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quarta-feira, 31 de maio de 2017

QUADRILHA QUE TRAZIA MACONHA DO PARAGUAI PARA BH É PRESA PELA POLÍCIA

Léo Fontes / O TEMPO Com o grupo foram apreendidas 1,5 tonelada de maconha, que abasteceria os aglomerado da Serra e o bairro São Francisco

No vai e vem de visitas, recados, bilhetes e telefonemas usados em celulares adquiridos de forma ilegal, um homem, de 31 anos, conhecido como “Betinho”, do bairro São Francisco, na região da Pampulha, e um comparsa, de 27 anos, conhecido como “Peixinho”, do aglomerado da Serra, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, presos na penitenciária Professor Soares Albergaria, na região metropolitana da capital, continuam comandando o tráfico na cidade. Nesta terça-feira (30), eles foram apresentados, com mais quatro homens suspeitos de integrarem uma quadrilha que organizava o crime nos dois bairros. 1,5 tonelada e meia de maconha foi apreendida com os suspeitos.

As prisões aconteceram no último dia 25 em Frutal, no Triângulo Mineiro e representa a maior quantidade detida nos últimos dois anos, de acordo com o delegado Marcus Vinicius Lobo Leite Vieira, do Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp). “A maconha estava escondida em um fundo falso de um caminhão tipo boaideiro, e vinha da cidade de Pedro Juan Caballero, no Paraguai. Ela seria vendida a grandes traficantes de BH”, detalhou o delegado.

Droga renderia R$ 1 milhão
Por uma medida institucional, a Polícia Civil não divulga o valor das drogas apreendidas, mas de acordo com uma fonte ouvida pelo Super Notícia, as 1.300 barras renderiam, no mínimo, R$ 1 milhão ao tráfico de drogas. Todos os presos responderão por tráfico de drogas e associação para o tráfico. O motorista do caminhão, que a Polícia Civil acredita ter sido contratado só pela “corrida”, responderá por apenas por tráfico.

Questionada sobre a situação dos detentos envolvidos com o tráfico, a Secretaria de Administração Prisional (Seap) informou, em nota, que, assim que tomou conhecimento das denúncias feitas pela Polícia Civil iniciou uma apuração interna para saber se as informações são verdadeiras. Segundo a Seap, a penitenciária Professor Soares Albergaria não possui bloqueador de sinal de telefone e todas as cartas recebidas pelos detentos passam por um processo de triagem interna.

FONTE: O TEMPO
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