 de janeiro de 2011

Palavras do Sr. 2º Sgt PM, bacharel em direito, Presidente da Associação Cidadania e Dignidade e Fundador do Blog

Antecipando-se a regulamentação da lei 19490/11, que dispõe sobre a reserva de margem consignável em 10%, e sem avaliar os impactos da medida na vida financeira dos policiais e bombeiros militares, para fins de pagamento com cartão de crédito, já temos entidade de classe que celebrou parcerias com correspondentes bancários, o que nos parece temeroso e até irresponsabilidade, pois ainda não se sabe em que tais supostos benefícios irão facilitar o resgate ou reequilíbrio financeiro dos interessados.

Enquanto a Polícia Militar, através da DEAAS, se desdobra para conscientizar os policiais sobre a importância de se planejar, organizar e manter controle do orçamento familiar, vemos medidas sendo tomadas sem a devida avaliação e sob os auspícios de dirigente de classe, que pelo visto não atentou para o fato de já termos milhares de policiais e bombeiros militares endividados e sem nenhuma margem para crédito.

Embora saibamos que a medida editada, somente trará benefícios para os bancos e administradoras de cartão de crédito, muitos ignoraram que a lei amplia a base para descontos facultativo em 10%, por determinação legal, mas em seus dispositivos, assegura-se para a operadora esta margem percentual, mas por trás deste negócio milionário, vislumbra-se com facilidade a reserva de mercado consignada, que é uma excelente garantia contra a inadimplência e de que o devedor não poderá questionar na justiça, pois será automático o desconto para a operação, e os muitos desavisados acreditam estarem fazendo um excelente negócio.

Ninguém bate em nossa parta, para oferecer dinheiro, se não tiver certeza que obterá lucro e irá receber, sem contar que o gerenciamento e processamento dos descontos ficará a cargo da Polícia e Corpo de Bombeiro Militar, que são responsáveis pela formatação da folha de pagamento.

Se o governo quisesse mesmo privilegiar os servidores, civis e militares, com alguma transação financeira, seria no mínimo razoável que chamasse para as negociações as entidades representativas de classe, para que assim todos pudessem avaliar e discutir sobre a proposta e suas vantagens em relação ao mercado financeiro, e como poderia ser elaborada com sua participação uma norma para a finalidade, pois daqui a pouco cada instituição dará a interpretação que possa ser mais conveniente aos interesses de grupos ou de pessoas, o que pode provocar em pouco tempo uma avalanche de problemas sociais e familiares.

Mas será difícil vermos alguma reação ou manifestação neste sentido, pois a própria AOPMBM já inseriu propaganda em seu site, e montou uma infra-estrutura em sua sede para atender os que desinformada e desesperadamente lutam para sair do endividamento, para não falarmos do comprometimento de todas outras entidades de classe com o governo e o comando, e o que explica tamanha cumplicidade é o silêncio sobre um tema tão importante.

O endividamento foi exatamente provocado pela defasagem dos salários, corroendo o poder de compra dos policiais e bombeiros militares e suas famílias, pela inexistência de uma política salarial que garantissem sua recomposição ou até um percentual de aumento para nos elevar à posição de 3º lugar no ranking nacional entre as Polícias Militar e Corpo de Bombeiros Militares, posição na qual nos encontrávamos quando do início do Governo tucano, de Aécio Neves, e que agora prossegue decrescentemente com seu sucessor, o Governador Antônio Anastasia, nos precipitando para o 12º lugar no rankiamento brasileiro.

Então precisamos orientar e alertar, pois uma medida assim, configura-se em um belo presente de grego, e com o Governo Antônio Anastasia, as perspectivas não são as melhores, pois como afirmei em artigo anterior, o plano de segurança pública posto em execução durante oito anos de governo, comprovou claramente que os investimentos no setor, priorizou logística, custeio, e reequipamento do sistema de defesa social, mas esqueceu-se de valorizar os policiais e bombeiros, como se isto não fosse importante, urgente, necessário e fundamental para a melhoria dos indicadores de segurança pública.

As mudanças engendradas pelo Governo de Minas, com medidas pontuais e sazonais no sistema de segurança pública, somente atingiu os resultados amplamente divulgados e comemorados, com o esforço, dedicação e empenho dos trabalhadores da segurança pública, que não receberam contrapartida salarial, como outros governadores aplicaram em seus estados, como medida indissociável para a valorização profissional e resgate da dignidade social, devido a importância das atividades desenvolvidas para garantir tranquilidade e proteção aos cidadãos mineiros e suas famílias.

FONTE:blog Política cidadania e dignidade.



Promotoria vai avaliar empréstimo consignado



 O MP acredita que não há como realizar previamente o controle constitucional da medida

Ricardo Rodrigues - Editor-Adjunto - 27/01/2011 - 23:11

Ministério Público de Minas Gerais vai requerer todos os contratos das instituições financeiras com o Governo do Estado que tratam dos empréstimos consignados a servidores, aposentados e pensionistas. A Promotoria de Defesa do Consumidor aguarda também a publicação da regulamentação da lei 19.490, de 13 de janeiro de 2011, que dispõe sobre a consignação em folha de pagamento do servidor e de pensionista do Estado de Minas Gerais.
De acordo com o MP, não há como realizar previamente o controle constitucional da medida, que deve ser feito no parlamento. A lei alterou as regras na oferta de empréstimos em folha e revogou a lei 15.025, de 2004, que estabelecia em 30% o percentual de comprometimento do contracheque do servidor com descontos facultativos, e em 40% para descontos compulsórios, de modo que a soma desses descontos não ultrapasse 70% da remuneração bruta.
Dirigentes de entidades do funcionalismo reuniram-se nesta quinta-feira (27) com o promotor Fernando Abreu. Para eles, não está claro o limite de 10% dos empréstimos com cartão de crédito, determinado pela lei que foi publicada em janeiro. Os sindicalistas querem saber se o índice representa 10% do salário do servidor ou o limite do cartão.
A assessoria de imprensa do Governo informou que foi criado um grupo de trabalho que já está estudando as normas que vão reger esses contratos no Executivo. O artigo 21 da lei sancionada em janeiro estabelece que o Estado, o Ministério Público e o Tribunal de Contas vão expedir as normas para execução do novo consignado.
Aproveitando-se dessa brecha, os bancos já enviaram aos servidores o cartão de crédito, no valor da sua margem consignada. Para os dirigentes da Associação dos Servidores Públicos do Estado (Aspemg), César Cláudio e Antônio Passos
O promotor aguarda a regulamentação da lei para verificar se há irregularidades. “Os cálculos são pré-definidos no contrato em caso de liquidação antecipada da dívida”, diz.

Fonte:Jornal Hoje em Dia

27 de janeiro de 2011

Suspeitos de matar soldado do Bope são detidos na Favela da Maré, no Rio.

Suspeitos de matar soldado do Bope são detidos na Favela da Maré, no Rio
Com eles, foram encontrados um revólver, maconha e cocaína.
PM foi morto em uma tentativa de assalto na Avenida Brasil.


Dois homens – um maior e um menor de idade –, suspeitos da morte de um soldado do Batalhão de Operações Especiais (Bope), foram detidos por PMs do Grupo de Ações Táticas (GAT) do 22º BPM (Maré), na manhã desta quinta-feira (27). De acordo com informações do 22º BPM, os dois suspeitos foram encontrados na Rua Bittencourt Sampaio, na Favela Nova Holanda, no Conjunto de Favelas da Maré, no subúrbio do Rio. A polícia não informou como chegou aos suspeitos.
O soldado do Bope, que estava à paisana em uma moto, foi baleado e morto em uma tentativa de assalto, nesta manhã, na Avenida Brasil, uma das mais importantes da cidade, próximo à saída da Ilha do Governador. Os criminosos também estavam em uma moto.
Com os suspeitos, os PMs encontraram um revólver calibre 38, além de maconha e cocaína. Eles foram encaminhados para a 21ª DP (Bonsucesso), onde o caso será registrado.

Fonte: G1





PM prende dupla com 1kg de crack em Divinópolis

     Polícia Militar prende dupla com um Kg de crack em Divinópolis

PM prende dupla com 1kg de crack em Divinópolis
DIVINÓPOLIS - Durante patrulhamento em Divinópolis, policiais militares do 23º Batalhão prenderam dois homens que estão envolvidos com o tráfico de drogas no Bairro Campina Verde. Com eles, foram apreendidos 1kg de crack, dinheiro e outros materiais.
Após abordar um veículo com placa de Fortaleza-CE, que estava estacionado irregularmente, os PMs perceberam quando um rapaz saiu do carro, jogou dois embrulhos no quintal e entrou em uma residência. A equipe pegou o pacote e constatou que se tratava de crack.
Em seguida, entraram na casa e depararam com D.M.R.S., de 25 anos, e M.M.F., 24, que portavam R$ 9795,00, uma balança de precisão - usada para pesar drogas -, três celulares, dois MP7, um aparelho DVD, uma carteira de couro contendo R$ 50,85 e US$ 1,00, uma caixa de medicamento com 50 cápsulas de Novocal (cloridrato de lidocaína) e 37 pares de tênis falsificados, de diversas marcas.
Enquanto faziam levantamentos sobre a ocorrência, os policiais militares apuraram que o proprietário do imóvel havia fugido, uma vez que ele monitorava a entrada da casa com câmeras de vídeo e viu quando a equipe do 23º BPM chegou ao local.
Diante dos fatos, os suspeitos, juntamente com o material apreendido, foram conduzidos para a delegacia de Divinópolis e autuados em flagrante delito.
(Alexandre França)
Fonte: PMMG


Militares do Exército são mortos a tiros em favela da Baixada

Rio - Dois sargentos do Exército foram mortos a tiros na Favela da Vila Operária, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Marcelo Silva de Souza dirigia um Kadett com o amigo Nelson Souza Guarim Filho no carona quando se perdeu e entrou por engano na comunidade. A polícia acredita que criminoso.s tentaram assaltar as vítimas e dispararam contra o veículo quando perceberam que os pazes eram militares. 
Marcelo e Nelson morreram ainda no local, antes da chegada do socorro do Corpo de Bombeiros. De acordo com a Polícia Militar, outros dois soldados do Exército também estavam no carro e ficaram feridos. A dupla foi socorrida ao Hospital do Carmo, no município, e depois transferidos para o Hospital da Força Aérea, na Ilha do Governador. Ainda não há informação sobre o estado de saúde das vítimas.

ROTAM: Chefe do tráfico da favela do bairro Alto dos Pinheiros é preso

Uma denúncia anônima terminou com a prisão do chefe do tráfico da favela conhecida como “Zum Zum” na manhã desta quinta-feira (27) no bairro Alto dos Pinheiros, na região Noroeste de Belo Horizonte.
De acordo com policiais do ROTAM (Rondas Táticas Metropolitanas), eles receberam a informação de que um homem, de 27 anos, era o responsável pelo tráfico no bairro.
O suspeito foi preso em casa e já tem duas passagens policiais por tráfico de drogas. Em sua residência, a polícia apreendeu um revólver calibre 38, nove munição, treze pedras de crack já embaladas para venda, aproximadamente R$ 470 em dinheiro, duas porções de maconha, um celular e uma balança de precisão.
Segundo a polícia, o homem foi levado para a Divisão de Tóxicos e foi confirmado que ele comandava o tráfico no aglomerado.
FONTE: O TEMPO

Senasp abre 200 mil vagas em cursos a distancia para profissionais de segurança

Estão abertas a partir desta quinta-feira (27) as inscrição nos cursos da Rede Nacional de Educação a Distância para a Segurança Pública da SENASP/MJ. As inscrições seguem até a próxima segunda-feira (31) e podem ser feitas no site do Ministério da Justiça, ou direto pelo endereço:http://ead.senasp.gov.br. Para este ciclo 21 foram disponibilizados 54 cursos com duração de 40 ou 60 horas.
A Rede funciona como uma escola virtual com objetivo de viabilizar o acesso dos profissionais de segurança pública aos processos de ensino-aprendizagem.
Entre os cursos oferecidos estão: Análise Criminal, carga horária de 60h, Aspectos Jurídicos da Abordagem Policial - 60h, Atendimento as Mulheres em Situação de Violência - 40h, Atuação Policial Frente aos Grupos Vulneráveis - 60h, Crimes Ambientais - 60h, Gerenciamento de Crises - 60h, Segurança Pública sem Homofobia - 60h, Tráfico de Seres Humanos - VA - 60h, Violência, Criminalidade e Prevenção - VA - 40h.
Os cursos da EAD Senasp são destinados somente a Servidores de Segurança Pública das polícias: Federal, Rodoviária Federal, Civil, Militar, Guardas Municipais e Agentes Penitenciários. 
Através da ficha de inscrição pela internet o aluno solicitará a matrícula em um dos cursos. Sua solicitação será avaliada pelo Gestor de Educação a Distância que, após identificá-lo com a sua instituição, confirmará a sua matrícula. 
A participação nos cursos é um pré-requisito indispensável para os alunos candidatos ao beneficio da BOLSA FORMAÇÃO - Programa de transferência direta de renda do Governo Federal destinado à qualificação profissional dos servidores de segurança pública e justiça criminal.
FONTE: BV NEWS

Voluntários da Polícia Militar querem voltar à folha de pagamento (AC)

Voluntários não tiveram contratos rescindidos, mas também não estão em folha de pagamento 
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Voluntários em protesto em frente a Assembleia, nesta qsegunda-feira, 24;
eles querem estabilidade (Foto: Victor Augusto/A Gazeta)
A questão até pode ser jurídica, mas o problema é ideológico e social. A Polícia Militar Voluntária só foi criada no Acre quando as forças de esquerda chegaram ao poder.
Quem tinha por tradição a defesa de empregos e garantias trabalhistas contratou mais de 400 jovens, recebendo metade do que recebe um policial efetivo e sem direito a férias, nem décimo terceiro, nem previdência social. 
Nessa questão, o Governo do Estado do Acre extrapolou até a Lei do Tucano FHC. Enquanto esta prevê a possibilidade de contrato para 12 meses, prorrogável por mais um ano, no Acre, os voluntários entraram em 2004 e até agora não saíram.
E mais cedo ou mais tarde alguém terá que acertar as contas. Mesmo porque de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a estabilidade empregatícia no serviço público é garantida no serviço público em cinco anos. 
Estes PMs voluntários não tiveram seus contratos rescindidos, mas foram retirados da folha de pagamento. “Por isso, impetramos mandado de segurança com pedido de liminar para voltar às funções”, afirma Rogério Brasil, um PM voluntário.
Mas o juiz negou, embora legalmente eles não estejam demitidos. Nesta complicada situação de não ser, nem deixar de ser funcionário, eles se tornam vítimas de um descaso que se arrasta há dois governos. Veio “estourar” no governo Tião Viana, já que no período da campanha eleitoral, uma decisão política os manteve nos seus postos de trabalhos por mais uns meses.
Na reunião que tiveram com o líder do Governo, Moisés Diniz (PC do B), os policiais voluntários acataram a proposta de manterem reuniões separadas com o secretário de Segurança, Reni Graebner, com o comandante da Polícia Militar, José dos Reis Anastácio e com o procurador geral do Estado, Roberto Barros. 
A idéia é tentar resolver a questão, ao mesmo tempo em que eles mantêm a ocupação da praça como forma de não deixar o problema cair no esquecimento da população. No início do ano, quando eles foram proibidos de tirar serviço, a PM não tinha um efetivo a escalar para a guarda na muralha da Penitenciária Francisco de Oliveira Conde. 
Na ocasião, 12 detentos fugiram. Além disso, quando 600 novos policiais militares foram contratados, outros 400 antigos foram para a reserva, o que significa que o número de PMs continua deficitário.

Policial militar morre após tentativa de assalto na avenida Brasil (RJ)

Ele seguia em direção ao Centro, quando foi abordado por dois bandidos
O policial militar do Bope (Batalhão de Operações Especiais) Leandro Silva e Souza morreu na manhã desta quinta-feira (27) na avenida Brasil, pista sentido Centro, após uma tentativa de assalto. De acordo com policiais do BPRV (Batalhão de Polícia Rodoviária), ele seguia em uma moto, quando foi abordado por dois bandidos que também estavam de moto. 
Segundo a polícia, quando os criminosos perceberam que ele era policial, fizeram vários disparos. Leandro chegou a ser levado para o hospital Geral de Bonsucesso, na zona norte do Estado do Rio de Janeiro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. Os assaltantes fugiram.

Abertas inscrições para o Corpo de Bombeiros Voluntários de Caratinga

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Para as pessoas que desejam trabalhar no Corpo de Bombeiros essa é a hora. Iniciaram-se as inscrições para o processo seletivo e os pré-requisitos são xérox do RG, CPF, título de eleitor, atestados de bons antecedentes, comprovante de residência, uma foto três por quatro e ter completado o segundo grau.

As inscrições estão sendo feitas na sede do Corpo de Bombeiros Voluntários de Caratinga, até o dia quinze de fevereiro, nos horários de 8 às 11 h e de 13 às 17 h. A avaliação corresponderá a três etapas: uma prova escrita, uma prova psicológica e o teste físico.
Para muitos, esta é a oportunidade de realização de um sonho, além de cumprir com um papel cidadão, de ajuda à comunidade. Mas, além do interesse e desejo em prestar serviço à comunidade é preciso vocação.
Fonte: TV Supercanal/ BLOG CABO NIVANDO

Governo de MG paga adicional de Periculosidade para o TJMG

Email recebido do SD Borges - MG
Prezados (as),
Agora servidores do TJMG terão direito a periculosidade. Oficiais de Justiça,psicólogos e assistentes sociais farão jus a 40% de periculosidade. Também receberão insalubridade (técnicos-administrativos). Até aí tudo bem! Ocorre que não conceder tal benefício (para não dizer Direito) aos servidores da segurança pública é vergonhoso! Pelo visto a história continuará a mesma: "Enquanto isso...no mundo dos pobres mortais...".
Pensando bem...nos dias atuais...ser policial não envolve nenhum risco!!! Inclusive, requerer insalubridade, por exemplo, para os escrivães, "não passa de uma afronta ao Estado". Afinal, nossos cartórios são locais altamente recomendados para o exercício dessa atividade.
Ah, quase ia me esquecendo...o policial legislativo (almg) também recebe uma significativa gratificação pelo "elevado" risco envolvido na sua atividade profissional! !!
Se alguém conseguir me explicar...!
Eu tenho algumas teses, mas...fica para outro momento! rs
Veja a notícia abaixo extraída do site da almg onde consta o número da lei estadual.
Flavio Cançado

Lei concede adicionais de periculosidade e insalubridade no Judiciário
A Lei 19.480, de 2011, foi publicada nesta quinta-feira (13/01/11) no Minas Gerais, regulamentando a concessão de adicionais de periculosidade e insalubridade a servidores do Poder Judiciário. A lei é originada do Projeto de Lei (PL) 5.038/10, do Tribunal de Justiça.
O adicional de periculosidade é concedido a oficiais de justiça, oficiais de justiça avaliadores, comissários da infância e juventude, assistentes sociais e psicólogos judiciais. São contemplados servidores de primeira e segunda instâncias. O valor será de 40% sobre o valor do padrão de vencimentos PJ-01 da Tabela de Escalonamento Vertical de vencimentos constante na Lei 13.467, de 2000.
Já o adicional de insalubridade é concedido aos servidores que exercem as funções em cargos integrantes do Quadro de Servidores da Secretaria do Tribunal de Justiça e da Justiça de Primeira Instância. Esse adicional será variável, de acordo com o grau de insalubridade, podendo ser de 10%, 20% ou 30% do valor do primeiro padrão da classe inicial da carreira de técnico judiciário.
Os dois adicionais não se incorporarão à remuneração do servidor, nem constituirão base para o cálculo de qualquer vantagem remuneratória, salvo as decorrentes de gratificação natalina e de adicional de férias.


Ementa: ALTERA OS ARTS. 12 E 13 DA LEI Nº 10.856, DE 5 DE AGOSTO DE 1992, QUE DISPÕE SOBRE A RECOMPOSIÇÃO E O REAJUSTAMENTO DOS SÍMBOLOS, DOS PADRÕES DE VENCIMENTO E DOS PROVENTOS DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
Fonte: PUBLICAÇÃO - MINAS GERAIS DIÁRIO DO EXECUTIVO - 13/01/2011 PÁG. 5 COL. 1
Indexação: ACRÉSCIMO, CRITÉRIOS, CONCESSÃO, CÁLCULO, PROIBIÇÃO, ACUMULAÇÃO, ADICIONAL DE INSALUBRIDADE, SERVIDOR, QUADRO DA JUSTIÇA. ALTERAÇÃO, CRITÉRIOS, CONCESSÃO, CÁLCULO, PROIBIÇÃO, ACUMULAÇÃO, ADICIONAL DE PERICULOSIDADE, SERVIDOR, QUADRO DA JUSTIÇA. CONDICIONAMENTO, PAGAMENTO, ADICIONAL DE INSALUBRIDADE, ADICIONAL DE PERICULOSIDADE, SERVIDOR, QUADRO DA JUSTIÇA.
Catálogo: JUDICIÁRIO, PESSOAL.
Texto: Altera os arts. 12 e 13 da Lei n° 10.856, de 5 de agosto de 1992, que dispõe sobre a recomposição e o reajustamento dos símbolos, dos padrões de vencimento e dos proventos dos servidores do Poder Judiciário e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, O Povo de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, promulgo a seguinte Lei: Art. 1° O art. 12 da Lei n° 10.856, de 5 de agosto de 1992, passa a vigorar acrescido do seguinte § 2°, passando seu parágrafo único a vigorar como § 1°, com a seguinte redação: “Art. 12...................................... § 1° O adicional de insalubridade corresponde, em razão do grau de insalubridade, aos seguintes percentuais do valor do primeiro padrão da classe inicial da carreira de Técnico Judiciário: I – 10% (dez por cento); II – 20% (vinte por cento); III – 30% (trinta por cento). § 2° O adicional de insalubridade não se incorporará, para nenhum efeito, à remuneração do servidor, nem constituirá base para o cálculo de nenhuma vantagem remuneratória, salvo a gratificação natalina e o adicional de férias.”. Art. 2° O art. 13 da Lei n° 10.856, de 1992, passa a vigorar com a seguinte redação: “Art. 13 O adicional de periculosidade é devido aos servidores que exercem as funções dos seguintes cargos integrantes do Quadro de Servidores da Secretaria do Tribunal de Justiça e da Justiça de Primeira Instância: I – Oficial Judiciário, das especialidades de Oficial de Justiça Avaliador, Oficial de Justiça e de Comissário da Infância e da Juventude; II – Técnico Judiciário, das especialidades de Assistente Social Judicial, Oficial de Justiça Avaliador III e IV e Psicólogo Judicial. § 1° O adicional de periculosidade de que trata este artigo corresponderá ao percentual de 40% (quarenta por cento), incidente sobre o valor do PJ-01 da Tabela de Escalonamento Vertical de Vencimentos constante no item “b” do Anexo X da Lei n° 13.467, de 12 de janeiro de 2000. § 2° O adicional de periculosidade não se incorporará, para nenhum efeito, à remuneração do servidor, nem constituirá base para o cálculo de nenhuma vantagem remuneratória, salvo a gratificação natalina e o adicional de férias.”. Art. 3° A implementação da alteração prevista nesta Lei fica condicionada: I – à existência de recursos orçamentários e financeiros; II – ao atendimento das normas relativas à responsabilidade fiscal previstas na Lei Complementar Federal n° 101, de 4 de maio de 2000. Parágrafo único. O pagamento dos adicionais de insalubridade e de periculosidade previstos nos arts. 12 e 13 da Lei n° 10.856, de 1992, com a redação dada por esta Lei, será devido a partir da data em que forem atendidas as condições fixadas neste artigo. Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte, aos 12 de janeiro de 2011; 223º da Inconfidência Mineira e 190º da Independência do Brasil. ANTONIO AUGUSTO JUNHO ANASTASIA Danilo de Castro Maria Coeli Simões Pires Renata Maria Paes de Vilhena


26 de janeiro de 2011

PEC 300: AL aprova anulação dos atos de José Maranhão(PB)

Apesar de polêmica criada em torno da abrangência da Medida Provisória 161, o governo conseguiu ampla maioria
Embate entre oposição e situação marcou
a votação das matérias na Casa
Foto: Alessandro Assunção/ON/D.A Press
O governador Ricardo Coutinho (PSB) passou em seu primeiro teste de fogo na Assembléia Legislativa e conseguiu aprovar as quatro Medidas Provisórias enviadas à Casa de Epitácio Pessoa. Na mais polêmica delas, a MP 161, que trata anulação de atos do ex-governador José Maranhão, conseguiu maioria de 17 a 11. A MP 160, que trata da reforma administrativa, só teve o voto contrário de Raniery Paulino (PMDB). As demais, foram aprovadas por unanimidade.
O secretário Gilberto Carneiro, da Administração, acabou não comparecendo à reunião da Comissão de Constituição e Justiça, como havia sido prometido na semana passada, o que gerou protestos dos deputados da oposição. Alegou que estava fechando a folha de pagamento do estado e que não poderia comparecer à Assembléia, mas se colocou à disposição para maiores esclarecimentos em outra oportunidade.
Carneiro, no entanto, enviou ofício ao relator da MP 161 na Comissão de Constituição e Justiça, deputado Ricardo Barbosa (PSB), onde revelou os motivos de sua ausência. No documento, esclarece que as promoções de policiais e bombeiros militares que tiveram seus efeitos financeiros cancelados na Medida Provisória foram aqueles decorrentes do Decreto nº 31.778, de 12/11/2010, em decorrência de decisão judicial.
"Certifico que as referidas promoções sequer foram implantadas na folha de pagamento de dezembro de 2010, tendo em vista que a decisão judicial deu-se em período anterior ao fechamento da folha", detalhou. O secretário acrescentou que as promoções dos policiais não abrangidas pela decisão judicial citada continuam mantidas, em seus efeitos assegurados na folha de janeiro de 2011, haja vista que não foram alcançadas pela MP. Em entrevista concedida momentos antes da reunião da CCJ, o deputado Ricardo Barbosa alertava que as promoções de PMs acontecidas no dia 18 de agosto e 25 de dezembro, que cumprem lei de 1977, estavam mantidas.
Já Gilberto Carneiro, em seu ofício, ressaltava que os atos anulados pela referida Medida Provisória são apenas aqueles editados no período de vedação e que contrariam expressamente a legislação eleitoral e a Lei de Responsabilidade Fiscal, sem macular atos que decorreram de legislação estadual, salvo aqueles suspensos por determinação judicial. 
O deputado Zenóbio Toscano (PSDB), presidente da CCJ, reforçou os argumentos do secretário da Administração. Ele explicou que os atos legais do governo anterior não seriam anulados, aí incluídos a chamada PEC 300 e as promoções da PM dentro do período permitido pela lei. Alguns policiais ocuparam as galerias e o deputado federal Major Fábio (DEM) compareceu à sessão.
Aplicação
O governo do estado encaminhou à Assembléia Legislativa quatro Medidas Provisórias. A primeira, de número 160, altera dispositivos da Lei nº 8.186, redefinindo estruturas administrativas do Poder Executivo. A segunda, de número 161 que trata da nulidade dos atos praticados pelo chefe do Poder Executivo no período de 1º de julho a 31 de dezembro de 2010.
Além dessas duas medidas, outras duas foram aprovadas pela Assembléia Legislativa. Uma delas, a de número 162, dispõe sobre a implantação da atualização a que se refere a Lei nº 9.317, de 30 de dezembro de 2010. Esta MP determina que a atualização promovida nos subsídios e na remuneração do governador do Estado, do vice-governador, dos secretários de estado e dos secretários executivos, entre outras funções, só deverá ser implementada quando o Poder Executivo Estadual cumprir os limites a que se referem os artigos 19 e 20 da Lei Complementar nº 101/2000.
Por fim, a última Medida Provisória encaminhada pelo Governo do Estado à Assembléia Legislativa cria o Programa de Apoio ao Empreendedorismo na Paraíba - Empreender PB, redenominando o Programa Meu Trabalho, institui o Fundo de Apoio ao Empreendedorismo (FAE) e estabelece regra para a gestão e funcionamento do Programa. 

Câmara pode aumentar tributos da cerveja para garantir aumento salarial a policiais

A ideia da valorização da categoria é evitar que o policial faça bicos
A CPI da violência urbana da Câmara dos Deputados sugeriu oito projetos de lei que tratam sobre providências para tentar conter a criminalidade no país. 
O relatório final do deputado, Paulo Pimenta(PT-RS), foi aprovado no fim do ano passado pelos integrantes da comissão. 
Entre as propostas, Paulo Pimenta apresentou projeto de lei que aumenta a tributação da cerveja e de sua publicidade. 
Além de diminuir o consumo da bebida, a medida deve aumentar recursos para o reajuste dos salários dos policiais. 
O relator explica que a ideia da valorização da categoria é evitar que o policial trabalhe em outros empregos para complementar a renda, os chamados "bicos". 
Além disso, as medidas apresentadas também determinam o controle das fronteiras e a reestruturação do sistema carcerário.

PM dispara acidentalmente e fere três policiais em delegacia (RJ)

Um disparo acidental feito pelo fuzil de um policial militar deixou um delegado, um inspetor e um outro PM feridos na manhã desta terça-feira (25) na delegacia de Imbariê (62ª DP), em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Civil, o tiro bateu no chão e atingiu os policiais, que sofreram apenas ferimentos leves.
Os feridos foram levados para o hospital de Sarucuruna, no mesmo município, mas passam bem.
FONTE: R7

Programação PEC 300 - Inicio 2011 PROGRAMAÇÃO:

DIAS 27 E 28/JANEIRO- BRASILIA, reunião da FENEME
DIAS 28 E 29/JANEIRO- FORTALEZA-CE, grande mobilização nacional do nordeste em prol a PEC 300.
DIAS 08 e 09/FEVEREIRO- BRASILIA, mobilização de todos os Deputados Federais novos e reeleitos,para que apoiem a PEC 300
Dia 10/FEVEREIRO - Brasilia, acontece a reunião de todos os Governadores de Estado com Ministros, a fim de deliberarem sobre a situação da PEC 300, em seus Estados
DIAS 15 E 16/FEVEREIRO - Brasilia, mobilização e cobrança da promessa do Vice-Presidente Michael Temer, que se comprometeu que iria intervir junto ao Presidente da Câmara Federal,Marcos Maia, para que colocasse em votação neste dia, a PEC 300, conforme palavra empenhada ao Sub.Tenente Clóvis, no dia 20/01/11, em seu escritório político, em SP.
FONTE: BLOG DA RENATA

25 de janeiro de 2011

12º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais comemora 47 anos de instalação em Passos

12_bpm_foto_aereaNo dia 25 de janeiro de 1964, era criado através do Decreto Lei nr 1.526 de 31 de dezembro de 1956, o Décimo Segundo Batalhão da Polícia Militar. 
Visando atender as necessidades de instalação, Prefeito Municipal da cidade na época, Dr. José Pereira dos Reis, assinou a Lei Municipal nº. 592, fazendo a doação do terreno onde atualmente o 12º Batalhão se encontra instalado, sendo à Rua Dr Carvalho, nr 1.650, Bairro Nossa Senhora das Graças.
Ao longo destes 47 anos, o Batalhão evoluiu com a mesma velocidade necessária para fazer face às constantes mutações do crime e dos criminosos, cada vez mais audaciosos e violentos, permitindo que a comunidade do Sudoeste Mineiro tenha sempre uma prestação de serviço à altura do comportamento ordeiro de seu povo. 
Atualmente o 12º Batalhão de Policia Militar, está subordinado a 18ª Região de Polícia Militar (18ª RPM), com sede em Poços de Caldas, e tem sob a sua responsabilidade administrativa e operacional 20 municípios, incluindo 03 que fazem fronteira com o Estado de São Paulo.

Cadela que ajudou policiais militares em Teresópolis volta para casa

Isa irá descansar depois de missão no RioA cadelinha Isa desembarcou nesta terça-feira no aeroporto Leite Lopes em Ribeirão Preto. A labradora fez parte de um grupo de animais responsáveis por resgatar corpos e pessoas feridas entre os escombros em Teresópolis, no Rio de Janeiro.
Entre 2008 e 2009, a Força Nacional de Segurança Pública capacitou 300 profissionais de Segurança pública nas modalidades de cães farejadores de drogas, explosivos e de busca de pessoas em áreas colapsadas.

FONTE: Band News

Rapaz é preso tentando vender crack para policial em Uberaba

Um rapaz de 18 anos foi preso depois de tentar vender crack a um policial em um posto de gasolina em Uberaba, no Triângulo Mineiro.
De acordo com a Polícia Militar, o jovem estava acompanhado de uma adolescente de 15 anos e um outro rapaz, em um carro. Os três chegaram no posto, que fica no bairro Conjunto Frei Eugênio, por volta das 5h30 desta terça-feira e se encontraram com o militar de folga.
Depois de uma conversa, o rapaz teria oferecido uma porção de crack ao policial e recebeu voz de prisão. Um outro policial foi para o posto dar reforço e o jovem tentou fugir e reagir à prisão, mas acabou sendo detido.
As duas pessoas que estavam no carro conseguiram fugir. O rapaz foi encaminhado para a delegacia regional da cidade.
FONTE: O TEMPO

Policiais gaúchos poderão adquirir imóveis pela CEF mesmo com restrição ao crédito

Junto com o reingresso do Rio Grande do Sul ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), efetivado nesta sexta-feira (21), no Palácio Piratini, com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi firmado acordo de cooperação entre o Governo do Estado e a Caixa Econômica Federal (CEF) para que policiais militares e civis possam financiarimóveis pelo banco. 
A iniciativa contempla os servidores estaduais que recebem até seis salários mínimos (R$ 3,2 mil). Os policiais poderão aproveitar os benefícios do Programa Minha Casa, Minha Vida, mesmo que tenham restrição ao crédito - com cadastro em órgãos como o Serasa e o SPC -, algo inédito no país.
Conforme o superintendente da CEF no Rio Grande do Sul, Valdemir Cola, milhares de policiais poderão ter o sonho da casa própria realizado. "A Caixa Econômica Federal tem cumprido sua função de proporcionar acesso à casa própria aos brasileiros. Em 2010, ultrapassamos a meta de 1 milhão de moradias. Somente no RS, foram investidos R$ 24,5 bilhões em habitação", destacou o superintendente, que comemora o acordo.
Um dos objetivos do Pronasci é proporcionar moradia digna aos servidores da segurança pública. As cartas de crédito poderão ser usadas para a compra de casas e apartamentos novos ou usados, terrenos e lotes urbanizados e imóveis na planta. Também é possível financiar a construção ou reforma da casa própria. O valor máximo da carta de crédito é definido conforme a capacidade de pagamento, observados os limites dos diferentes programas habitacionais.
As condições de financiamento são facilitadas e incluem quotas variáveis, até 100% do valor do imóvel, de acordo com o prazo contratado, que pode chegar a 30 anos, com taxas de juros especiais e prestações decrescentes. Não será exigida regularidade cadastral dos interessados.

O PERFIL IDEAL DO POLICIAL MILITAR BRASILEIRO.


Nos últimos dias temos visto ser veiculada pela imprensa a gratidão demonstrada pelos moradores do Complexo do Alemão aos policiais militares, por terem ocupado o morro e afugentado seus algozes. A sociedade espera que o policial militar cumpra o seu papel, protegendo os seus direitos no que tange a segurança pública.
Para desempenhar seu mister, o policial militar precisa estar preparado, pois tem o poder-dever concedido pelo Estado para restringir direitos individuais que atentem contra os direitos coletivos, sendo assim, o conhecimento da lei é importante para que sua atuação não seja pautada pela ilegalidade. O policial militar ideal é aquele que sabe aplicar a lei, dispõe de inteligência emocional para agir em situações adversas, possui perícia no manuseio dos armamentos, está sempre pronto para agir.
Embora a profissão seja imprescindível para manter a paz e a ordem o que se percebe é que a sociedade brasileira pouco investe na polícia militar, atribuindo-lhe um fardo além das suas possibilidades, sendo implacável quanto aos erros. A profissão é desvalorizada quando deveria ser admirada por ter o dever de proteger a todos.
O policial militar brasileiro ideal nasce à medida que o processo de seleção seja mais rigoroso, o curso de formação mais qualificado e o aperfeiçoamento constante, à medida que se investe em melhores salários para atrair bons profissionais e se investe na saúde mental da corporação, dessa forma teremos servidores públicos satisfeitos e preparados para oferecer a segurança que a sociedade tanto almeja.


24 de janeiro de 2011

VERBA DA PEC 300 DESVIADA ( PB)

O deputado federal e Senador eleito Vital do Rego Filho, Vitalzinho (PMDB-PB) disse nesta sexta-feira (21) que o desvio da verba da PEC 300 para custeio do programa Empreender, anunciado pelo Governo do Estado esta semana, é a confirmação de que há recursos para pagamento do aumento salarial dos policiais e bombeiros militares. Segundo ele, com o desvio o governo derrubou o próprio discurso de que não haveria recursos suficientes para bancar a chamada PEC 300 da Paraíba.
“Desde que o novo governador foi empossado que ele e seus auxiliares vem dizendo, na mídia, que a Paraíba não tem condições de pagar o aumento aos soldados por falta de recursos. Porém, de uma hora para a outra, o próprio governo anuncia o desvio dos recursos que seriam destinados para pagar a PEC 300 para custear outro programa, o Empreender. É a prova de que há, sim, recursos. O que falta é vontade política”, afirmou Vitalzinho.
Segundo dados do próprio Governo do Estado, a emenda da PEC 300, sancionada em outubro do ano passado, previa a destinação de R$ 200 milhões para pagamento do aumento salarial da Polícia Militar. “Se o governo toma a decisão de remanejar a verba para o Empreender é porque existe o lastro financeiro para pagar. Então, se não paga, é porque não quer pagar, não porque não pode”, disse o Senador eleito.
Vitalzinho lembrou também que, pelo que anunciou o governo, a verba será destinada, também, para a criação de secretarias “o que, de certa forma, vai de encontro a um discurso formatado como de redução de gastos no governo”, disse.
O senador eleito lembrou que o secretário Gustavo Nogueira, ao anunciar o remanejamento, disse que a decisão foi tomada ‘para focar as áreas que são de interesse do governador’. “As palavras do Secretário Gustavo Nogueira mostraram que não há o interesse em pagar o aumento. Foi assim que eu entendi”, afirmou Vital Filho.
FONTE: MARIO GBISON

Onda de violência: Ricardo pode convocar Força Nacional para conter criminalidade (PB)

O governador Ricardo Coutinho pode convocar a Força Nacional de Segurança para conter a onda de violência em curso na Paraíba. A possibilidade foilevantada em reunião realizada ontem com o secretariado na Companhia de Desenvolvimento do Estado, Cinep.
A convocação também seria uma antecipação aos rumos de greve na polícia, cujo efetivo estaria contrariado com a suspensão dos reajustes previstos na PEC 300.
A onda de violência, que segundo denúncias que chegaram ao deputado federal Luiz Couto, é orquestrada para desestabilizar o governo pecebista, já fez mais de cem vítimas ao longo das últimas semanas.
Segundo integrantes do governo, Ricardo Coutinho teria fica muito irritado com os números da violência, apresentados pelo seu estafe de segurança. E a falta de ações emergenciais para estancá-la em curto prazo.
Para o governador, é preciso fazer ofensiva que englobe diversos segmentos da segurança pública – entre os quais entraria a Força Nacional a título de reforço emergencial.
Adriana Bezerra - DIAMANTE ON LINE

PM fecha cassino clandestino e prende cinco em Vespasiano

Cinco pessoas foram detidas na noite desse domingo, 23, em um cassino clandestino em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Segundo a Polícia Militar, o local onde funcionava o cassino era também a casa de um homem, de 44 anos, que também foi preso. Os militares faziam patrulhamento na região quando desconfiaram da grande movimentação de pessoas na casa. O dono da residência permitiu a entrada dos policiais e disse que estava jogando cartas com alguns amigos.
No local, os militares encontraram um revólver, cheques em nome de terceiros, dinheiro e vários jogos. O dono da casa confessou aos policiais que mantinha um cassino clandestino e que as apostas eram feitas em dinheiro ou cheques. Os policiais também encontraram pássaros da fauna silvestre que pertenciam ao dono do local.
Os outros quatro suspeitos que estava no local também confessaram que participavam de jogos ilícitos na residência. Eles e o dono da casa foram conduzidos, juntamente com o material apreendido, à Delegacia da cidade.
FONTE: O TEMPO
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