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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

PFEM ATIRA EM BANDIDO DURANTE TENTATIVA DE ASSALTO

Ela se identificou como militar, mas o ladrão continuou a ameaçá-la; ela sacou a arma e atirou nas pernas do bandido.

Uma policial militar foi vítima de uma tentativa de assalto na tarde de hoje em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Ela se identificou como militar e tentou reagir, mas foi agredida pelo assaltante e para evitar o crime, atirou contra o homem. Bruno Alberto Barbosa Lopes, 25, a abordou em um posto de gasolina na região do Ceasa. Ele fugiu do local, mas foi preso depois de dar entrada em uma unidade de saúde no bairro Ressaca, também em Contagem. 

De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, o crime aconteceu na manhã de hoje, na avenida Severino Ballesteros Rodrigues. A soldado estava abastecendo a sua motocicleta, quando foi abordada por Lopes, que anunciou o assalto a ameaçando com uma faca. A mulher se identificou como policial tentando impedir o crime, mas ele teria ignorado seu pedido e tentou esfaqueá-la. 

Ainda segundo informação dos policiais que atenderam a ocorrência, ela insistiu em dizer que era policial e pediu várias vezes que ele se afastasse. Ele não acatou o pedido e partiu para cima da soldado. Nesse momento, ela sacou a sua arma e atirou nas pernas de Lopes. Ele foi atingido na perna esquerda e imobilizado em seguida, com a ajuda dos frentistas do posto. Mesmo assim, ele conseguiu escapar. 

Quando uma equipe da polícia militar estava atendendo ao chamado, ainda no local do crime, receberam uma informação de que um homem havia dado entrada na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do bairro Ressaca, vítima de um tiro na perna. No local, ele foi identificado pela vítima. Ela teve ferimentos leves e também foi atendida na Upa. 

O assaltante foi transferido para o Hospital Municipal de Contagem e está sob cuidados médicos e escolta. Já a soldado da PM, que está atualmente fazendo o curso para se tornar sargento, foi presa, teve a sua arma apreendida e deverá passar por um processo na Justiça Militar.

FONTE: OTEMPO
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