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sábado, 14 de novembro de 2015

LUTO PCMG: ESCRIVÃO DA POLICIA CIVIL É ASSASSINADO A TIROS QUANDO CHEGAVA EM CASA DO PAI

Gleisson Estevam de Souza, de 40 anos, estava na direção de seu Fiat Uno quando foi cercado e baleado no Bairro Mantiqueira, Região de Venda Nova
Escrivão da Polícia Civil foi morto a tiros na madrugada deste sábado quando chegava na casa do pai, no Bairro Mantiqueira, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte. Gleisson Estevam de Souza, de 40 anos, estava na direção de seu Fiat Uno quando foi cercado e baleado na Rua Leonel Marques. O policial ainda tentou escapar da emboscada, mas atingido na barriga e nas costas, perdeu o controle da direção e o veículo dele acabou despencando em um barranco da Rua José Félix Martins. Na queda o carro do policial civil derrubou parte de uma parede de uma residência, onde dormiam duas mulheres. Elas não se feriram.

Resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestaram socorro ao escrivão, que não resistiu e morreu no local. Militares do 13º Batalhão da Polícia Militar, equipes do Departamento de Investigação de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e da Delegacia de Santa Luzia estiveram no local para acompanhar os trabalhos dos peritos e levantar informações sobre as circunstâncias do crime. A hipótese de latrocínio – roubo seguido de morte – foi descartada, já que nenhum pertence da vítima foi levado.

Segundo o chefe do DHPP, delegado Oswaldo Wiermann Júnior, Souza havia acabado de deixar o plantão na Delegacia Regional de Santa Luzia quando foi assassinado. “Moradores disseram ter ouvidos vários tiros por volta das 5h, seguido do estrondo provocado pela queda do Fiat Uno no barranco. Eles porém, não viram quem atirou no escrivão e o veículo que o autor estava”, disse.

Gleisson de Souza tinha mais de 20 anos de polícia. Ele era casado e tinha dois filhos, de 2 e 12 anos. Em nota, a instituição informou que o durante sua carreira ele já havia trabalhado em outras unidades policiais, entre elas a Delegacia de Plantão de Vespasiano.

A nota informou ainda que o chefe da Polícia Civil, delegado Wanderson Gomes da Silva e todo o Conselho Superior acompanham o desenrolar das investigações. “Lamentamos profundamente o ocorrido. Manifestamos solidariedade a todos os familiares, amigos e colegas de profissão do escrivão Gleisson. Ele era um profissional dedicado e sua perda não afastará a Polícia Civil do compromisso diário com a Segurança Pública.” 
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1 comentários:

Anônimo disse...

SE fosse um policial que tivesse atirado em um marginal, teria um monte de testemunhas contra o policial disso eu tenho certeza .Lamento pela perda do nobre colega e aos familiares meus sinceros pêsames .