Durante reunião da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), desta terça-feira (24/06), o Deputado CABO JÚLIO relatou as reclamações de militares que precisaram utilizar o serviço 190. Dezenas de reclamações postadas também neste blog mostram a morosidade no atendimento e necessidade de mudanças. DEPUTADO CABO JÚLIO RELATA RECLAMAÇÕES DE MILITARES QUANTO AO ATENDIMENTO DO 190
Durante reunião da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), desta terça-feira (24/06), o Deputado CABO JÚLIO relatou as reclamações de militares que precisaram utilizar o serviço 190. Dezenas de reclamações postadas também neste blog mostram a morosidade no atendimento e necessidade de mudanças.
2 comentários:
Estou preocupado, com situação que tem me chegado a respeito do percurso, andamento do CHO do CBMMG, do que me consta já há alguns anos, na verdade desde que houve a implementação do QOC, pela lei no estado de Minas gerais, os oficiais da ABM não “engolem” o Curso de Habilitação de Oficiais, estão “engasgado” com a possibilidade de praças se habilitarem para a função de oficial, de quase todos, se não todos, integrantes deste quadro notam ou notaram durante o curso um descontentamento e uma diferenciação no tratamento desprendido ao CHO em relação ao CFO na ABM.
Não tendo outra opção o descaso é a opção que salta os olhos não obstante o paternalismo que emerge com os discentes do CFO.
Posto aqui minha preocupação aliado a indagação, seria somente no CBMMG ? Lembramos que os oficiais formados exercerão suas atividades em prol da sociedade em conjunto com oficiais oriundos do CHO e CFO, sendo que esta relação se dá em caráter de hierarquia e disciplina.. Se é perceptível a situação, os discente do CFO herdarão o gene de sua genitora-ABM, e esta é a minha, senão nossa, preocupação.
Mais recentemente um episodio me estarreceu... Uma situação que regala a disparidade sofrida por estes oficiais que estão sendo formados, a saber, meus caros colegas, uma atividade e campo prevista e programada para o CFSD, tendo como organizadores e instrutores militares do CFOIII e CHO, sob supervisão da ABM, teria ocorrido, no meio da atividade uma reunião dos oficiais da ABM, que supervisionavam, e teria sido decidido que o CHO deveria realizar uma das atividades programadas e prevista para o CFSD, isto mesmo, o ocorrido se deu durante a atividade com gás Lacrimogêneo onde o CFO foi separado do CHO e após o CFSD realizar a atividade programada aproveitou-se a ocasião, e houve a ordem para o curso de Habilitação, com militares de 15,16 23 anos de serviço, realizar o exercício sobre o pretexto de que o deveria sentir a mesma sensação que seus comandados.
O que me causa espanto é que o Subcomandante da ABM foi conivente com tal atividade, mal assessorado assumiu o risco de cometer uma desmoralização do Curso frente aos diversos militares CFSD, praças de apoio e Praças do EB presentes na instrução.
Tal situação fere o princípio da hierarquia, tira o respeito e autoridade frente aos subordinados que assistiram creio eu perplexos sem entender nada.
O acontecido foi no mínimo uma atitude infeliz, inoportuna, sem nenhuma razoabilidade, uma verdadeira incoerência com aquilo se ensina em uma Academia que tem por base os princípios do militarismo..
Em um tempo que se luta para manter o militarismo presente nas instituições este é um voto da ABM para a desmilitarização que ronda a caserna.
Estou preocupado, com situação que tem me chegado a respeito do percurso, andamento do CHO do CBMMG, do que me consta já há alguns anos, na verdade desde que houve a implementação do QOC, pela lei no estado de Minas gerais, os oficiais da ABM não “engolem” o Curso de Habilitação de Oficiais, estão “engasgado” com a possibilidade de praças se habilitarem para a função de oficial, de quase todos, se não todos, integrantes deste quadro notam ou notaram durante o curso um descontentamento e uma diferenciação no tratamento desprendido ao CHO em relação ao CFO na ABM.
Não tendo outra opção o descaso é a opção que salta os olhos não obstante o paternalismo que emerge com os discentes do CFO.
Posto aqui minha preocupação aliado a indagação, seria somente no CBMMG ? Lembramos que os oficiais formados exercerão suas atividades em prol da sociedade em conjunto com oficiais oriundos do CHO e CFO, sendo que esta relação se dá em caráter de hierarquia e disciplina.. Se é perceptível a situação, os discente do CFO herdarão o gene de sua genitora-ABM, e esta é a minha, senão nossa, preocupação.
Mais recentemente um episodio me estarreceu... Uma situação que regala a disparidade sofrida por estes oficiais que estão sendo formados, a saber, meus caros colegas, uma atividade e campo prevista e programada para o CFSD, tendo como organizadores e instrutores militares do CFOIII e CHO, sob supervisão da ABM, teria ocorrido, no meio da atividade uma reunião dos oficiais da ABM, que supervisionavam, e teria sido decidido que o CHO deveria realizar uma das atividades programadas e prevista para o CFSD, isto mesmo, o ocorrido se deu durante a atividade com gás Lacrimogêneo onde o CFO foi separado do CHO e após o CFSD realizar a atividade programada aproveitou-se a ocasião, e houve a ordem para o curso de Habilitação, com militares de 15,16 23 anos de serviço, realizar o exercício sobre o pretexto de que o deveria sentir a mesma sensação que seus comandados.
O que me causa espanto é que o Subcomandante da ABM foi conivente com tal atividade, mal assessorado assumiu o risco de cometer uma desmoralização do Curso frente aos diversos militares CFSD, praças de apoio e Praças do EB presentes na instrução.
Tal situação fere o princípio da hierarquia, tira o respeito e autoridade frente aos subordinados que assistiram creio eu perplexos sem entender nada.
O acontecido foi no mínimo uma atitude infeliz, inoportuna, sem nenhuma razoabilidade, uma verdadeira incoerência com aquilo se ensina em uma Academia que tem por base os princípios do militarismo..
Em um tempo que se luta para manter o militarismo presente nas instituições este é um voto da ABM para a desmilitarização que ronda a caserna.
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