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| Delegada Cristina Coelli |
A demanda do intercâmbio entre as corporações mineira e fluminense é resultado da mobilização da sociedade civil carioca, liderava por Jovita Nocchi, mãe de Priscila Vieira Belfort - jovem desaparecida desde 2004
Representantes da Polícia Civil do Rio de Janeiro vão debater, nesta segunda-feira, com integrantes da corporação de Minas Gerais o modelo de investigação nos casos de pessoas desaparecidas. Cristina Coelli, titular da Delegacia Especializada em Localização de Pessoas Desaparecidas de Belo Horizonte viajou nesta manhã ao estado vizinho, onde vai se encontrar com a chefe Polícia Civil do Rio, Martha Rocha, para mostrar o modelo mineiro de trabalho, que virou referência nacional. A demanda para o encontro é resultado da mobilização da sociedade civil fluminense, liderada por Jovita Nocchi, mãe de Priscila Vieira Belfort - jovem desaparecida desde 2004.
De acordo com Coelli, no Rio de Janeiro não há uma delegacia especializada em pessoas desaparecidas, apenas um serviço instalado no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). No entanto, a polícia fluminense está interessada em aprimorar os trabalhos. A delegada de BH já esteve na Assembléia Legislativa do Rio no ano passado, onde palestrou sobre as experiências de sucesso realizadas em Minas Gerais. Policiais do Rio também estiveram em Minas para conhecer os trabalhos e visitar as instalações da delegacia especializada.
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1 comentários:
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK! ELES NÃO INVESTIGAM NADA AQUI E QUER ENSINAR OS OUTROS.PIADA.
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