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COMO VOCÊ AVALIA O ATENDIMENTO 190 DO COPOM

quinta-feira, 31 de julho de 2014

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SD PM REAGE A ASSALTO E ATINGE LADRÃO COM TIRO NA CABEÇA EM CONTAGEM


O criminoso estava na companhia de dois homens que conseguiram fugir. O militar, que estava de folga e à paisana, foi encaminhado para a delegacia

A tentativa de assalto terminou mal para um bandido, na tarde desta quinta-feira, no Bairro Conjunto Água Branca, em Contagem, Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os criminosos tentaram roubar um policial militar à paisana que lavava um veículo na Rua Três. O PM reagiu e baleou um dos homens na cabeça. O outro conseguiu fugir e ainda não foi localizado. 

De acordo com as primeiras informações da PM, o soldado do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam) lavava um veículo particular na porta de sua casa, quando foi abordado por dois homens armados. O policial, que estava de folga e à paisana, reagiu à abordagem e trocou tiros com a dupla. “Os criminosos apontaram a arma e o policial efetuou os disparos, atingindo um deles na cabeça”, explica o major Othon Jácome, subcomandante da Rotam. 

Depois da reação do policial, um dos ladrões correu e entrou em um carro que estava dando apoio aos dois. O homem ferido foi socorrido para o Hospital de Pronto-Socorro JK, em Contagem. “O militar começou a socorrer e logo chegou uma viatura do 39ª Batalhão. O ferido foi transferido de carro, porque na viatura o transporte é mais rápido, e levado para o hospital”, diz Jácome. Segundo o major, o estado de saúde do assaltante é grave. 

Viaturas do Batalhão Rotam e do 39ª Batalhão da PM, responsável pela área, fazem rastreamento em busca dos outros dois homens que conseguiram fugir. O policial será encaminhado para a delegacia. “Como estava de folga, vamos levá-lo para a delegacia e o delegado vai decidir se vai ser preso ou não. Se tivesse de serviço levaríamos para o Batalhão, onde ficaria à disposição da Justiça Militar”, comenta o subcomandante.
FONTE: UAI
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BANDIDOS TROCAM TIROS COM PM E ACABAM SENDO PRESOS COM ARMAS E DROGAS EM PAVÃO

Militares do Destacamento de Pavão, apoio do destacamento de Novo Oriente e Crisolita.

Através de informações anônimas à PM,dando conta que homens estariam no aglomerado Cidade Alta ostentando armas de fogo e aterrorizando os moradores, anunciando que a partir daquela data quem comandava o trafico de drogas da cidade eram eles, realizaram uma operação para a prisão dos bandidos.

Quando a polícia chegou ao local, os criminosos correram, sendo localizados mais tarde em uma residência, onde os policiais foram recebidos a tiros. Após cercarem a residência os militares adentraram na residência efetuando a prisão de cinco autores, 03 armas de fogo, 24 pedras de crack, 12 papelotes de cocaína, 27 buchas de maconha, varias sementes de maconha, 3 celulares, 465,55 em dinheiro miúdo, 42 munições calibre 38. Nenhuma pessoa se feriu durante ação policial. Autores: JUNNIEL PAVAO SARY ELDIN, 21 anos; IGNEYVALDO TELES DA SILVA, 24; LUIZ FERNANDO FERREIRA DA COSTA, 24; MARCELO SILVA DE ALMEIDA, 24; BRUNO INÁCIO PEREIRA DA SILVA, 18.

REDS 2014-016139859-001, inicio às 21h do dia 29/07/14, termino às 9h do dia 30/07/14.

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SERVIÇÃO: PM APREENDE DROGAS ENCONTRADAS EM CAIXAS DE LUZ NA REGIÃO DA PAMPULHA

Em uma operação de combate ao tráfico na noite de quarta-feira (30), em Belo Horizonte, a Polícia Militar (PM) descobriu caixas de luz que eram usadas como esconderijos de drogas. A ação da PM terminou com a apreensão de várias substâncias ilícitas.

Os militares encontraram 117 buchas de cocaína, 134 pedras de crack, 42 buchas de maconha escondidos em três padrões de energia elétrica em um conjunto habitacional do bairro Manacás, na região da Pampulha. As caixas utilizadas como esconderijo foram dos blocos 20, 25 e 35.

Não foram encontrados autores e ninguém foi preso no local.

FONTE: HOJE EM DIA
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ASSALTANTE É PRESO DEPOIS DE TROCAR TIROS COM A PM EM SÃO JOSÉ DA LAPA

Suspeito saltou da garupa de uma motocicleta, sacou duas armas e atirou nos militares; ele foi levado para a Delegacia de Plantão de Vespasiano

Um homem suspeito de participar do roubo de um carro foi preso na noite dessa quarta-feira (30), depois de trocar tiros com a Polícia Militar (PM) durante uma tentativa de fuga, em São José da Lapa, na região metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a PM, Cleivison Felipe Pereira Ferreira, de 25 anos, saltou da garupa de uma motocicleta pilotada por um comparsa, sacou duas armas e começou a atirar contra os militares, que revidaram. A PM chegou aos suspeitos depois de receber a informação do roubo via rádio.

Durante a troca de tiros, o condutor da motocicleta sinalizou que iria parar, mas acelerou e bateu na viatura da PM. Mesmo após a colisão, ele se levantou e continuou a fuga a pé. O suspeito não foi encontrado. Ferreira foi preso e disse que estava no local para dar cobertura aos três comparsas, que efetuaram o roubo do carro. Ele disse, ainda, que o veículo seria levado para o bairro Céu Azul.

O suspeito foi levado para a Delegacia de Plantão de Vespasiano, onde a ocorrência foi encerrada.

Outro caso

No bairro Ana Lúcia, em Sabará, também na região metropolitana de Belo Horizonte, dois homens foram presos suspeitos de roubar a bolsa de uma mulher na avenida Contagem.

Ezequiel Pereira de Souza Carvalho, de 23 anos, e Rodrigo Dias Ferreira, de 29, foram reconhecidos pela vítima. Eles foram levados para a Delegacia de Plantão de Sabará.

FONTE: O TEMPO
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SECRETÁRIO DE DEFESA SOCIAL DE MG DEIXA CARGO NESTA QUINTA-FEIRA

Gestão aumentou transparência de dados, mas não freou criminalidade; procurador vai assumir

MARCOROMANELLI2
Marco Antônio Romanelli já chefiou a Advocacia Geral do Estado
O planejamento da segurança em Minas Gerais vai trocar de mãos nesta quinta, último dia da gestão de Rômulo Ferraz no comando da pasta do Secretário de Estado de Defesa Social (Seds). Nesta sexta, ele vai passar o cargo para o procurador estadual Marco Antônio Romanelli, que já ocupou o cargo de advogado geral do Estado.

Ferraz assumiu a chefia da Seds em março de 2012, quando o Estado sofria com a criminalidade em alta e a falta de estatísticas sobre a violência em Minas. Durante a gestão de Ferraz, houve melhora na confiabilidade dos dados em segurança, mas o crescimento da violência não foi freado.

Os dados dos crimes violentos passaram a ser divulgados mensalmente, sobre todos os 853 municípios de Minas. Na gestão anterior, de Lafayette Andrada, as informações só eram divulgadas anualmente e com detalhes da região metropolitana.

O aumento da transparência das informações, no entanto, foi acompanhado da alta nos crimes violentos. Tanto em 2012 quanto em 2013, houve aumento de 22% nos registros de violência.

O substituto de Ferraz é procurador do Estado de carreira e assumiu em 2010 a Advocacia Geral do Estado. Romanelli ocupou o cargo até abril deste ano. Procurada, o governo não informou o motivo da troca.

Prefeitura. Deve haver mudanças também no comando do Executivo na capital. Conforme publicação no “Diário Oficial do Município” nessa terça, o chefe da Superintendência de Limpeza Urbana, Sidney Bispo, será substituído por Vitor Mário Valverde, ex-secretário de Juiz de Fora.
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TRÊS EM DEZ POLICIAIS NO BRASIL "JÁ SOFRERAM ABUSOS NA PRÓPRIA POLÍCIA"

Polícia na final da Copa do Mundo no Rio
Policiais podem receber mensagem de reproduzir tratamento brutal como no treinamento, dizem especialistas

Um estudo realizado com cerca de 21 mil policiais em todo o Brasil revelou que quase 30% deles já foram vítima de abusos físicos ou morais em suas instituições – parte deles, durante o treinamento policial.

Segundo especialistas ouvidos pela BBC Brasil, a violência dentro das instituições policiais colabora para que os agentes da lei reproduzam esses abusos contra setores menos favorecidos da sociedade.

O levantamento, Opinião dos Policiais Brasileiros sobre Reformas e Modernização da Segurança Pública, foi feito por pesquisadores do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Secretaria Nacional de Segurança Pública entre junho e julho deste ano por meio de um questionário eletrônico.

Segundo o documento, 28% dos policiais pesquisados disseram ter sido "vítima de tortura em treinamento ou fora dele" e 60% afirmaram ter sido desrespeitados ou humilhados por superiores hierárquicos.

"Se o policial sofre com a violência internamente, ele vai reproduzi-la na sociedade", afirmou Rafael Alcadipani, especialista em estudos organizacionais da FGV.

Ele disse que é preciso entender essa cifra em um contexto policial que muitas vezes preza a violência na formação de seus agentes.

"Você precisa de alguns grupos específicos de policiais mais duros para lidar com conflitos, mas a maior parte do policiamento não vai lidar com essa realidade, eles vão lidar com desentendimentos entre vizinhos e brigas de casais, por exemplo."

Segundo a pesquisadora Camila Nunes Dias, da Universidade Federal do ABC e associada ao Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP), as humilhações praticadas por superiores contra policiais podem influenciar a forma com que esses agentes lidam especialmente com as camadas menos favorecidas da sociedade.

"A violência policial não acontece só entre policiais e a sociedade civil, ela é frequente dentro da própria corporação."

"Se policiais são alvo de humilhação espera-se que alguns desses indivíduos queiram reproduzir isso com as pessoas com as quais eles lidam, sobretudo as mais vulneráveis socioeconomicamente e os egressos do sistema prisional."

Treinamento duro - O relato de abusos por todo esse contingente de policiais pode estar relacionado a treinamentos precários, mas também à falta de entendimento da profissão por parte dos policiais.

Esse é o ponto de vista do coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública, professor do Centro de Altos Estudos de Segurança da PM de São Paulo e membro do fórum organizador do estudo. Segundo ele, as escolas policiais do mundo todo adotam um ritmo intenso e bastante militarizado no processo de treinamento, no qual alguns exercícios podem até ser interpretados como abusos ou tortura. Entre eles estão especialmente a imposição de exercícios físicos extenuantes e a privação de sono ou alimentação por períodos prolongados. "Não há outra forma de lidar com tensão senão senti-la. Se o nível de estresse não for trabalhado, pode afetar as decisões do policial", afirmou. "A polícia não é igual às Forças Armadas, mas as situações de estresse são tão frequentes quanto as das Forças Armadas."

Ressentimento - Para José Vicente da Silva, interpretar certas atividades intensas como abuso por decorrer de um desentendimento, fruto de uma deficiência no processo de ensino ou de compreensão do policial sobre sua própria carreira. Ele geraria uma série de policiais ressentidos, cujo trabalho com a sociedade também seria comprometido.

Porém, também pode ser resultado de escolas de formação de baixa qualidade, onde instrutores pouco preparados impõem situações de abuso que podem até colocar em risco a integridade dos novos policiais. Isso tenderia a acontecer principalmente em Estados onde há um volume maior de treinamento de policiais. José Vicente Silva Filho afirmou que de fato nesses casos os abusos podem ser reproduzidos no tratamento da sociedade. Porém, segundo ele, os abusos policiais não podem ser explicados apenas por problemas de formação.

Eles estão relacionados às condições de trabalho dos policiais, que envolvem baixos salários (o maior problema, segundo 84% dos entrevistados), altas jornadas, falta de recursos e apoio médico e psicológico deficitário.

A pesquisa mostrou que essa realidade está fazendo muitos policiais se arrependerem da carreira. Entre os pesquisados, 34% disseram que sairão da polícia quando tiverem oportunidade e 38% afirmaram que teriam escolhido outra profissão se pudessem voltar no tempo.
Desmilitarização

O estudo também constatou que a maior parte dos agentes da lei entrevistados gostaria que a atividade policial fosse organizada em uma carreira única, integrada e de natureza civil. Segundo os dados, 27% são favoráveis a uma nova polícia de caráter civil, que faça patrulhamento de ostensivo de rua e investigação. Outros 21% querem a união das polícias militar e civil em uma instituição civil. Apenas 14% dos pesquisados disseram preferir a manutenção da estrutura atual, na qual a Polícia Militar patrulha e a Civil investiga.

Segundo Alcadipani, essa porcentagem é resultado do fato de que a maior parcela dos entrevistados era composta de policiais de nível hierárquico mais baixo. Eles estariam descontentes com o alto nível de controle de sua atividade por níveis hierárquicos mais altos.

De acordo com Alcadipani, por vezes a questão da desmilitarização é vista pela opinião pública como sinônimo de uma polícia mais aberta e mais comunitária – fatores que são essenciais, mas não estariam relacionados a uma hierarquia militar, necessária, segundo ele. Para Dias, a discussão sobre a desmilitarização ou não da polícia diz respeito somente à eficácia da instituição. Segundo ela, antes de entrar nesse debate é preciso reduzir os casos de violência, arbitrariedade e corrupção da polícia.

"É difícil debater modelos de eficácia quando ainda temos esquadrões de extermínio integrados por policiais."

FONTE: BBC BRASIL

quarta-feira, 30 de julho de 2014

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NO BRASIL, OS PRAÇAS SÓ FORAM AUTORIZADOS A VOTAR EM 1988

Praças só foram autorizados a votar em 1988Olhar para a história das constituições brasileiras é um importante exercício para entender dois sintomas da relação entre as polícias militares brasileiras e a política. O primeiro, a dificuldade da formulação de uma consciência política coletiva entre os policiais militares: embora haja avanços, estamos longe do que é preciso em termos de maturidade, autocrítica e coragem. O segundo sintoma é o entendimento ainda existente de que policiais militares não são dignos de escolha política ou ideológica, a não ser aquela a que está submetido circunstancialmente – a do governo no poder.

Garantir aos militares o direito de divergir, contradizer e se posicionar (em suma, ter direito de escolha) ainda não é um consenso. Como isto está expresso na história das nossas constituições? Vejam abaixo o tratamento político que cada uma delas deu aos militares, notadamente às praças, que só ganharam o “privilégio” do voto em 1988:
Constituição de 1824

Art. 92. São excluídos de votar nas Assembleias Parochiaes.

I. Os menores de vinte e cinco anos, nos quase se não compreenderem os casados, e Oficiais Militares, que forem maiores de vinte e um anos, os Bachares Formados, e Clerigos de Ordens Sacras.

Art. 93. Os que não podem votar nas Assembleias Primarias de Parochia, não podem ser Membros, nem votar na nomeação de alguma Autoridade eletiva Nacional, ou local.

Constituição de 1891

Art 70 - São eleitores os cidadãos maiores de 21 anos que se alistarem na forma da lei.

§ 1º - Não podem alistar-se eleitores para as eleições federais ou para as dos Estados:

1º) os mendigos;

2º) os analfabetos;

3º) as praças de pré, excetuados os alunos das escolas militares de ensino superior;

Constituição de 1934

Art 108 - São eleitores os brasileiros de um e de outro sexo, maiores de 18 anos, que se alistarem na forma da lei.

Parágrafo único - Não se podem alistar eleitores:

a) os que não saibam ler e escrever;

b) as praças-de-pré, salvo os sargentos, do Exército e da Armada e das forças auxiliares do Exército, bem como os alunos das escolas militares de ensino superior e os aspirantes a oficial;

c) os mendigos;

d) os que estiverem, temporária ou definitivamente, privados dos direitos políticos.

Constituição de 1937

Art. 117 - São eleitores os brasileiros de um e de outro sexo, maiores de dezoito anos, que se alistarem na forma da lei e estiverem no gozo dos direitos políticos.

Os militares em serviço ativo, salvo os oficiais, não podem ser eleitores.

Constituição de 1946

Art 132 - Não podem alistar-se eleitores:

I - os analfabetos;

II - os que não saibam exprimir-se na língua nacional;

III - os que estejam privados, temporária ou definitivamente, dos direitos políticos.

Parágrafo único. Os militares são alistáveis, desde que oficiais, aspirantes a oficiais, guardas-marinhas, subtenentes ou suboficiais, sargentos ou alunos das escolas militares de ensino superior para formação de oficiais.

Constituição de 1967

Art 142 - São eleitores os brasileiros maiores de dezoito anos, alistados na forma da lei.

§ 1º - o alistamento e o voto são obrigatórios para os brasileiros de ambos os sexos, salvo as exceções previstas em lei.

§ 2.º - Os militares são alistáveis desde que oficiais, aspirantes-a-oficiais, guardas-marinha, subtenentes, ou suboficiais, sargentos ou alunos das escolas militares de ensino superior para formação de oficiais.

Constituição de 1969

Art. 147. São eleitores os brasileiros maiores de dezoito anos, alistados na forma da lei.

§ 1º O alistamento e o voto são obrigatórios para os brasileiros de ambos os sexos, salvo as exceções previstas em lei.

§ 2º Os militares serão alistáveis, desde que oficiais, aspirantes a oficiais, guardas-marinha, subtenentes ou suboficiais, sargentos ou alunos das escolas militares de ensino superior para formação de oficiais.


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Atualmente apenas durante o período do serviço militar obrigatório os conscritos não podem votar. Se esse “detalhe” constitucional histórico não explica odo o contexto político-ideológico que vivem os policiais militares, pelo menos dá indícios do que está posto na atualidade.

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ABSURDO: DUPLA DANIFICA VIATURA ENQUANTO A PM ATENDIA PAI DE UM DELES EM MINAS GERAIS

Segundo PM, suspeitos chegaram a subir na viatura.

Dupla fugiu do local, mas foi detida na Avenida dos Pássaros.

Um adolescente, de 17 anos, foi apreendido e um jovem, de 18, preso em Uberlândia, na noite desta terça-feira (29), por dano ao patrimônio público. De acordo com a Polícia Militar (PM), enquanto uma patrulha multidisciplinar da PM atendia ao pai do menor, os suspeitos pararam ao lado da viatura que estava na porta da casa deles e causaram danos ao veículo.

Ainda segundo a PM, os dois suspeitos chegaram a subir na viatura, que ficou arranhada e amassada. A dupla tentou fugir, mas foi detida na Avenida dos Pássaros e encaminhada à delegacia.

FONTE: G1
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PM APREENDE MORTEIRO, 34 ARMAS E MAIS DE 3.000 CARTUCHOS EM SÍTIO

Armas SarzedoMilitares chegaram ao local após denúncia anônima; uma parte das armas estava no sítio do suspeito e a outra, em um apartamento, no bairro Barroca, em Belo Horizonte

Um aposentado foi detido em flagrante na noite dessa terça-feira (29), pelo porte ilegal de 34 armas, um morteiro do Exército e mais de 3.000 cartuchos de vários calibres, na região metropolitana de Belo Horizonte. As armas, segundo a Polícia Militar (PM), não eram registradas ou estavam com o registro vencido. O homem, de 70 anos, disse aos militares que é colecionador, mas não explicou a origem do armamento. O material foi apreendido e o suspeito foi levado para a Delegacia de Ibirité.

Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar (PM) até o sítio do idoso, no bairro Brasília, em Sarzedo, na região metropolitana de Belo Horizonte. Lá, foram encontradas, em um cômodo separado da casa principal, cinco espingardas do tipo polveira, sendo quatro dentro de um saco de linhagem e uma na calha do telhado. Quando o proprietário do sítio chegou ao local, foram feitas buscas na parte de dentro da casa, onde foram achados um revólver, uma espingarda e uma pistola, além de vários cartuchos de vários calibres.

Ao ser questionado pelos militares, o idoso disse que havia mais armas em seu apartamento, no bairro Barroca, na região Oeste de Belo Horizonte, e que todas elas seriam legalizadas. A PM, então, fez buscas no imóvel e encontrou mais armamento, um morteiro anticarro do Exército Brasileiro, usado para disparar explosivos, e 3.650 cartuchos de vários calibres.

A equipe do Esquadrão Anti-Bombas do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) de Polícia Militar foi acionado para recolher o artefato explosivo, que segundo a PM, tem grande poder de detonação. Entre as armas havia fuzis, pistolas e espingardas. O autor, as armas e toda a munição foram encaminhados à Delegacia de Plantão de Ibirité. Após o registro do flagrante, o idoso foi levado para o presídio de Ibirité.

FONTE: O TEMPO
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PESQUISA MOSTRA INSATISFAÇÃO DOS POLICIAIS COM O PRÓPRIO TRABALHO

Pesquisa da FGV, com policiais de todo o Brasil, concluiu que a categoria está insatisfeita e quer mudanças nas corporações.

Uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, com policiais de todo o Brasil, concluiu que a categoria está insatisfeita e quer mudanças nas corporações.

A pesquisa sobre segurança pública ouviu 21 mil policiais rodoviários, militares, federais, civis, peritos e bombeiros em todo o país. Quase 40% tem nível superior completo e a maioria têm muitas reclamações: o número insuficiente de policiais, a falta de verba para a compra de armas e equipamentos, a corrupção e a rivalidade entre as diferentes esferas da polícia e os baixos salários são as principais dificuldades apontadas.

Ao todo, 31% dos entrevistados recebem até R$ 3 mil por mês. A relação com o Ministério Público e com o poder judiciário também aparece na pesquisa. Para quase 15% dos entrevistados, a atuação do MP torna mais difícil o trabalho policial. E se a pergunta for com relação à Justiça, este número é ainda maior.

Mais de 40% dos ouvidos acreditam que o policial que mata um criminoso deveria ser premiado e inocentado pela Justiça.

“É um equívoco por parte destes profissionais. O policial, ele recebe um mandato das pessoas. Na verdade o mandato das pessoas, aquilo que realemente para o que ele foi formado, e este mandato lhe dá o direito a usar a força de acordo com a lei. Qualquer coisa que extrapole isso significa crime”, aponta Paulo Storani, especialista em segurança.

No caso da morte de suspeitos mais de 80% acham que os envolvidos devem ser investigados e julgados. Apesar das dificuldades, metade dos entrevistados planeja se aposentar na corporação.

Mas a insatisfação é alta. E 38% disseram que não escolheriam essa profissão novamente. A pesquisa também revelou que a maior parte dos entrevistados já foi discriminada por ser policial ou profissional da área de segurança. Para os especialistas, é um sinal da falta de confiança da população no trabalho da polícia.

“Quando você tem uma polícia desmotivada, tem uma polícia que corre riscos desnecessários, a qualidade do trabalho acaba sendo prejudicada. Faz com que a população não se sinta confiante em relação ao trabalho do Estado. E sem confiança, o que acontece? A gente aumenta a sensação de medo e insegurança”, diz Renato Sérgio de Lima, da Fundação Getúlio Vargas.

Quase todos os policiais querem mudanças e concordam que é preciso modernizar os regimentos e códigos disciplinares das corporações.

“A mudança se faz necessária, é muito mais ampla do que apenas você mexer com salário, ou seja, pensar só mais efetivo, mais pessoas, mais armas e mais viaturas. A questão é bem mais complexa do que isso”, comenta Renato.

Em nota, o Ministério da Justiça declarou que investe em capacitação e aparelhamento na área de segurança pública. E afirmou que a questão salarial é da competência dos governos estaduais. (Jornal Nacional)

FONTE: POLICIAL BR
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BATALHÃO COPA: PM TEVE NOVO ÂNGULO COM CÂMERAS INSTALADAS EM CAPACETES E COLETES

Imagens mostram a visão da Polícia Militar das ações de segurança na Copa em BH

Veja, agora, as ações da PM em protestos, tumultos e quebradeiras nas ruas de BH durante a Copa do Mundo. São imagens de câmeras instaladas em capacetes e coletes dos policiais que atuaram no batalhão criado especialmente para o evento.



FONTE: ALTEROSA
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SUBMETRALHADORA, SILENCIADOR E DROGAS SÃO APREENDIDAS COM SUPOSTO TRAFICANTE EM BELO HORIZONTE

Uma submetralhadora, um silenciador e diversas porções de drogas foram aprendidas com um suposto traficante, na noite de terça-feira (29), no bairro Itatiaia, região da Pampulha, em Belo Horizonte. Aloísio Miranda Freire, de 24 anos, foi preso em flagrante.

Após denúncia anônima de que o chefe do tráfico da região guardava drogas em sua casa, militares do 36º Batalhão foram até a residência do suspeito. A denúncia dava conta, ainda, de que o suspeito teria matado um soldado do Exército. Os policiais aguardaram o homem chegar na residência e, no carro em que ele estava, nada de ilícito foi encontrado.

A mãe do rapaz permitiu que os PMs fizessem buscas na casa e, lá, encontraram a submetralhadora 9mm, 36 cartuchos do mesmo calibre, dois carregadores, um silenciador, além de 74 pinos de cocaína, cinco tabletes de crack, cinco porções de cocaína, quatro porções de crack, quatro pedras brutas da mesma substância, uma porção de pasta base de cocaína e três balanças de precisão.

O suspeito e o material apreendido foram levados para a delegacia da região para o registro da ocorrência.

FONTE: HOJE EM DIA
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CÂMERAS DO OLHO VIVO AJUDAM PM A PRENDER DUPLA QUE ROUBOU PADARIA NO ALÍPIO DE MELO

Dois homens suspeitos de assaltar uma padaria no bairro Alípio de Melo, região Noroeste de Belo Horizonte, foram presos em flagrante na manhã desta quarta-feira (30). Após o crime, eles foram monitorados pelas câmeras do Olho Vivo.

Segundo a Polícia Militar, José Alves da Silva Júnior, de 29 anos, invadiu o estabelecimento que fica na avenida Abílio Machado. Com uma arma em punho, ele anunciou o assalto e exigiu que todos os funcionários fossem para o escritório. Em seguida, conforme a PM, Jessé Natan dos Santos Pereira, de 19 anos, entrou na padaria e recolheu o malote de dinheiro.

Depois do roubo, os dois fugiram sentido avenida Brigadeiro Eduardo Gomes e a polícia acionada. Os suspeitos foram monitorados pelas câmeras. Uma viatura seguiu a dupla e, ao ver os militares, um dos suspeitos jogou o malote dentro de uma caçamba.

Eles foram alcançados e uma garrucha foi apreendida com um dos homens. A ocorrência foi registrada na Central de Flagrantes (Ceflan) 2.

FONTE: HOJE EM DIA
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#AVANTE15190

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PROJETO EXIGE CURSO SUPERIOR PARA INGRESSO NA POLÍCIA E NO CORPO DE BOMBEIROS

Deputado quer garantir um padrão nacional também mínimo para o ingresso nas fileiras dessas instituições.

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 6632/13, do deputado William Dib (PSDB-SP), que exige curso superior para o ingresso na Polícia e no Corpo de Bombeiros Militar. O texto exige ainda curso de Direito para entrar no quadro de oficiais dessas instituições.

Hoje as exigências previstas no projeto não constam do Decreto-Lei 667/69, que reorganiza as polícias militares (PM) e os Corpos de Bombeiros Militares dos estados e do Distrito Federal. O projeto altera esse decreto-lei.

A proposta também padroniza os demais requisitos para o trabalho nessas corporações, pois, atualmente, cada estado tem uma legislação diferente para o ingresso na PM e no Corpo de Bombeiros.

Escolaridade

De acordo com a proposta, quanto ao grau de escolaridade, o interessado deverá comprovar a conclusão de:

- curso de bacharelado em Direito, para o ingresso na carreira de Oficial do Quadro de Oficiais Policiais Militares (QOPM);
- curso de graduação superior nas áreas de interesse (médico, enfermeiro, etc), conforme regulamentação própria de cada instituição policial militar, para os praças ingressarem na carreira de Oficial do Quadro de Oficiais Especialistas; e
- curso de graduação superior em qualquer área, para o ingresso na carreira de Praça de Polícia Militar.

O projeto prevê que as unidades da Federação que não possuírem essas exigências para o ingresso na carreira terão o prazo de três anos para se adaptarem às novas normas.

Demais condições

Segundo o texto, são condições básicas para trabalhar na PM e no Corpo de Bombeiros:

- ser brasileiro;
- estar quite com as obrigações militares e eleitorais;
- não ter antecedentes penais dolosos;
- estar no gozo dos direitos políticos;
- ser aprovado em concurso público;
- ter procedimento social irrepreensível e idoneidade moral;
- ter capacitação física e psicológica compatíveis com o cargo, verificados através de exame de aptidão; e
- ser aprovado em exame de saúde e exame toxicológico com larga janela de detecção.

Promoção

Ainda conforme a proposta, observada a legislação própria de cada unidade da Federação, o acesso na escala hierárquica tanto de oficiais quanto de praças será gradual e sucessivo, e o processo de promoção de cada posto ou graduação deverá observar os critérios de antiguidade, bravura, post mortem e ressarcimento de preterição.

Por fim, o texto estabelece que as Polícias Militares manterão cursos em estabelecimento de ensino da própria polícia militar, podendo, ainda, ser desenvolvido em outra unidade federada, ou em parceria com instituições de ensino superior, públicas ou privadas, como requisito para a promoção.

“Ao longo da sua existência, as Polícias Militares foram obtendo padronização, porém impostas pelo governo militar”, explica William Dib. Depois do processo de redemocratização, continua o parlamentar essas corporações passaram a editar, nos estados, legislações diferenciadas quanto às exigências mínimas para o ingresso nas suas carreiras.

Como consequência, acrescenta, não há um padrão nacional também mínimo para o candidato ao ingresso nas fileiras dessas instituições. “Isso traz sérios problemas, levando em conta os serviços que esses profissionais vão desempenhar junto à sociedade após integrarem o efetivo ativo das Polícias Militares.”

Tramitação

O projeto, que tramita em caráter conclusivo, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-6632/2013

Reportagem – Newton Araújo
Edição – Natalia Doederlein

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura ‘Agência Câmara Notícias‘

FONTE: POLICIAL BR
 

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