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terça-feira, 11 de abril de 2017

POLÍCIA DESARTICULA QUADRILHA DE TRÁFICO DE DROGAS DO BARREIRO

Resultado de imagem para SERVIÇÃO PMMGEntre os presos está o chefe da quadrilha, que cometeu ao menos quatro homicídios nos últimos seis meses; cinco bandidos estão foragidos

A Polícia Civil apresentou na manhã desta terça-feira (11) dez pessoas suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas na região do Barreiro, em Belo Horizonte. Entre os presos está o chefe da quadrilha, conhecido pelo apelido de "Filhão".

As investigações contra o bando começaram em outubro do ano passado após o assassinato de Douglas Henrique Miranda. “Todos os homicídios, de uma forma ou de outra, tiveram ligação com o tráfico de drogas. No dia 30 de março realizamos a operação Darc no local, tendo 17 alvos. Desses, dez foram presos, cinco maiores estão foragidos e dois menores foram identificados”, explicou o delegado do Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), Felipe Falles.

A parceria entre os membros do bando ficou evidente no dia 29 de novembro, quando Cláudio Maria de Jesus foi assassinado por “cantar” a companheira de PH. Indignado com o fato, Filhão ordenou a execução do homem. Além desses dois homicídios, um homem não identificado foi morto no dia 10 de dezembro, e um ex-presidiário também foi executado quando saía de uma presídio de São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de Belo Horizonte, no dia 27 de março deste ano. Ambos eram desafetos do líder do tráfico.

Durante a operação foram localizados uma pistola e 15 cartuchos intactos de 9 mm, um carregador com 30 munições, uma motocicleta, um Corolla, sete celulares, uma bucha e um pé de maconha. Ao ser questionado sobre a arma, Filhão foi “curto e grosso”. “Quem não tem arma hoje em dia? Se vocês (direcionando-se aos jornalistas) não têm, problemas de vocês”.

Foragidos

Dos cinco foragidos, um dos mais perigosos é o gerente da quadrilha, conhecido como “Nem”, de 26 anos. Ele teria sido o responsável por ordenar a morte de Miranda e da vítima não identificada.

“A equipe ainda investiga outros dois assassinatos que teriam sido praticados pelos criminosos. Mas acreditamos que, com a prisão do líder, desarticulamos toda a forma operacional da quadrilha”, finalizou o delegado.

FONTE: O TEMPO
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