29 de abril de 2011

Policiais civis ameaçam parar por tempo indeterminado

Nesta tarde, os policiais queimaram um caixão na Praça Sete durante uma manifestação (Reprodução/BHTrans)
Nesta tarde, os policiais queimaram um caixão
na Praça Sete durante uma manifestação
Agentes da Polícia Civil de Minas Gerais decidiram em assembleia realizada na tarde desta sexta-feira, parar por tempo indeterminado. A informação foi confirmada pelo Sindicato dos Servidores da Polícia do Estado de Minas Gerais (Sindpol-MG). De acordo com a corporação, a greve deve ter início no dia 10 de maio, caso o governo não se manifeste. 
Os policiais pedem aumento no quadro de funcionários, equiparação remuneratória de delegados da polícia e representantes do Ministério Público, e melhores condições de trabalho. Atualmente, o salário de um profissional da categoria é de R$ 2.040.
Nesta tarde cerca de 2,5 mil policiais fizeram uma manifestação no Centro de Belo Horizonte. Eles se reuniram na Praça da Liberdade e seguiram para a Praça Sete. Os manifestantes fizeram um círculo em volta do obelisco, conhecido como pirulito da Praça Sete fechando alguns cruzamentos. Eles queimaram caixões. Segundo a corporação, o ato significa o enterro da corporação.
A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) informou, em nota, que as reivindicações apresentadas pelo Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol) estão sendo analisadas. Segundo a secretaria, como a maior parte delas tem impacto direto no orçamento do Estado é necessária uma avaliação técnica detalhada para qualquer decisão.
De acordo com a BHTrans, o trânsito ficou caótico em todo hipercentro da cidade.
FONTE: UAI

Mega Operação da Polícia Militar apreende a maior quantidade de crack este ano em João Monlevade



Bell Silva - Uma mega operação realizada pela Polícia Militar de João Monlevade denominada “limpeza no Parque”, culminou com a prisão e apreensão de nove pessoas. A operação ocorreu na tarde dessa quinta-feira, 28, por volta das 13h30 em João Monlevade. 
Ao todo foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão, sendo todos os locais alvos abordados simultaneamente, onde foram presas quatro pessoas, apreendidos cinco menores.
Com os autores os militares apreenderam 132 pedras de crack doladas, prontas para venda, uma pedra maior, a qual após picada, segundo a PM, daria cerca de mais 160 pedras, uma balança de precisão, 02 porções de maconha, uma quantia aproximada de R$2.000,00 em dinheiro, diversas embalagens plástica para droga, 02 binóculos usados para monitoramento da polícia quando entrava no bairro, 02 rádios de comunicação, usados com a mesma finalidade, uma munição calibre .38, 12 aparelhos celulares, uma réplica de arma de fogo, uma motocicleta que era utilizada para o tráfico de drogas e uma quantia de $5 dólares americanos. 
Segundo a Polícia Militar, por aproximadamente seis meses, após o recebimento de várias denúncias anônimas, bem como diversas ligações realizadas junto ao Disk Denúncia Unificado (DDU), através do telefone 181, o Serviço de Inteligência da Polícia Militar, verificou que em todo o bairro José Elói, estava ocorrendo intenso tráfico de drogas. 
Durante os trabalhos o Serviço de Inteligência conseguiu colher inúmeras provas, as quais dão conta de que os indivíduos José Francisco de Assis Júnior, 31 anos, desocupado e Wesley Nascimento Ribeiro, 23 anos, desocupado, conhecidos respectivamente como “Juninho” e “Leisinho” eram os responsáveis pela realização do tráfico de drogas no bairro.
Segundo a PM, algumas provas dão conta de que o tráfico era feito durante todo o dia, sendo que os envolvidos chegavam a esconder drogas para serem vendidas aos usuários em um local conhecido como “banquinho”, sendo este local um pequeno parque dotado de brinquedos infantis como escorregador e balanço e freqüentado diariamente por crianças, as quais ficavam expostas aos traficantes, o que motivou inclusive o nome da operação.
Outras provas também dão conta de que os envolvidos “Juninho” e “Leisinho” aliciavam menores de idade para o tráfico e costumavam avisá-los até mesmo por meio de gestos, da presença de viaturas policiais na localidade e as drogas sempre ficavam com os menores e nunca com os aliciadores, visando assim evitarem um possível flagrante quando de abordagem policial.
Em diversas oportunidades usuários adquiriam drogas dos envolvidos e escondiam na boca, pois em caso de abordagens policial os entorpecentes seriam engolidos como forma de se evitar um eventual flagrante.
Menores de idade também eram “recrutados” pelos envolvidos para monitorarem a presença da polícia no bairro, sendo que esses ficavam equipados com rádios de comunicação portáteis e noticiavam para o grupo a localização da polícia. Tais rádios foram apreendidos na casa de alguns adolescentes.
A movimentação de usuários à procura de drogas no bairro era intensa, sendo que vários ali compareciam a pé, de bicicleta, motocicleta e automóveis, onde após aquisição dos entorpecentes deixavam o local às pressas.
Dezenas de pessoas, ligadas aos presos estiveram na porta da 4ª Delegacia Regional da Polícia Civil para onde foram levados os autores e todo o material apreendido.
Na Delegacia, a mulher de um dos acusados de tráfico de drogas, agrediu um policial verbalmente e recebeu voz de prisão em flagrante.
A operação chegou a dividir a atenção da população com a chegada da imagem de Nossa Senhora Aparecida à cidade, devido a uma intensa movimentação de viaturas pela região central da cidade.
Todos os autores foram autuados em flagrante por tráfico de drogas.


FONTE: BLOG DA RENATA

28 de abril de 2011

CAMPANHA SALARIAL 2011 - LISTAGEM DOS CONTATOS DO INTERIOR

2ª Assembleia Geral da Classe, 11/05/2011, às 14h, no Clube dos Oficiais 
Confira a lista das cidades e contatos dos responsáveis pelos ônibus cedidos pelas Entidades de Classe para a mobilização dos militares do interior do Estado. 
CSCS - MOBILIZAÇÃO NO INTERIOR 
Diamantina - Altair Paulo Santos - (31) 8799-2711 - (38) 3531-1617
Divinópolis - CB Nilson Messias da Costa (31)8771 0632 - (37) 8817 4160
Governador Valadares - SGT BM Luiz Carlos de Souza - (31) 8788-4325 - (33) 3277-7538
Ipatinga - SGT Wellington Mendes Gomes (31) 8569-3937/ (31) 8799 2729
Juiz de Fora - CB Helio Freitas (Fininho) (31) 8799-2733 
Lavras - CB. Marta Maria Azevedo (35) 8872-7373 - (35) 3829-3243
Manhuaçu - CB José Ferreira da Silva (31)8793-2939 - (33)3331-7761
Montes Claros - CB Juliana Gonçalves Colares (38)9105-6618/3214-8933 
Pouso Alegre - CB Claudio Ferreira da Silva (31) 8791-3689 -(35) 9941-7601
Sete Lagoas - CB Simões - (31) 8799 2736
Teófilo Otoni - SGT Jonas Roberto Pinheiro - (33) 9103-0903/8799-2732
Ubá - CB Cláudio César Alves (31) 8771-0633/(32) 3532-8731
Cataguases - CB Rogério Tobias Norte - (31) 8735-9287/(32) 9958-2914
Uberaba - CB Belchior - (34) 9661-2117/(31) 8799 2701
Uberlândia - CB Gedeon Eustáquio Ferreira - (34) 9125-4074 
Varginha/ Três Corações/ Três Pontas - Leandro M. de Souza - (31) 8799-2735
ASPRA-PM/BM - MOBILIZAÇÃO NO INTERIOR
Bom Despacho - SGT Lima - (31)8799-5378 – (37)3521-2576
Diamantina - CB PM Sother - (38) 8807-8848
Divinópolis - SGT PM Paulo Roberto - (37)8411-4663/2213-2557
Governador Valadares - SGT PM Wanderley Gomes - (33)8815-8326
Ipatinga - SGT PM Nilson - (31)8897-1287
Juiz de Fora - SGT PM Devanir - (32)8847-0423/3217-0467
Conselheiro Lafaiete - SGT PM Aleixo - (31)8709-3089
Manhuaçu - SGT PM Honorato - (33)9965-6749
Montes Claros - SGT Clésius - (38)9937-0150
Patos de Minas - SGT PM Caixeta - (31)8726-0927
Pouso Alegre - SGT PM - (31)8709-2403
Sete Lagoas - SGT PM Vander- (31)8576-3915
Ubá - SGT PM Silas - (31)8894-9803
Uberaba - SGT PM William - (34)8809-2193/3321-6766
Uberlândia - Subten Jasmir - (34)8822-7797
Varginha/ Três Corações/ Três Pontas - CB PM Valério - (35)8845-8949
Lavras -CB PM Gaspar (35)8439-7303
UMMG - MOBILIZAÇÃO NO INTERIOR
Diamantina - CAP PM QOR NELSON M. DA ROCHA FILHO (38) 3531 1860
Divinópolis - CEL PM QOR EDMAR NILO DE CAMPOS (37) 3221 9022
Governador Valadares - CEL PM QOR LUIZ CARLOS ALBINO (33) 3221 2465
Ipatinga - CEL PM QOR JOSÉ VITORIANO DA CUNHA FILHO (31) 3824 3400
Juiz de Fora - CEL PM QOR ELVINO PAIVA DE OLIVEIRA (32) 3224 5604
Lavras - CEL PM QOR CÉLIO FONSECA FURTADO (35) 3829 3239
Manhuaçu - CEL PM QOR JOSÉ PEDRO DE ASSIS (33) 3331 1274/8823 6825
Montes Claros - TEN CEL PM QOR RONALDO DA CONCEIÇÃO FARIA (38) 3229 4846/99667461
Patos de Minas - 2º TEN PM QOR GERALDO ALVES DE SOUZA (34) 3822 8457
Pouso Alegre - MAJ PM JOSÉ APARECIDO VICENTE (35) 9913-3501/ 3425 6275
Teófilo Otoni - CEL PM QOR JORGE BATISTA DE ARAÚJO FILHO (33) 3523 4839/99974860
Ubá - 1º SGT PM QPR JOÃO BATISTA CUNHA (32) 9985 6920/3541 2315
Uberaba - CAP PM QOR JOSÉ RONALDO CAMPOS (34) 3338 6775
Uberlândia - CEL PM QOR VICENTE DE PAULO (34) 3227 6991/9102 5032 


CAMPANHA SALARIAL: EQUIPE CABO JÚLIO ENTREGA PANFLETOS NOS QUARTEIS





PARABÉNS AOS FORMANDOS CTSP/2010-2011


Acontece, amanhã (29/04), em 15 municípios de Minas, a formatura dos alunos do Curso Técnico em Segurança Pública da Polícia Militar de Minas Gerais (CTSP)/2010-2011. 
CABO JÚLIO parabeniza a todos os formandos por mais uma conquista.

Municípios: Juiz de Fora, Uberaba, Lavras, Bom Despacho, Gov. Valadares, Uberlândia, Patos de Minas, Montes Claros, Barbacena, Curvelo, Teófilo Otoni, Unaí, Ipatinga, Curvelo, Divinópolis.

PARABÉNS!!!!!!!!!!

PMs Destaques no 1º trimestre são homenageados


Pouso Alegre/MG - Foi realizada na sede do 20º Batalhão a cerimônia de Premiação Trimestral dos policiais militares que se destacaram nas diversas atividades policiais no período de janeiro a março de 2011. A cerimônia foi presidida pelo Comandante do 20º BPM, Tenente Coronel Sérgio Henrique Soares Fernandes.
O evento foi marcado pela homenagem aos militares, sendo na Modalidade Destaque Operacional selecionadas ocorrências de vulto no âmbito da unidade, que restaram comprovados alguns quesitos da atuação policial como: iniciativa, legalidade, respeito aos direitos humanos, espírito operacional, compromisso com os resultados, eficácia na ação policial e repercussão positiva junto a mídia, sendo destaques os seguintes militares: Cap PM Mario Jorge Sandy, 2º Tenente PM Wanderlei de Souza, Cb PM Romildo Vanderlei da Silva e o Sd PM Luiz Henrique de Sousa, os quais no dia 25 de fevereiro de 2011, deram a sociedade uma resposta aos seus anseios, realizando a prisão de um cidadão infrator, autor de roubo a mão armada que atuava próximo a escola do CAIC Árvore Grande e Colégio São José.
Militares agraciados pelo Tenente Coronel Sérgio - Comandante do 20º BPM
Também no dia 25 de fevereiro de 2011, no bairro São Geraldo, 03 cidadão infratores encapuzados invadiram uma residência durante a noite, dois deles portando uma faca e subtraíram diversos objetos, tendo os Militares logrado êxito na prisão dos infratores e na recuperação dos objetos furtados.
Militares agraciados pelo Capitão PM Sandy - Comandante da 56ª Cia PM.
Foto 01 - 3º Sgt PM Roberto Vitor Lima de Paula; Foto 02 - Cb PM Edmar Melo; Foto 03 - Cb PM Pedro Santos Souza; Foto 04 - Cb PM Aluisio Silva e Cruz; Foto 05 - Sd PM Wellington Marques da Silva
 Em 26 de fevereiro de 2011, na cidade de Ouro fino/MG, 03 cidadãos infratores praticaram um roubo a mão armada a posto de combustível. O trabalho abnegado e dedicado dos militares agraciados permitiu que fosse alcançado o objetivo maior que é propiciar a tranquilidade às pessoas ordeiras, sendo preso 02 cidadãos infratores e 01 menor apreendido, bem como a arma de fogo utilizada no crime, um revólver calibre .32, além de ser recuperado parte do dinheiro roubado.
Militares agraciados pelo Tenente Coronel Sérgio - Comandante do 20º BPM
Foto 01 - 2 Sgt PM Vicente Ramos de Pádua; Foto 02 - 2 Sgt PM João Batista de Souza; Foto 03 - 3 Sgt PM Celso Luis Felipe da Silva; Foto 04 - Cb PM José Cláudio de Souza; Foto 05 - Sd PM Thiago Mattos Gomes; Foto 06 - Sd PM Ruan Manuel Braz; Foto 07 - Sd PM Leandro lameira de Souza. Em 21 de março de 2011 na cidade de Estiva/MG, as denúncias da população somada ao empenho e determinação dos militares foram cruciais para culminar na prisão de um cidadão infrator e apreensão de dezesseis papelotes de cocaína, totalizando 400 gramas, e três tabletes de maconha no total de 100 gramas, além de R$270,00 em dinheiro.
Militares agraciados pelo Major Robison - subcomandante do 20º BPM.
Foto 01 – 3º Sgt Edno Oliveira Prado; Foto 02 – Edson Fernandes Barbosa.
Para os militares que se destacaram na Modalidade Administrativa foram observados quesitos, como assessoramento coerente, capacidade de administração, capacidade de planejamento, ausência de retrabalho, pontualidade, volume de serviço, lealdade, qualidade dos serviços, iniciativa, dedicação, cumprimento das normas da polícia militar.
Militares agraciados pelo Major Robison - subcomandante do 20º BPM.
2° Sgt PM Odilon Aparecido de Castro;
2° Sgt PM Tiago Henrique dos Santos.
Para a definição da Modalidade Qualidade no Atendimento foram observados prática e comprometimento com os valores da Polícia Militar, apresentação pessoal, postura, lealdade, empatia, capacidade de ouvir, relacionamento interpessoal, cooperação, gentileza, disposição, rapidez, tranqüilidade, sinceridade, precisão, compromisso, legalidade e disciplina.
Militares agraciados pelo Major QOS Valdir – Chefe da SAS/20º BPM
Foto 01 - 2° Sargento Carmen da Silva Mendes Cardoso; Foto 02 – Cb PM Josilene Cavalcante Pereira.
O agraciamento dos policiais militares destaques profissionais do 1º trimestre do ano de 2011 na Modalidade Comandante de Guarnição mais Eficiente, observou-se os seguintes quesitos: abordagens policiais, registro de boletins de ocorrências, visitas tranquilizadoras, prisões e apreensões, apreensão de armas de fogo e ocorrências referentes às drogas.
Militares agraciados pelo Cap Sandy – Comandante da 56ª Cia PM
Foto 01 - Cb PM José Emídio Roberto; Foto 02 - Cb PM Reinaldo Siqueira André.
O comprometimento com os valores da Polícia Militar, manutenção, dirigibilidade, conservação, limpeza e zelo com a viatura, direção defensiva, surge como definição do profissional que se destacou na Modalidade Motorista Padrão.
Sd PM Nilson Ezequiel Santos Ferreira foi agraciado pelo Cap Gilberto – Comandante da 113ª Cia PM
COMANDANTE DE FRAÇÃO DESTAQUE: Postura empreendedora, bom relacionamento com a comunidade, bom relacionamento com as autoridades, ausência de reclamações, boa performance operacional, liderança perante a tropa, organização e limpeza do aquartelamento e dos recursos logísticos, capacidade de administração, capacidade de planejamento, ausência de retrabalho, prática e comprometimento com os valores da Polícia Militar, e observação aos princípios dos direitos humanos e da filosofia de polícia comunitária, bem como o cumprimento das metas operacionais do acordo de resultados.
Capitão Júlio César foi homenageado
O evento encerrou com o desfile da tropa formada em homenagem aos policiais premiados.

Exigência de nível superior em Direito para PM-MG é questionada

O Partido Social Liberal (PSL) ajuizou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4590) contra a Emenda Constitucional 83 aprovada, em 2010, pela Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais.
Essa legislação acrescentou dois parágrafos (terceiro e quarto) ao artigo 142 da Constituição do Estado de Minas Gerais, passando a exigir título de bacharel em Direito e aprovação em concurso público para o ingresso no quadro de oficiais da Polícia Militar. Além disso, passou a definir que o cargo de oficial da PM integra a carreira jurídica militar do estado.
O partido alega que esses dispositivos são incompatíveis com a Constituição Federal, especialmente em seus artigos 25, 61 (parágrafo 1º, inciso II, “e”), e 84 (incisos 2 e 4). Sobre estes dispositivos, o partido político sustenta que a Constituição Federal prevê que apenas o chefe do Poder Executivo pode deflagrar processo legislativo de atos normativos que disponham sobre criação, extinção, estruturação e atribuições de órgãos da administração pública.
O PSL pede liminar para suspender a eficácia da norma, uma vez que tem causado “tumultos” no Sistema de Segurança Pública do Estado de Minas Gerais. O autor requer, subsidiariamente, “em razão da relevância da matéria e de seu especial significado para a ordem social e jurídica, seja aplicado ao feito o rito abreviado, previsto no art. 12 da Lei 9.968, de 10 de novembro de 1999″.
No mérito, pede que a ação seja julgada procedente para declarar, em definitivo, a inconstitucionalidade dos dispositivos questionados
O relator é o ministro Gilmar Mendes.

PM realiza protesto, mas não adere à greve (AL)

Policiais Militares realizaram ato público no Centro de Maceió
Policiais Militares realizaram ato
público no Centro de Maceió
Centenas de policiais militares entre cabos e oficiais realizaram uma assembleia nesta terça-feira, 26, na Praça Deodoro, para discutir assuntos relativos à negociação ente o Movimento Unificado da Segurança Pública e o Governo do Estado.
A expectativa do movimento era que os militares deliberassem, em assembleia, o que está sendo chamado de “Operação Padrão”, quando os servidores atuam apenas de acordo com a lei. A operação é uma das formas encontradas pelas categorias para evitar que a greve seja considerada ilegal. Mas não foi o que aconteceu.
Apesar de representantes das associações de militares estarem anunciando desde o início do ano um possível aquartelamento, os militares não paracem dispostos a realizar a greve. Na assembleia de hoje decidiram apenas que realizarão nova assembleia no dia 2 de maio. Até lá os militares continuarão trabalhando normalmente, diferente dos policiais civis e agentes penitenciários, que deflagraram greve hoje.
Após a assembleia, os militares – com o apoio dos policiais civis, agentes penitenciários e representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) – saíram em passeata pelas ruas do Centro. Houve duas paradas, na Secretaria de Defesa Social e uma em frente ao prédio da Assembleia Legislativa. O ato terminou com um abraço simbólico ao Palácio República dos Palmares, sede do Governo do Estado.
Os militares reivindicam reposição salarial, a correção do quinquênio, como também a data base. No início desse mês o governador Teotônio Vilela anunciou o aumento de 5,91% para todas as categorias do funcionalismo público estadual, o que revoltou os militares, que não se mostraram satisfeitos com o percentual, que não contempla as perdas salariais dos últimos anos.
FONTE: ALAGOAS 24H

27 de abril de 2011

BANDIDO ATIRA CONTRA PM E PC EM TENTATIVA DE ROUBO

Um bandido foi preso por policiais militares do 16º Batalhão de Polícia Militar (BPM) acusado de tentar assaltar três veículos e atirar contra dois policiais. A ação desesperada aconteceu na manhã de ontem (26/04) no bairro Ipê, região nordeste de Belo Horizonte.
Segundo militares, Roberto Moreira Marciano de Souza, de 24 anos, atirou contra Adiel Elesbo Rodrigues, 73, após tentar roubar o Siena da vítima que é PM reformado. Sem sucesso, o assaltante fugiu e tomou de assalto a moto de um motoboy, que por sua vez, pediu ajuda ao policial civil Paulo Henrique Aguiar que passava pelo local.
O policial civil jogou o próprio carro contra o bandido que pilotava uma segunda moto também tomada de assalto. Na ação o autor atirou várias vezes contra o policial civil, que não foi atingido pelos disparos. Desesperado, Souza correu em direção ao bairro Goiânia e foi preso dentro da casa de um morador. Com ele foi apreendido 169 reais e um revolver.
O bandido preso foi autuado em flagrante por roubo e tentativa de homicídio.

Anatel autoriza torpedos gratuitos para polícia e bombeiros (RJ)

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou nesta terça-feira, no Diário Oficial da União, uma resolução determinando que mensagens de texto enviadas de telefones móveis para serviços de emergência — como Corpo de Bombeiros e Polícia Militar — não serão cobradas dos usuários. Com isso, as operadoras de celular não receberão para prestar o serviço de emergência por meio de torpedos.
Com a publicação da resolução, o serviço de envio de torpedos de emergência gratuito já poderia começar a funcionar. Mas, para tanto, os órgãos responsáveis precisam entrar em contato com as operadoras de telefonia para solicitar a liberação dos torpedos.
A Oi informou não ter sido procurada para tratar do assunto. A Vivo disse que “tem participado das periódicas reuniões promovidas pela Anatel com as operadoras de serviço celular e órgãos públicos, para discussão das adequações técnicas necessárias ao implemento do serviço de envio de SMS Público de Emergência”.
A Secretaria estadual de Saúde e Defesa Civil, respondeu, por e-mail, que “a Superintendência de Serviços de Urgência e Emergência pré-hospitalar ainda vai tomar conhecimento da resolução, para providenciar a estrutura necessária para instalação do serviço e fazer a solicitação às operadoras”. A Polícia Militar do Estado do Rio informou que pretende fazer a solicitação do serviço, embora ainda não tenha data prevista para isso.
A Anatel mantém um grupo que está trabalhando para implementar o serviço gratuito de torpedos emergenciais. Os detalhes da operacionalização estão sendo debatidos e serão definidos em um ato a ser publicado.
FONTE: EXTRA

NOTÍCIAS DE UBERABA - Comandante da 5ª RPM contesta instalação de novo Batalhão

Comandante da 5ª RPM contesta instalação de novo BatalhãoComandante da 5ª Regional de Polícia Militar (RPM), o coronel Laércio dos Reis Gomes disse ontem na Câmara que em uma análise preliminar não é viável instalar outro Batalhão no município. Segundo o oficial, é preciso tratar desta questão com profissionalismo, porque “nem tudo que reluz é ouro”, ou seja, trocando em miúdos, aponta que tem-se a ilusão de que uma outra unidade significará mais policiais nas ruas, o que não acontece.
Conforme revela, para manter uma estrutura dessa natureza, é preciso dispor de pessoal para o administrativo, enquanto que o mais adequado seria reforçar a estrutura do 4º BPM, que receberá mais 40 homens até julho e outras 30 novas viaturas. Laércio também descartou a possibilidade de Uberaba contar com uma aeronave nos próximos dez anos, pois a prestação deste serviço demanda grande investimento financeiro e pelo menos 15 profissionais especializados. Mas, se o comandante excluiu, pelo menos em um primeiro momento, a instalação de um novo Batalhão e a vinda de um helicóptero, garantiu que a cidade terá um Pelotão de Cavalaria, que vai pertencer à Companhia de Missões Especiais, em operação desde março deste ano.
Ele conta que o policiamento montando atua em locais com maior concentração de pessoas, o centro da cidade, por exemplo, onde a presença do animal e do cavalariano visa a impedir a ocorrência de delitos como furtos e roubos.
O comandante também informou que está sendo concluído o planejamento do esquema de segurança no município durante a ExpoZebu, mas que não conseguiu o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Gado Zebu (ABCZ) para implantar o videomonitoramento no Parque Fernando Costa, ao custo de 50 mil reais. A justificativa da entidade, segundo o oficial, foi a dificuldade financeira e orçamentária para sua execução.
Situação. Laércio, que falou por mais de duas horas e meia no plenário da Câmara, sendo alvo de vários questionamentos dos vereadores – e chegou a chamar de dossiê uma lista com 16 pontos apresentada por Tony Carlos (PMDB) – foi taxativo ao declarar que o trânsito de Uberaba é problemático.
Contudo, assegurou que as blitze que estão sendo feitas pela corporação não têm caráter arrecadatório, tanto que o Pelotão de Trânsito – recentemente reativado – vai atuar, inicialmente, voltado à educação e prevenção, principalmente nas áreas onde o número de acidentes é significativo. Questões como o uso de cinto de segurança, de cadeirinhas para crianças e do telefone celular ao volante, no entanto, serão verificadas com rigor, garante.
O oficial também revelou aos vereadores que a PM está elaborando um diagnóstico do trânsito na porta das instituições de ensino e que o Estado já está retomando o policiamento nesses locais, que é sua atribuição.
FONTE: JM ON LINE

Policiais Militares de Recife fazem panfletagem para assembleia geral

Representantes dos movimentos sindicais dos Bombeiros e Policiais Militares de Pernambuco realizam, na manhã desta quarta-feira (27), uma panfletagem para convocar a categoria para a Assembleia Geral na próxima sexta-feira (29) e informar à população sobre a pauta de reivindicações.
A manifestação pacífica ocorre em frente ao quartel da PM, na Praça do Derby, no bairro homônimo, área central do Recife. A categoria reivindica do Governo, entre outros itens, um aumento salarial com equiparação ao aplicado à Polícia Civil do Estado.
Outros pedidos feitos pela categoria no documento apresentado ao Governo do Estado estão o fim da política de gratificações e a mudança do sistema de remuneração para subsídio. Eles querem ainda a equiparação dos salários dos aposentados, ativos e pensionistas, elevando o piso inicial do soldado para R$ 3,5 mil.
FONTE: NE10

26 de abril de 2011

RELACIONAMENTO INTERPESSOAL: Cortesia e educação

Quando falamos em relacionamento humano tocamos em um assunto bastante controverso, uma vez que onde há pessoas, há pensamentos diversificados e de múltiplas visões individuais.
Os Especialistas fazem palestras e encontros para debates em torno do comportamento humano, porém, nunca descartam as nuances e divisão em tópicos acerca do relacionamento entre as pessoas.
Dentro desses aspectos ainda há que levar em consideração os diversos tipos de relacionamento interpessoais, podendo ser no ambiente de trabalho, familiar, no ponto do ônibus, na lanchonete, ou mesmo, nos relacionamentos amoroso-sentimentais.
Relacionamentos entre as pessoas ocorrem a todo momento, uns mais instantâneos, outros mais duradouros, porém, cada qual com sua particularidade e formato das pessoas se relacionarem.
Não há como falar em relacionamento interpessoal sem falar dos princípios da boa educação. Pessoas educadas podem dar e espalhar afeto e cortesia no seio do relacionamento.
É claro, que existem variáveis que influenciam no relacionamento interpessoal, como por exemplo, o humor, o horário, a oportunidade, a forma da abordagem, a imposição das palavras, dentre diversas variações de comportamento.

Se desejarmos BOM DIA, a alguém, a chance de se ter uma resposta no mesmo nível é grandiosa. Mas, pode ser que a pessoa esteja de mal humor e responda: – BOM DIA para você, para mim é péssimo dia.
Para analisarmos a forma como uma pessoa trata a outra faz-se necessário verificar com isenção diversos aspectos que podem influenciar naquele momento.
O objetivo desse texto é exatamente o de permitir aos leitores que não se preocupam de como têm tratado seus amigos, colegas e ou conhecidos e mesmo familiares, para que possam refletir e se for o caso mudar ou procurar melhorar a forma de tratar as pessoas.
Afinal, não se perde nada em ser cortês e tratar bem as pessoas com a quais se depara no cotidiano.
No nosso caso de Militares, tal relacionamento tem uma variável que distingue um pouco do cidadão comum, qual seja, nos níveis hierárquicos.
É possível ser cortês no interior dos quartéis, mesmo onde a hierarquia e a disciplina prevêem todo um cerimonial militar para que um militar se, comunique com outro. A continência, a distância regulamentar, o uso do pronome de tratamento SENHOR, a postura e compostura, o fato da continência partir do subordinado, etc.
O Regulamento Disciplinar, qual seja, o Código de Ética dos Militares Estaduais prevê o tratamento respeitoso entre os membros da Corporação de subordinado para superior ou par, e de superior para subordinado.
Sem contar que um ambiente de bom relacionamento nos propicia uma melhor satisfação para trabalhar e desenvolver as tarefas profissionais.
Tenho tratado bem meus familiares? E meus colegas de trabalho? Onde está a cortesia e o respeito entre as pessoas?
Bom, uma reflexão sobre o assunto é sempre bem vinda. Portanto, reflita.
* CLAUDIO CASSIMIRO DIAS, Cabo PM, Poeta e escritor, Especialista (Latu Sensu) em Criminologia, Bacharel em Direito, Bacharel em Historia, Acadêmico Efetivo Curricular da Academia de Letras João Guimarães Rosa da Policia Militar de Minas Gerais, Cadeira 28, Ex-Diretor Jurídico do CSCS/PMBMMG, Membro da Equipe Jurídica da ASCOBOM, Representante dos Militares da Ativa no Conselho de Previdência do Estado (CEPREV/MG), Pesquisador da Historia Militar e palestrante.

O AMBIENTE NA POLÍCIA MILITAR PERMITE O DESENVOLVIMENTO DE UM COMPANHEIRISMO ENTRE OS POLICIAIS MILITARES?

companheiroConversando, recentemente, com um amigo, sobre o verdadeiro significado da palavra companheiro, este resumiu o seu entendimento através da seguinte frase:“Companheiro é aquele que come do mesmo pão”, para, em seguida, observar: e, só quem divide do mesmo pão, sabe o significado real da palavra companheiro.
Esta conversa levou-me as seguintes reflexões: Existe um companheirismo efetivo entre os policiais militares? Todos comem, realmente, do mesmo pão? Os militares que trabalham na execução do policiamento recebem a compreensão e apoio de seus companheiros que trabalham nas funções gerenciais, em relação à complexidade de seu trabalho, principalmente, em eventuais erros não intencionais? No exercício do poder disciplinar, principalmente, nas movimentações que signifiquem mudança de município, alguém se preocupa com os seus efeitos destas mudanças junto à esposa e filhos do militar? O processo de promoções por merecimento fortalece o companheirismo e a camaradagem na Polícia Militar?
Depois de muito refletir, chequei a uma conclusão: É preciso criar uma consciência entre os militares sobre a necessidade de implementar reformas estruturais significativas, que efetivamente, venham a contribuir para o fortalecimento da profissão e do companheirismo na Polícia Militar, pois, com o atual sistema de carreira, de promoções e de movimentações, o companheirismo na Corporação, existe somente nos discursos, e , principalmente entre os militares de menor hierarquia, que verdadeiramente comem do mesmo pão, sofrendo, com salários minguados, agruras do trabalho policial e da incompreensão dos burocratas.
Neste sentido, o Estado foi muito estratégico, quando, para dividir e enfraquecer a classe, criou um sistema de remuneração, que concede vantagens e benefícios, periodicamente, ou seja, a cada cinco anos, pois se todos recebessem o mesmo salário para o mesmo cargo, comeriam do mesmo pão e seriam companheiros de verdade. Reside neste ponto, a verdadeira razão, pela qual o Estado, resiste em implantar o subsídio (parcela única de remuneração para o cargo) para os policiais, vez que nenhum governante, quer uma polícia unida e forte.
Domingos Sávio de Mendonça
Assessor Jurídico da Ascobom
OAB/MG 111515

Motociclista inabilitado bate em viatura da PM e é preso em Montes Claros

Um patrulhamento de rotina da Polícia Militar de Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, terminou na prisão de um motociclista, de 38 anos, na madrugada desta terça-feira (26).
De acordo com os militares, ao perceber a presença da viatura da PM, o homem fugiu em alta velocidade. Em seguida, os policiais perseguiram o motorista, que perdeu o controle da moto e bateu em outra viatura, que estava parada no cruzamento entre a avenida Lauro Dias de Sá e a rua Curitiba.
Após o acidente, a polícia conseguiu prender o motociclista, que estava dirigindo ser ter carteira de motorista.
Conforme a PM, o homem foi levado para a Delegacia de Polícia Civil da cidade e a moto foi apreendida.
FONTE: O TEMPO

Frente Parlamentar da PEC 300 será lançada em 31 de maio

A Frente Parlamentar em Defesa da PEC 300/08 será lançada em 31 de maio. No mesmo dia, será realizada audiência na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado para discutir a proposta, que estabelece piso salarial nacional para policiais e bombeiros dos estados.
A audiência foi sugerida pela deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC); pelo autor da PEC 300, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP); e pelo deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP). Os parlamentares também propõem que 31 de maio se torne o Dia da Valorização dos Profissionais da Segurança Pública.
Arnaldo Faria de Sá disse que a aprovação da proposta é justa porque os policiais se expõem diariamente a risco de morte para defender a população de bandidos, colocando em risco inclusive a vida de seus familiares.
Por sua vez, o Delegado Protógenes afirmou que a criação da frente parlamentar é importante para priorizar a segurança pública, ao lado da saúde e da educação. "Essa discussão prioritária se passa na uniformização de um piso mínimo nacional de salário para os policiais militares, trazendo a realidade também de mais verbas orçamentárias para o segmento da segurança pública."
Votação em plenário
A PEC 300/08 tramita em conjunto com a PEC 446/09, cujo texto principal foi aprovado em primeiro turno em março de 2010. Esse texto estabelece que o piso nacional será definido em lei federal posterior. Além disso, prevê um piso provisório (entre R$ 3,5 mil e R$ 7 mil) até que a lei entre em vigor. O Plenário ainda precisa votar quatro destaques que modificam a proposta aprovada.
Ainda no ano passado, o governo anunciou que era contra o piso provisório e que iria propor um novo texto para a PEC.
Debate amplo
Durante a audiência de 31 de maio, também haverá debate sobre outras três PECs: 534/02, que amplia as competências das guardas municipais; 308/04, que cria as polícias penitenciárias federal e estaduais; e 549/06, que determina que o salário inicial de delegado de polícia não seja inferior ao de integrante do Ministério Público com atribuição de participar das diligências na fase de investigação criminal.
Entre os convidados para a audiência estão o ex-deputado federal Capitão Assumção, líder do movimento pela aprovação PEC 300/08; o ex-deputado federal Major Fábio, que foi relator na comissão especial que analisou a PEC; e o ex-deputado federal Paes de Lira, que foi 1º vice-presidente dessa comissão.
Íntegra da proposta:
PEC-446/2009

Policiais civis entram em greve e militares ameaçam aquartelar (AL)

Agentes penitenciários devem decidir por paralisação; movimento diz que meta é "parar" segurança pública
Policiais militares, civis e agentes penitenciários deflagraram mobilização conjunta que deve levar à paralisação da segurança pública em Alagoas. Na manhã desta segunda-feira (25), representantes de diversas categorias que constituem o Movimento Unificado dos Trabalhadores da Segurança Pública reuniram-se com representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT) para anunciar um calendário comum de mobilização. Eles rejeitam a política salarial anunciada pelo governo do Estado e criticam o que chamam de cerceamento ao direito de greve
Mesmo com a decisão da justiça decretando a greve ilegal, os policiais civis paralisam suas atividades nesta terça-feira (26). Os agentes penitenciários fazem assembleia no Sistema Prisional, também com indicativo de greve, e às 15h, os policiais militares reúnem-se na Praça Deodoro e podem decidir pelo aquartelamento. “Só depende do governo. Nós queremos o que é garantido por lei, não queremos tratamento diferenciado, nem generalizante. Queremos tratamento isonômico e o governo não quer negociar. Estamos na iminência do aquartelamento, mas isso depende do Governo”, anunciou o ex-presidente da Associação de Cabos e Soldados, Wagner Simas.
Questionado sobre o regimento da carreira militar, que veta o direito de greve, ele disse que há outros meios de mobilização. “Temos estratégias para garantir nosso direito de reivindicar”, disse o militar, que afirma que há a possibilidade de aquartelamento. “Esperamos pela negociação com o governo, mas não houve avanços. Estamos na iminência do aquartelamento, mas isso é o governo quem vai decidir”, avisou o militar.
Em entrevista coletiva na manhã desta segunda-feira (25), representantes das diversas categorias vinculadas à segurança pública, apoiados por lideranças comunitárias e pela CUT, fizeram sérias críticas à política de segurança e à política de gestão pública do governo do Estado. “O governo Téo Vilela tem dito que não pode conceder reajuste por causa do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. No entanto, em 2010, o governo gastou apenas 45% da receita corrente líquida com pagamento de servidores, quando o teto é de 49%. O governo de Alagoas foi o que menos gastou com salários no Brasil”, afirmou Luiz Gomes, o Professor Luizinho, representante da CUT na reunião.
Os sindicalistas também criticaram o Poder Judiciário, a quem acusam de subserviência ao Poder Executivo, nas decisões favoráveis à ilegalidade das greves. “Já existe um modelinho pronto no Tribunal de Justiça. É só chegar a ação, que qualquer juiz já usa o modelinho para inviabilizar a mobilização dos servidores”, afirmou o Prof. Luizinho. “Pelos termos da decisão da Justiça na última greve, está decretada a ilegalidade da greve no sistema penitenciário, para sempre”, completou o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, Jarbas Souza. “Mas não vamos nos intimidar. Se nos tirarem o direito de fazer greve, vamos fazer uma guerra”, avisou o sindicalista.
Os representantes dos policiais militares afirmaram que além do Judiciário, que anteciparia a decretação de ilegalidade das greves, respondem a sindicâncias internas por insubordinação. “Nós não podemos fazer greve e o Comando da Polícia Militar já abriu uma sindicância para apurar se houve excessos na nossa ação após reunião com a Secretaria de Gestão Pública, há 15 dias. Mas ninguém questiona se o governo tem o direito de descumprir o que a lei determina”, questionou o cabo Wagner Simas, da Associação de Cabos e Soldados. “Nós não estamos pleiteando reajuste, a gente quer que nos seja repassado o que foi acordado com o Governo”, afirmou.
As ações de mobilização começam nesta terça- feira (26) com a greve da polícia civil. Às 9h, os agentes penitenciários fazem assembleia no sistema prisional, com votação do indicativo de greve e às 15h, as associações de policiais militares reúnem-se na Praça Deodoro, onde decidirão se haverá aquartelamento. Os militares informaram que esperam pela posição do governo até a hora da assembleia.
Participaram da reunião representantes do Sindicato dos Policiais Civis, da Associação de Cabos e Soldados (ACS) da Polícia Militar, Associação dos Oficiais Militares (Assomal).
FONTE: TUDO NA HORA

25 de abril de 2011

Movimento Social pede o fim da ROTAM!!!

semana de mobilizações inicia com chegada
de caminhada do MST em Belo Horizonte nesta segunda-feira
25/04/2011 - MOVIMENTOS SOCIAIS
“Minas não quer CHOQUE, quer TERRA, TRABALHO e EDUCAÇÃO!”.Essa é a palavra de ordem dos Movimentos Sociais que denunciam o projeto político do governo de Minas, que privilegia o lucro das grandes empresas e reprime os/as trabalhadores/as que exigem seus direitos básicos, como moradia, melhores condições de trabalho e ensino público de qualidade.
Nesse sentido, os Movimentos Sociais de Minas Gerais, unidos pelo desejo de mudança da sociedade, convidam todo o povo mineiro a participar do 3º Encontro dos Movimentos Sociais de Minas Gerais: por um Projeto Popular para o Brasil, que acontecerá em Belo Horizonte , entre dias 30 de abril e 02 de maio de 2011.
Entre as principais propostas do Encontro, destacam-se as seguintes reivindicações:
1 – Redução da Jornada de Trabalho de 44 para 40 horas, sem redução de salário.
2 – Implantação do Piso Salarial estadual.
3 – Por uma política de moradia popular e contra os despejos arbitrários anunciados pela Prefeitura de Belo Horizonte.
4 – Educação infantil ampla e gratuita.
5 – Por uma política de Reforma Agrária efetiva.
6 – Pela redução das tarifas públicas, em especial, as tarifas de energia, gás, água e transporte público.
7 – Pela aplicação da política do meio-passe para todos os estudantes.
8 – Contra o atual modelo de mineração adotado pelo estado, que favorece o lucro das empresas internacionais e gera grandes impactos ambientais.
9 – Pelo fim da ROTAM e contra a política de segurança pública que criminaliza os pobres.

"O SERVIÇO POLICIAL MILITAR E O EXCESSO DE HORAS TRABALHADAS"

A Constituição de 1988, ao estabelecer a carga horária máxima de trabalho quis com que o empregador ficasse adstrito às 44 (quarenta e quatro) horas semanais, sob pena de ter que pagar horas extras a seus funcionários. No caso dos policiais militares dos Estados, verificamos a existência de normas diferenciadas. No Estado de Goiás a lei determina a jornada mínima de 40 (quarenta) horas semanais, em contrapartida, não há norma que estipule a carga horária máxima.
Neste diapasão, justificam a exigência do mínimo em lei porque assim como no Exército os militares podem agir a mando de seus Comandantes e Governantes a qualquer momento em qualquer hora do dia, desde que, haja uma crise que exija a utilização não rotineira de um efetivo maior para garantir a ordem, salvar vidas e manter a lei, sem qualquer ônus referente ao excesso de horas trabalhadas para o Estado. Só há um problema com a norma é que esta excepcionalidade virou regra para as policias dos Estados.
Em Goiás estamos vivendo um Estado de ordem social aceitável e, não se faz necessário a ultrapassagem do mínimo de 40 (quarenta) horas, exceto pela necessidade de contratação de mais homens, o que não significa emergência ou crise, mas, falta de planejamento Estatal.
Os militares dos Estados suportam cargas excessivas de trabalho e a falta de efetivo pressiona os Comandos a estabelecerem jornadas que vão além das 44 (quarenta e quatro) horas semanais, tudo isso, sem a devida remuneração pelo trabalho extra realizado. Chegamos ao ponto de editarmos leis que regulamentaram o serviço voluntário por tempo determinado a fim de resolvermos o problema de efetivo no âmbito da Corporação Militar de Goiás[1], contrariando normas constitucionais que exigem a necessidade de excepcional interesse público[2].
Com o fim dos famosos "boinas azuis" instituídos pela lei 14.012/01, promulgamos em seguida a lei 15.125 de 25 de fevereiro de 2005 que regula o serviço voluntário fora da jornada normal de trabalho, mediante retribuição pecuniária específica, ou seja, um "salário virtual" que não irá englobar o que hoje denominamos de subsídio, tudo isso para que o Estado não suporte uma contratação em massa de policiais militares.
Entretanto, quem paga os prejuízos deste excesso de carga horária não é só o militar, mas, toda sociedade que não terá uma prestação de serviço à altura de suas exigências, pois, teremos nas ruas policiais cansados e "estressados" em suas atividades. Queremos uma polícia de 1º (primeiro) mundo, mas não tratamos nossos policiais com a mesma dignidade destes países.
A PMGO (polícia militar de Goiás), pode optar por uma carga horária mínima de 40 (quarenta) horas semanais, entretanto, isto exige um estado de ordem social, que historicamente nunca existiu, logo, se estamos há décadas em estado de exceção ou crise que justifique a extrapolação deste mínimo trabalhado a patamares além dos estabelecidos constitucionalmente pelo trabalhador comum, porque então adotarmos o mínimo se o máximo virou regra e não exceção?
Tamanha injustiça se perdura há décadas, portanto, nada mais justo do que a fixação exata da jornada máxima de trabalho para o militar nos períodos de ordem social, pois, aquilo que ultrapassá-la será levado em consideração para o pagamento das horas-extras ou de uma possível compensação de horas.
Sabemos que o regime militar, obriga ao exercício de escalas extraordinárias, mas, isso deve ser plenamente justificado, através dos estados de exceções, os quais são decretados pelos nossos chefes de governo, isso não tira o direito de qualquer Comandante convocar extraordinariamente o militar para determinada missão, desde que, nessa convocação exista motivação e nela haja necessidade e urgência, pois, do contrário teremos necessariamente de pagar pelo trabalho extra.
O que verdadeiramente falta em todos os Estados, é um rígido controle das horas trabalhadas dos militares. Sem a devida limitação ao direito discricionário dos chefes de governos e comandantes militares de exigirem em tempo de ordem social o exercício de uma jornada não superior as 44 (quarenta e quatro) horas semanais permitidas pela Constituição, não será atingida a dignidade humana destes trabalhadores.
Tudo isso é fácil quando sabemos que basta especificarmos em lei que as horas extraordinárias motivadas por crises, não geram direito as horas-extras. A partir de então será garantido a todos um tratamento digno, pois, sabemos que não estamos sempre em momentos de crise! O controle mais rígido das Escalas de Serviço, e adoção de equipamentos de registros de entrada e saída, assim como nas empresas particulares garante maior efetividade e controle da jornada excedente. Todos querem o uso destas tecnologias para se fazer justiça, exceto àqueles que sabem retirar do caos e da desordem o proveito próprio.

Vejamos uma breve síntese da jornada de trabalhador comum e do militar :
Trabalhador Regido pela CLTJornada Horas semanais Horas mensais
Y08 (oito) horas diárias
44 horas
176 horas
MILITAR
Jornada de trabalho
Horas semanais
Horas mensais
MILITAR
12X36
48 horas inclusive domingo (diurno)
180 horas
MILITAR
12x24
36 horas engloba trabalho noturno
240 horas mensais. Considerando 20% ( com 20 (vinte) serviço no mês)
MILITAR
24X48
Variação de dois a três serviços na semana inclusive feriados
240 hs mensais com 10 serviços no mês
MILITAR
Expediente
36 horas
144 hs mensais

Na PM há vários tipos de escalas entre elas : 12x36; 24x48 , 12x24 e 24x72, inserimos o Quadro acima tão somente para fixar um parâmetro comparativo entre o trabalhador militar e o trabalhador regido pela CLT ( Consolidação das Leis Trabalhistas) que trabalha 176 (cento e setenta e seis) horas mensais e que quando laboram acima deste patamar recebem de seu empregador horas-extras.
Desta feita, constatamos que quando o militar do Estado de Goiás, não trabalha as 40 (quarenta) horas mínimas este é obrigado a completá-la através do famigerado Banco de Horas[3], entretanto, a mesma justiça não é vista em favor daqueles que trabalham em regime de escalas. Na jornada 12x36 nossos militares trabalham cerca de 180 (cento e oitenta) horas mensais, ou seja, 4 (quatro) horas a mais que um trabalhador comum trabalha isso sem contar que estas escalas não contam a hora noturna como sendo de 52 (cinqüenta minutos e 30 segundos), ou seja, o período de 12 (doze) horas trabalhadas no período noturno equivaleria a aproximadamente 2 (duas horas) a mais por dia de serviço, em resumo nosso militar está trabalhando aproximadamente 20 (vinte) horas ao mês e a mais do que aqueles que exercem escalas diurnas, acaso considerássemos que a hora noturna equivalesse a 52(cinqüenta e dois) minutos e trinta segundos. Tendo em vista que eles irão receber o mesmo salário no final do mês, isto é extremamente injusto.
Nas escalas 24x48 e 12x24, o trabalhador militar labora cerca de 240 horas mensais; na terceira escala 24x72 o militar trabalha cerca de 192 (cento e noventa e duas horas) no mês. Portanto, concluímos para a felicidade do Estado, que o regime adotado de escala está em descompasso com o que prevê nossa Carta Maior, pois, este limite fere a dignidade humana insculpida como direito fundamental.
A carga horária máxima trabalhada, não foi estipulada por acaso no texto constitucional, sendo sua extrapolação um direito excepcional que não deve ser exercido por ninguém sem que haja limites legais para o seu exercício, o que engloba todos os trabalhadores inclusive o militar, mesmo sendo regido por leis especificas que não engloba o direito de jornada máxima.
Ademais no quadro analítico já proposto não consideramos o número de feriados nacionais no Brasil e mesmo os feriados regionais, para assim auferirmos uma comparação real entre o trabalhador que exerce atividade de expediente e o Trabalhador Militar que exerce regime de escalas ininterruptas de serviço. Portanto, a idéia de que o miliciano trabalha pouco é mera especulação.
Em 1975, nossa PMGO optou em lei por uma carga horária de 40 (quarenta) horas semanais, porque então estes milicianos trabalham mais do que isso nos regimes de escalas? A história explica o quanto o Brasil viveu por períodos ditatoriais onde os militares viveram constantemente aquartelados e em regime de prontidão constante a mando de seus comandantes e chefes políticos, isso levou a instituição a adotarem escalas desumanas próprias do Estado de Guerra e que hoje ainda são utilizadas.
O que cabe ao Administrador em tempo de ordem social e política é tão somente cumprir o mínimo, pois, o máximo não está previsto, justamente para garantir o uso desta força auxiliar nos momentos de crise, fato este excepcional que infelizmente é tratado como regra. Vejamos o que diz a lei 8.033/75:
Art. 30 - Os deveres Policiais-Militares emanam de vínculos racionais e morais que ligam o Policial-Militar à comunidade estadual e à sua segurança, e compreendem, essencialmente:
I - a dedicação integral ao serviço Policial-Militar e a fidelidade à instituição a que pertence, mesmo com o sacrifício da própria vida;
Parágrafo Único - A dedicação integral a que ser refere o item I deste artigo sujeita o Policial-Militar à jornada mínima de 40 (quarenta) horas semanais de trabalho". Acrescido pela Lei nº 10.623, de 24-8-88, DO. de 1-9-88.
Com o advento da Constituição todos os empregadores ficam limitados a exigirem de seus funcionários que trabalhem no máximo 44 (quarenta e quatro) horas semanais, sob pena de pagarem horas extras; o mesmo texto não impede que o empregador estabeleça uma jornada menor. A Constituição fala em trabalhadores, acaso o militar não é um trabalhador? Vejamos:
Art 7 - São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem a melhoria de sua condição social:
(...)
XIII – duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho.
Vejamos agora o rol que a nosso ver deve abranger o Direito a Jornada Mínima, mas, que a Doutrina entende ser um rol taxativo.
Art. 142. As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
§ 3º Os membros das Forças Armadas são denominados militares, aplicando-se-lhes, além das que vierem a ser fixadas em lei, as seguintes disposições:(Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
(...)
VIII - aplica-se aos militares o disposto no art. 7º, incisos VIII, XII, XVII, XVIII, XIX e XXV e no art. 37, incisos XI, XIII, XIV e XV;(Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
(...)
X - a lei disporá sobre o ingresso nas Forças Armadas, os limites de idade, a estabilidade e outras condições de transferência do militar para a inatividade, os direitos, os deveres, a remuneração, as prerrogativas e outras situações especiais dos militares, consideradas as peculiaridades de suas atividades, inclusive aquelas cumpridas por força de compromissos internacionais e de guerra.(Incluído pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
A lei 8033/75 do Estado de Goiás é omissa quanto ao aspecto da jornada máxima de trabalho que um policial militar pode exercer, entretanto, não há proibição Constitucional, para a fixação deste limite, basta fazermos uma leitura do Art. 42 da Constituição. Vejamos:
Art. 42 Os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares, instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina, são militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 18, de 1998)
§ 1º Aplicam-se aos militares dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios, além do que vier a ser fixado em lei, as disposições do art. 14, § 8º; do art. 40, § 9º; e do art. 142, §§ 2º e 3º, cabendo a lei estadual específica dispor sobre as matérias do art. 142, § 3º, inciso X, sendo as patentes dos oficiais conferidas pelos respectivos governadores.(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 20, de 15/12/98)
Portanto, é imprescindível que corrijamos esta falha legislativa para proporcionar não só ao militar a segurança jurídica necessária para que não haja distorções teratológicas que ferem a Dignidade do Trabalhador Militar e a própria Constituição Federal.
Não é errada a atuação do Comando em exigir do militar que ele exerça a jornada mínima de 40 (quarenta) horas semanais, entretanto, fugimos da discussão em querer estabelecer o máximo de nossa jornada, pois, sabe-se que existe em nosso meio escalas que atropelam o princípio da dignidade humana.
Todo esse excesso de trabalho somado com as escalas extraordinárias que todo militar é obrigado a participar o impedem do convívio com a família, do lazer, da cultura, direitos estes consagrados pela nossa Constituição. É preciso colocar ordem e estabelecer a justiça a este trabalhador incansável!
A profissão por si só é extremamente perigosa e considerada uma das profissões mais "stressantes" da atualidade. A atividade de segurança implica, não raras vezes, submeter-se a audiências na justiça, a flagrantes que ultrapassam as escalas normais de serviço e ainda a outras atividades de caráter urgente, que exigem a presença do policial.
De fato propomos uma mudança na lei 8.033/75, retirando do Estado a exigência do mínimo e interpondo como máximo às 40 (quarenta) horas semanais, isto evita escalas injustificadas e garante um mínimo de segurança jurídica evitando o excesso do poder discricionário das diversas autoridades que muitas vezes procuram apenas satisfazer os anseios políticos dos governos.
Enquanto o problema não é resolvido, aguardamos o Ministério Público do Trabalho que volva seus olhos não só para os trabalhadores regidos pelo regime da CLT, até porque não está escrito na Constituição que militar não é trabalhador!
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial