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terça-feira, 25 de agosto de 2015

DEPUTADO CABO JÚLIO RECEBE HOMENAGEM NO ANIVERSÁRIO DE 60 ANOS DO CICOP

Em comemoração aos 60 anos de existência do Centro de Integrado de Comunicações Operacionais (Cicop), o Deputado CABO JÚLIO, vice-líder do governo da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), recebeu da unidade, na manhã desta terça-feira (25/08), no pátio da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais (APM), localizada na região Oeste de Belo Horizonte, um troféu em reconhecimento aos relevantes serviços prestados, os quais contribuíram decisivamente para a melhoria das atividades desenvolvidas pelo Cicop.

''É uma honra receber uma homenagem de um centro tão importante como o Cicop'', disse CABO JÚLIO.

O chefe de Estado Maior, Cel Marco Antônio Bicalho entre outras autoridades, além dos ex-comandantes da unidades, também receberam a homenagem.


















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2 comentários:

Anônimo disse...

Parabéns Deputado! Esperamos que neste dia do Soldado, todos sejam, também, homenageados com uma mudança no concurso do CFS. Atualmente o candidatos ao CTSP tem mais benefícios do que os candidatos ao CFS, os quais já fazem parte da instituição. Se a maioria dos congruente do CEFS, após o curso de apenas cinco meses, retornam para as frações de origem, porque os congruente do CFS, após um curso de 13 meses, pode ser transferidos para qualquer parte do Estado e, ainda, permanecer no local por dois anos para terem direito à remoção.
Queremos que o CFS seja regionalizado e, se possível, a redução do tempo de curso.

Anônimo disse...

Parabéns, César!
Foi merecido. Mas, você acredita que há quem diga que não tem nada a ver?
Há quem diga, também, que a Medalha da Inconfidência para o Stedile não tem nada a ver. Isso, apesar de ser ele uns dos pouquíssimos agraciados realmente parecidos com Tiradentes: um revolucionário, capaz de enfrentar o governo que oprime o povo. Que atire a primeira pedra aquele que se encaixa nesse critério.
Os que criticam, tanto no seu caso, como no caso de Stédile, são peças obsoletas, esquecidas no fundo de porões escuros e úmidos; já foram úteis um dia, talvez, para trair ou matar um companheiro, como Silvério dos Reis e um certo personagem da Revolução dos Praças de 1997.
Ao ver essas peças de museu abrirem suas bocas, cheias de teia de aranha, pra reclamar, vejo que estamos no caminho certo.
Parabéns!